Timbu pronto para lidar com a pressão

Júlio César reconhece que Náutico precisará ter maturidade para sair com a vitória na Ressacada, contra o Avaí

Daniel CoelhoDaniel Coelho - Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Nas últimas rodadas, virou um padrão chamar os jogos seguintes de decisões. Afinal, cada partida e ponto conquistado pode mudar a história da competição. No Náutico, o termo “final” faz parte do cotidiano. Já foram várias desde que o técnico Givanildo Oliveira chegou. A mais nova será sábado (12), diante do Avaí, na Ressacada, pela 36ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

“É como se fosse uma final porque uma vitória nos colocaria no G4. Não tivemos tempo de comemorar o jogo contra o Goiás e, se ganharmos do Avaí, também não poderemos porque vai ter outra partida. Relaxar mesmo, apenas no final”, afirmou o goleiro Júlio César. “O time deles é entrosado, competitivo jogando em casa, mas sabemos temos que voltar de lá com o resultado”, completou.

A chave para sair vencedor, segundo Júlio, está no lado psicológico. “Jogar lá é complicado. A torcida deles vai lotar e venta muito no estádio. Precisamos ter maturidade para saber que não poderemos atacar toda hora. E que teremos que nos defender bem, neutralizando as bolas paradas. Empatar lá não seria absurdo, mas teríamos que torcer pelos outros. Isso nós não queremos. Precisamos vencer para não depender de ninguém”, salientou.

O Náutico é o quinto colocado da Segundona, com 57 pontos. O Avaí está logo acima, em quarto, com 59.

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