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Manoel Jerônimo é Defensor Público-Geral do Estado
Manoel Jerônimo é Defensor Público-Geral do EstadoFoto: Divulgação

Após ter o seu nome cotado para disputar a eleição do ano que vem, o Defensor Público-Geral de Pernambuco, Manoel Jerônimo de Melo Neto, decidiu que vai tentar uma vaga na Assembleia Legislativa. Ao Blog da Folha, revelou que, após ser procurado por representantes de diversas legendas, resolveu encarar o pleito, mas ainda não decidiu o seu destino.

Ele deve ficar à frente da Defensoria Pública até o mês de maio do ano que vem. Por isso, na sua visão, terá tempo para programar sua filiação e se tornar apto para disputar a eleição. Por enquanto, já começou a pensar em suas principais plataformas. Irá defender a abertura das contas de órgãos como Ministério Público de Pernambuco e Tribunal de Contas do Estado, para dar transparência aos gastos públicos.

Biografia
Manoel Jerônimo de Melo Neto é filho do pernambucano Jerônimo Barata de Melo e da paraibana Teresa Cristina da Cunha Farias Melo. Nasceu em 22 de Julho de 1978, em João Pessoa e é casado com Ana Cecília Sampaio de Sá Melo.

Ele é formado em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito) pela Universidade Estadual da Paraíba, sendo Especialista em Direito Penal e Criminologia pela Universidade Potiguar (UnP), localizada em Natal-RN, e Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito) pela Universidad del Museo Social Argentino (UMSA).

Frente Parlamentar se reuniu na tarde desta terça-feira (31)
Frente Parlamentar se reuniu na tarde desta terça-feira (31)Foto: Divulgação

A Frente Parlamentar em Defesa do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) solicitou a recomposição do orçamento do Sistema para 2018 ao relator da Lei Orçamentária Anual (LOA), o deputado Cacá Leão (PP-BA). Pela proposta do governo federal para o próximo ano, a área receberia R$ 61,8 milhões, mas estimativas dão conta de que seriam necessários R$ 3 bilhões para a manutenção das ações na área.

“Esse corte significa o esvaziamento da política de assistência social no País. O Sistema Único de Assistência Social é fundamental para a rede de proteção social”, criticou Danilo Cabral, presidente da Frente.

De acordo como deputado, só em Pernambuco, a redução orçamentária pode representar o fechamento de 326 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), 425 espaços de convivência e 158 Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e oito Centros Especializados para População em Situação de Rua.

Segundo o socialista, durante reunião realizada na tarde desta terça-feira (31), o relator se comprometeu em avaliar as demandas da Frente e em tentar, pelo menos, repetir os valores da LOA de 2017 no orçamento do próximo ano. Neste ano, foram autorizados recursos da ordem de R$ 2,1 bilhões. “Só teremos certeza se nosso pleito será acatado quando o deputado Cacá Leão apresentar o relatório da proposta orçamentária”, afirmou.

Ainda participaram da reunião desta terça o deputado Carlos Henrique Gaguim (Podemos-TO) e os secretários de Assistência Social do Tocantins e do Piauí, Patrícia Amaral e José Santana, respectivamente.

Frente
A Frente do SUAS foi instalada no dia 23 de outubro com apoio de 220 parlamentares. O ato político para o lançamento do colegiado deverá ocorrer na próxima semana.

Pedro Josephi, da Frente de Luta pelo Transporte Público (FLTP)
Pedro Josephi, da Frente de Luta pelo Transporte Público (FLTP)Foto: Divulgação

O Ministério Público de Pernambuco pediu nesta terça-feira (31), a absolvição do advogado Pedro Josephi, ex-candidato a vereador pelo PSOL, em 2016, e de outros líderes estudantis envolvidos na organização dos protestos contra o aumento das passagens em 2013.

Josephi, que na época era Secretário do Diretório Central de Estudantes da Universidade Católica de Pernambuco, foi acusado pelo crime de dano ao patrimônio público e incêndio. A defesa ficou a cargo da advogada Maria Carolina Amorim e de Ronnie Preuss Durte, presidente da OAB-PE, que afirmaram acreditar desde o início na inocência de Pedro Josephi por conhecerem a conduta republicana e democrática do mesmo na sua luta política e com os movimentos sociais.

Em seu parecer, o promotor de justiça Euclides Rodrigues Júnior justificou o pedido na ausência total de provas que liguem Josephi aos danos causados nas passeatas contra o aumento das passagens em agosto de 2013. “Não é possível afirmar que aquela ação era realmente parte da depredação e nenhuma das testemunhas afirmou ter visto ele danificando o bicicletário", afirmou o promotor. O MPPE ainda pediu a absolvição de todos demais que estavam sendo acusados de crime de incêndio e dano qualificado.

O processo será agora julgado pelo juiz Paulo Victor da 11ª Vara Criminal da Capital (PE) e a expectativa da defesa é pela absolvição. "Desde o início, estávamos confiantes que a justiça seria feita. Participar dos movimentos sociais e reivindicar os direitos da população, no caso, melhorias pelo transporte público, não é crime. O parecer do Ministério Público que pediu a nossa absolvição é uma pequena vitória. Esperamos que a justiça possa, rapidamente, declarar nossa inocência" afirmou Josephi.

Secretário-executivo da Casa Civil, André Campos (PSB)
Secretário-executivo da Casa Civil, André Campos (PSB)Foto: Márcio Didier/Blog

A notícia de que o secretário-executivo de Relações Institucionais do Governo do Estado, André Campos (PSB), iria se filiar ao Solidariedade para assumir o comando da Pernambuco Participações e Investimentos S/A (Perpart) deixou um ruído na base do governador Paulo Câmara (PSB). Após os rumores da movimentação, a Executiva estadual do Solidariedade divulgou uma nota, na tarde de hoje (31), em que confirma o desejo de contar com a filiação do auxiliar estadual nas hostes da sigla, mas esclarece que o ingresso do secretário não possui nenhuma relação com a indicação do partido para o comando do órgão.

Em um recado direto ao Palácio das Princesas, o partido reitera que já indicou o ex-prefeito de Araçoiaba, Jogli Uchôa, para o posto que não irá optar por outro nome. A direção deixa claro que qualquer outro quadro que ocupar o cargo será por indicação do governo e não pelo Solidariedade.

O veto do Governo do Estado ao nome do ex-prefeito não foi bem digerido pelas lideranças do Solidariedade. O corte do Palácio teria sido motivado por questões políticas. A nomeação foi negada publicamente, na coluna Folha Política, após Jogli Uchôa ter participado, até mesmo, de reuniões internas no Palácio das Princesas. A indicação de Jogli foi fechada pela Executiva estadual da agremiação em decisão colegiada, com a benção do vice-presidente estadual da sigla, Alberto Feitosa. O ex-prefeito teria, inclusive, se desfiliado do DEM, que não integra a base palaciana, para ocupar o cargo.

"Se André vier será muito bem-vindo no partido, mas é uma decisão pessoal dele. Seria uma excelente notícia para o Solidariedade ter André Campos como nosso colega", afirmou Alberto Feitosa, após ponderar que a filiação não tem nenhuma ligação com a indicação do partido para a Perpart. A sigla aguarda Campos voltar de viagem a Cuba para definir seu futuro partidário.

André Campos sondou os dirigentes do Solidariedade para se filiar à legenda, mas não chegou a bater o martelo. Com pretensão de disputar um mandato para a Assembleia Legislativa, o parlamentar busca um partido com menor concorrência. Atualmente, a bancada do PSB possui 13 deputados estaduais, enquanto o Solidariedade possui apenas o deputado estadual licenciado Alberto Feitosa. Além disso, a sigla formará uma chapinha, o que torna a sigla ainda mais atraente para pré-candidatos.

Pela manhã, o deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade) também não confirmou André Campos no partido, mas disse ter informações de que o auxiliar acumulará a presidência da Perpart. No entanto, ele negou que a indicação tenha a chancela do Solidariedade.

"Não é ligada ao nosso partido não (a Perpart). Existiu uma indicação nossa que não avançou, por algumas questões políticas. E foi noticiado que André teria a indicação do governo. Nós já convidamos ele para se filiar ao partido e se ele quiser será muito bem vindo. É um grande quadro", afirmou, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, hoje (31).

Deputado federal Augusto Coutinho (SD-PE)
Deputado federal Augusto Coutinho (SD-PE)Foto: Divulgação

Membro da base de apoio de Michel Temer, o deputado federal Augusto Coutinho (SD) admitiu, nesta terça-feira (31), que o governo terá dificuldades para aprovar a reforma da Previdência antes do fim do mandato do presidente. Na sua visão, cresce o sentimento, no Congresso, de que a proposta deve ser bastante simplificada para poder receber o voto favorável dos parlamentares, que se mostram preocupados com os possíveis impactos políticos associados à aprovação da matéria.

Na sua visão, a baixa popularidade de Temer também influi no receio externado pelos congressistas. “O que noto é que aqui em Brasília é que tem crescido muito o sentimento de que se faça uma reforma com pontos básicos. Com alguns outros pontos muito pontuais, para que a gente vote isso e deixe para o próximo presidente eleito com o voto do povo brasileiro a tarefa de fazer esta reforma. O que temos que saber é se vai ter algum outro presidente com a coragem de dizer ao povo que isso de fato precisa ser feito. Porque a previdência social do País caminha para o verdadeiro caos”, afirmou o deputado, durante entrevista à Rádio Folha 96,7 FM.

Para Coutinho, o Congresso “está machucado”, após o desgaste vivenciado durante as votações das denúncias contra Temer. “De fato, é uma matéria completamente diferente. O momento é difícil. Quando Rodrigo Maia disse que o congresso está muito machucado, é porque estamos. Tivemos matérias muito difíceis para se posicionar. O fato é que existe uma lei de sobrevivência de cada pessoa”, colocou.

"Enterrada"
Também em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, o deputado Daniel Coelho (PSDB), que é crítico do governo, garantiu que a matéria não será votada até o final do mandato de Temer. "Me lembro que, por três vezes na própria Rádio Folha, cheguei a dizer que não havia a menor condição deste projeto ser votado. Inclusive, na última vez, Augusto Coutinho havia falado que o projeto iria ser votado. Mas não há a menor possibilidade de ele ser colocado em pauta. Até porque existe uma dúvida sobre o voto de mais de 200 deputados e, por isso, o governo não irá arriscar colocar em votação. Não está na agenda de ninguém. A não ser de alguns ligados ao governo que ficam repetindo isso na imprensa. Este assunto está morto e enterrado", destacou.

Daniel Coelho é deputado federal pelo PSDB
Daniel Coelho é deputado federal pelo PSDBFoto: Agência Câmara

A menos de um ano para as eleições, as movimentações da oposição ao Governo Paulo Câmara (PSB) vão ganhando mais corpo de olho no Palácio do Campo das Princesas. Entre as forças que estariam buscando se unir, o PSDB, o DEM e o PTB. "Eu acho que é uma situação quase que consolidada. Que esses dois partidos estarão juntos numa chapa de oposição", afirmou o deputado federal Daniel Coelho (PSDB), durante entrevista à Rádio Folha FM 96,7. Segundo o tucano, as conversas com os democratas e os petebistas estão "extremamente avançadas".

Para o deputado federal, o PSDB vai estar presente na chapa majoritária e que, neste momento, os partidos apresentem seu nome para o Governo e, mais para frente, faça uma composição e decida os candidatos a governador, a vice e a senador.

"Neste momento é natural que todos eles coloquem seu nome para o Governo e a avaliação seja feita posteriormente. Agora, todos eles terão um protagonismo e são importantes. Se outros partidos que vierem também tenham um espaço de protagonismo dentro do projeto até porque uma das críticas que se faz ao governo do PSB é a coisa da panelinha, dessa coisa centralizada, ficar em torno de poucas pessoas sem ouvir os diversos segmentos da política pernambucana. Isso, inclusive, que fez com que tantos partidos que estiveram na base do PSB se afastem. Inclusiev, esses três partidos citados, o PSDB, o Democratas e o PTB estiveram presentes na última eleição de Paulo. Eram partidos que faziam parte do governo e saíram", avaliou.

Segundo Daniel Coelho, o processo é parecido com o que ocorreu quando o PSB chegou no governo e, na época, os partidos que faziam parte da base de Jarbas Vasconcelos (PMDB) e Mendonça Filho (DEM) saíram da base e apoiaram a candidatura de Eduardo Campos (PSB).

"Quando há esse deslocamento de forças é o sentimento de que o vento da mudança está soprando e é o caso de Pernambuco. A aliança de Paulo elegeu 19 deputados federais, com mais um da aliança PHS/PSL na época - 20 deputados federais eleitos. Hoje, ele não tem a metade dos parlamentares. Quer dizer, já a maioria dos parlamentares anunciando que estarão na oposição. Ele perdeu a maioria inclusive na composição no Congresso Nacional e isso com médio prazo irá repercutir na Assembleia (Legislativa)", disse o deputado federal tucano.

Bruno Araújo
Bruno AraújoFoto: Marcelo Camargo/abr

Com uma chapa única encabeçada pelo deputado federal licenciado Bruno Araújo, o PSDB de Pernambuco realiza sua convenção estadual no próximo domingo (5). De acordo com nota do partido, o nome dele surgiu após convocação de líderes da legenda em carta aberta divulgada no início de outubro. A iniciativa ocorre após um desentendimento interno, depois que o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Elias Gomes cobrar alternância na presidência da sigla e, em seguida, defender o nome do deputado federal Daniel Coelho para o posto.

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Na ocasião, serão renovados os comandos de diversos segmentos do partido como a Juventude, o Tucanafro e o PSDB Mulher, que terá a deputada estadual Terezinha Nunes reconduzida à presidência. O ex-governador Joaquim Francisco deve se manter na presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV).

A prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, será eleita presidente de honra do colegiado, e ocupará a secretaria-geral do PSDB a coordenadora dos projetos sociais do Ministério das Cidades no Nordeste, Izabel Urquiza.

A convenção estadual do PSDB tem início às 11h, na sede da legenda, localizada na Rua Viscondessa do Livramento, nº 226, no Derby, área central do Recife.

O senador Romero Jucá (PMDB-RR)
O senador Romero Jucá (PMDB-RR)Foto: Geraldo magela/agência senado

O PMDB decidiu adiar a convenção nacional da legenda. Marcada para o dia 7 de novembro, não foi informada uma nova data para a reunião. Segundo nota do PMDB, o presidente nacional da sigla, senador Romero Jucá (RR), vai organizar internamente a reestruturação programática e as novas bandeiras do partido.

Essas mudanças deverão ser aprovadas, em convenção, no mesmo dia em que o PMDB voltará a se chamar MDB. Segundo nota da legenda, uma nova data está sendo definida e será comunicada em breve.

Miguel Coelho e o cônsul dos Estados Unidos, John Barrett, almoçaram no restaurante popular
Miguel Coelho e o cônsul dos Estados Unidos, John Barrett, almoçaram no restaurante popularFoto: Ivaldo Reges?

Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB) recebeu no município do Sertão o cônsul geral dos Estados Unidos, John Barrett. O americano passará dois dias na cidade conhecendo pontos turísticos, fazendas e fábricas ligadas à produção de vinho, na sua primeira visita a um município do Interior do Nordeste.

No primeiro em Petrolina, nesta segunda (30), John Barrett almoçou com o prefeito no restaurante popular. Barrett mostrou cumprimentou diversos usuários do restaurante, que atende em média 1.800 pessoas com refeições a baixo custo (R$ 1,50).

Miguel Coelho ainda conversou com o cônsul americano no gabinete da Prefeitura e entregou uma cesta com produtos tradicionais do Vale do São Francisco como suco integral e uvas. Em troca, Barrett deu uma bola de baseball, um dos esportes mais praticados nos Estados Unidos. John Barrett está há cerca de quatro meses no consulado.

“É uma honra para nós recebermos o representante oficial da maior potência econômica do mundo. Petrolina é uma cidade exportadora e essa é uma oportunidade de levar ainda mais o nome de nossa cidade para o exterior, mostrando nossos potenciais e belezas”, destacou o prefeito após o encontro.

Daniel Leite, Branca Alves e Márcio Didier
Daniel Leite, Branca Alves e Márcio DidierFoto: Henrique Genecy

Por Daniel Leite*

A ansiedade se repete. Há três anos, eu pisava pela primeira vez na redação da Folha de Pernambuco, tomado pela euforia de voltar a trabalhar em um jornal. No começo, como repórter deste Blog, tive a oportunidade de conhecer Márcio Didier, Alex Ribeiro e Branca Alves. De cara, estabelecemos uma relação de afeto que não tem prazo de validade.

Na sequência, passei a integrar a equipe do impresso, que me proporcionou experiências únicas. Quem trabalha ou já trabalhou com o fechamento de uma edição de jornal sabe do que estou falando. O frenético garimpo da notícia, a ânsia de emplacar uma manchete, a satisfação de publicar uma matéria bem apurada, a apreensão que antecede a leitura dos outros jornais e a confirmação de um furo de reportagem são algumas destas vivências que nos motivam a encarar as longas jornadas do cotidiano.

Ladeado pela turma mais legal do jornalismo pernambucano, que já mudou de configuração várias vezes neste tempo, fiz família. Aprendi com Anderson Bandeira a ser fluidez. Com Carol Brito, a ser precisão. Com Danielle Romani a ser incansável. Com Ulysses Gadêlha, fiz parceria. Ricardo Dantas me deu pulso. Marileide e Mônica me deram sabedoria. A Tauan, dedico a leveza e a Montanini o café compartilhado. Já Renatinha me ofereceu risos e competência. Com os estagiários Leo Malafaia, Helena e Marina, aprendi bastante.

E assim fui caminhando. Me tornei subeditor do caderno de Política e tive a chance de fazer coberturas incríveis, como o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a posse de Michel Temer, em Brasília. A agitação de uma eleição também é uma dessas experiências que a gente guarda muitas boas histórias para contar.

Assim, o tempo foi passando e, agora, a vida me reservou outro enorme desafio, que me provocou o mesmo calafrio de três anos atrás. Com um frio na barriga daqueles, assumi a responsabilidade de substituir o insubstituível Márcio Didier, que decidiu viver novas aventuras, do outro lado do balcão.

A partir de hoje, estarei à frente deste Blog e do programa Folha Política, da Rádio Folha FM 96,7Mz. Com a cabeça a mil e impulsionado pela mesma motivação que senti no início desta jornada, queria agradecer a Eduardo Monteiro e à nossa editora-chefe, Patrícia Raposo, pela confiança. Um valeu também para Leusa e Karina Maux, parceiras da pesada. E um obrigado bem grande a todos que fazem esta máquina de notícias rodar todo dia, passando pela diagramação, fotografia, arte e todos os demais setores.

Nesta nova missão, buscarei explorar os mais variados fenômenos políticos produzidos no âmbito nacional e local. Ao lado de Branca Alves, tentaremos interpretar os acontecimentos e oferecer análises aprofundadas sobre este conturbado momento que atravessa a história do nosso País.

Também não poderia deixar de agradecer à minha esposa, Clarissa, pelo incentivo e parceria neste momento tão marcante de nossas vidas, que se tornaram ainda mais especiais com a chegada do nosso filho Theo. Também vale um salve para toda minha família, pela força de sempre.

Ao nosso leitor, fica o convite para embarcarmos juntos nesta instigante aventura. E a garantia de que continuaremos prezando pela responsabilidade com a notícia. Vamos nessa?

Daniel Leite é jornalista, especialista em gestão ambiental e mestre em Ciências Políticas pela Sorbonne Nouvelle – Paris III.

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