Lossio recebeu apoio do Coronel Meira (PRP) e Gilson Machado Neto (PSL) teve comportamento repudiado pela executiva nacional da sigla
Lossio recebeu apoio do Coronel Meira (PRP) e Gilson Machado Neto (PSL) teve comportamento repudiado pela executiva nacional da siglaFoto: Raquel Eblaus

O candidato ao Governo de Pernambuco, Julio Lossio, foi notificado pela executiva nacional da rede Sustentabilidade e terá 24 horas para se explicar sobre a abertura de seu palanque para apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), bem como sobre suas declarações e participações em eventos públicos com materiais de campanha em apoio ao capitão da reserva, o que configuraria infidelidade partidária.

Apesar do seu partido ter candidatura própria à presidência, a de Marina Silva, Lossio tem se aproximado de apoiadores de Bolsonaro, inclusive num almoço que participou, nesta quarta (19), acompanhado do Coronel Meira (PSL), Gilson Machado (PSL) e do seu candidato a vice, Luciano Bezerra, em restaurante do Derby. No evento, um banner com a foto de Lossio junto a Bolsonaro, marcava a aliança controversa. Segundo a nota divulgada pela legenda, o "candidato poderá ser expulso da Rede e ter o seu registro de candidatura cancelado na Justiça Eleitoral".

Confira a nota, na íntegra: 

"A Rede Sustentabilidade notificou, nesta quarta-feira (19), o candidato ao governo de Pernambuco, Julio Lossio, por infidelidade partidária, depois de realizar aliança não autorizada com candidatos de outra coligação que representam o que há de mais reacionário no Brasil. Lossio terá 24 horas para apresentar sua defesa à Executiva Nacional da legenda. O candidato poderá ser expulso da Rede e ter o seu registro de candidatura cancelado na Justiça Eleitoral.

As manifestações de Lossio foram amplamente publicizadas na mídia nacional e pernambucana, redes sociais, materiais de campanha e eventos políticos, nos últimos dias. Esse tipo de infração está previsto no Estatuto da Rede, que, em suas normatizações, considera ato de infidelidade partidária o candidato que fizer campanha eleitoral para candidatos ou partidos políticos que contrariem as deliberações da Convenção Eleitoral e os interesses partidários da Rede".

Confira o notificação:

Rede notifica Lossio



 

 

Álvaro Dias (Podemos) e Geraldo Alckmin (PSDB)
Álvaro Dias (Podemos) e Geraldo Alckmin (PSDB)Foto: Divulgação

Os presidenciáveis Álvaro Dias (Podemos) e Geraldo Alckmin (PSDB) estarão no Recife, na próxima sexta-feira (21), numa universidade privada no bairro do Derby. Os candidatos vão tratar sobre as cargas tributárias do Brasil e discutir as políticas para pessoas com deficiência. Os debates estarão abertos para alunos e convidados, a exemplo das mães que fazem parte de associações para crianças e jovens com microcefalia e doenças raras.

Álvaro explana seus projetos sobre os tributos no auditório Roque de Brito, às 10h, no bloco B da Instituição, localizado na rua Guilherme Pinto, 400 - Derby. Já Alckmin tem encontro marcado no auditório Capiba, às 11h, no bloco C da unidade, que fica na rua Joaquim Nabuco, 778, Graças.

ACP - Álvaro Dias também está com presença confirmada em encontro na sede da Associação Comercial de Pernambuco (ACP), na sexta-feira (21), às 15h.

Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio Folha
Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio FolhaFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

A atuação do judiciário na política brasileira foi assunto bastante contestado pelo ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu (PT), em entrevista à Rádio Folha FM (96,7), nesta quarta-feira (19). Tendo sua própria trajetória marcada por batalhas judiciais que o levaram, inclusive, à prisão em segunda instância, Dirceu apontou excessos da Justiça, segundo ele, que provocam a instabilidade das instituições e da democracia.

José Dirceu recebeu, em junho deste ano, liberdade provisória do STF. Ele cumpria pena de 30 anos e 9 meses de prisão, julgado em segunda instância pelo TRF4 sob a acusação de que teria recebido R$ 10 milhões em propinas da empreiteira Engevix, por meio de contratos superfaturados. Esta é a segunda vez que o petista é solto por decisão do STF. Em maio do ano passado, a Segunda Turma do Supremo também havia concedido liberdade ao ex-ministro.

"Agora está se dando uma capa de legalidade e constitucionalidade a violações diárias da Constituição", contestou o petista, que além da prisão do ex-presidente Lula, que ele considera injusta, atribuiu à Justiça as distorções do sistema eleitoral, por exemplo. "Quem mais desorganizou o sistema político eleitoral foi a Justiça, que acabou com a cláusula de barreira e com a fidelidade partidária", disse, também criticando o modelo adotado para as eleições proporcionais no Brasil.

A Suprema Corte foi outro alvo de contestação de Dirceu. "Quando um ministro do Supremo revoga o indulto do presidente e faz outro indulto, atribuição que ele não tem absolutamente, que é descricionária e exclusiva do presidente, nós estamos caminhando para o autoritarismo", questionou.

A forma como são utilizadas as delações premiadas por setores do Ministério Público Federal ligados à Operação Lava Jato foi outro assunto que recebeu críticas. Para Dirceu,"se preservou o patrimônio de cada delator, mas as empresas foram quebradas".

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Palocci - Antigo aliado e um dos fundadores do PT, Antonio Palocci se tornou adversário do partido a partir de delações premiadas que assinou, nas quais faz acusações ao PTe a Lula, sobre suposta corrupção passiva e envolvimento do ex-presidente com recebimento de propina. "O Palocci pode fazer a delação que ele quiser. A mim ele não vai atingir, nem ao Lula", rebateu Dirceu. Segundo o petista, as duas delações que Palocci fez não foram aceitas por falta de provas.

"O Palocci fez uma opção da vida dele, ser delator para preservar sua liberdade e seu patrimônio. Cada um faz a sua opção. Eu não faria nem sob pena de morte", cravou.

Prédio do Ministério Público de Pernambuco (MPPE)
Prédio do Ministério Público de Pernambuco (MPPE)Foto: Reprodução/MPPE

12 novos promotores reforçarão a segurança pública de Pernambuco. Na próxima sexta-feira (21), às 10h, na sede do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Os promotores assumirão seus cargos nas cidades do interior do Estado. As cidades de Quipapá, Venturosa, Bodocó, Itaíba, Verdejante, Parnamirim, Mirandiba, Orocó, Floresta, Trindade, Ipubi e Moreilândia passam a contar com novos promotores. Junto aos outros 41 membros que assumiram os cargos no ano passado e neste primeiro semestre, são, ao todo, 54 novos promotores convocados até agora pelo procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros.


Quando: Sexta-feira, 21 de setembro, às 10h
Local: Auditório do Centro Cultural Rossini Alves Couto
Rua do Hospício, n.º 849 - Santo Amaro, Recife-PE

Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio Folha
Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio FolhaFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

As contradições que permeiam a política de alianças do Partido dos Trabalhadores nos últimos anos foram um dos assuntos abordados na entrevista com o ex-ministro da Casa Civil, Zé Dirceu (PT), nesta quarta-feira (19), na Rádio Folha FM (96,7). Sobre a adesão ao palanque petista dos senadores Renan Calheiros (MDB), no Maranhão, e Ciro Nogueira (PP), no Piauí , Dirceu ponderou que são alianças importantes e que não alteram o programa de governo.

"Mais de 90% dos parlamentares que deram o golpe estão com Alckimin. O caso de Renan e Ciro (Nogueira) são casos isolados. Nós não vamos recusar o apoio deles. A aliança política compromete quando você adota o programa do aliado e abre mão do próprio programa", comentou.

E para dar um exemplo concreto sobre a importância das alianças para um partido, lembrou do aceno do ex-governador Miguel Arraes a Paulo Guerra, Antônio Farias e os Coelho. "Nós tivemos aqui em Pernambuco um mestre da política de aliança que foi Miguel Arraes. Ele não mudou a trajetória, a visão que tinha do trabalhador rural e da sobrerania nacional, o apoio que ele deu a todas as lutas e o modo dele governar", lembrou. Outro exemplo foi a aliança do ex-presidente Lula se a José Alencar (PL), no seu primeiro governo. Segundo o petista, uma decisão acertada.

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Livro - O ex-ministro lança, nesta quarta (19), a partir das 19 horas, no Sindicato dos Bancários, a autobiografia intitulada "Zé Dirceu - Memórias Volume 1". Editada pela Geração Editorial, a obra já vendeu 30 mil exemplares. O ex-ministro passará por mais de 20 cidades, em 40 dias de estrada, para a realização de debates e sessões de autógrafos.

"Eu escrevi esse livro para minha filha que tinha três anos quando fui injustamente preso no chamado mensalão e para que as futuras gerações soubessem por mim da minha vida", explicou Zé Dirceu. Hoje a filha dele tem 8 anos. "aproveitei para falar do Brasil, das várias etapas da vida política, fazendo uma avaliação econômica, social e cultural do país. Os erros e acertos da esquerda da luta armada, vida pessoal, amorosa, minha vida como político e petista. Espero que todos que leiam aprendam com nosso erros e reflitam sobre o futuro do Brasil", disse.

Tribunal
TribunalFoto: Divulgação

Alvo de extensa batalha jurídica, as críticas da campanha do candidato Armando Monteiro (PTB) sobre ações que não foram concluídas desde o início da gestão Paulo Câmara (PSB), em 2015, podem permanecer nas inserções do petebista. Os ataques foram voltados para construção de hospitais, UPAs, implantar o bilhete único e uma série de ações que não foram entregues à população. Desde que os filmes foram ao ar a campanha do atual gestor tenta retirá-los da mídia eletrônica, alegando que a imagem dele estaria sendo atingida no campo pessoal.

“A meu ver, o que se pretendeu mostrar ao eleitor foi que Paulo Câmara não teria concretizado determinados pontos que assumiu para efetivar em seu mandato (atual). Daí, cabe a cada eleitor tirar suas conclusões, levando em conta, sempre, as demais obras realizadas e outras convicções que venha a ter sobre o tema. O embate da espécie tem dessas coisas, quem entra no jogo eleitoral sabe que terá seus feitos trazidos a público, muitas vezes de forma negativa. Não foi feita qualquer referência à esfera pessoal de Paulo Câmara. A figura em questão, ali, é tão só a do candidato, fazendo-se uma concatenação entre algumas de suas propostas, nas últimas eleições passadas, e o que se teve neste mandato em curso”, afirma o desembargador eleitoral, Vladimir Souza Carvalho, na decisão assinada nesta quarta-feira (19).

Já coordenador jurídico da campanha de Armando, Walber Agra, a posição da Justiça Eleitoral permite que o debate político seja mais aberto. “Tratam-se de promessas não cumpridas no âmbito da discussão pública. O atual governador se comprometeu com o povo de Pernambuco e as pessoas têm o direito de questionar”, ponderou Agra.

Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio Folha
Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio FolhaFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

O ex-ministro da Casa Civil, Zé Dirceu (PT), polarizou o debate contra o capitão da reserva Jair Bolsonaro (PSL), provável adversário de seu partido no segundo turno da corrida presidencial, segundo as mais recentes pesquisas de intenção de voto. Segundo ele, os lados estão definidos ideologicamente. "Há sim essa divisão. Bolsonaro está na extrema direita e nós na centro esquerda. são duas visões do país sobre qual o papel do estado, que politica economica fazer, como distribuir renda e se relacionar com o mundo", delimitou.

Ao comentar o programa de governo do adversário, Dirceu divergiu do mentor da campanha de Bolsonaro na área econômica. "Paulo Guedes está propondo praticamente um arrasa quarteirão, como se fosse possível que só as classes trabalhadoras, a classe média e os pequenos proprietários pagassem o preço de uma crise. É preciso que o país entre com uma contribuição muito maior através de uma reforma tributária", sugeriu.

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As posições conservadoras e declarações polêmicas de Bolsonaro são outro ponto de discordância apontado pelo petista. "Bolsonaro quer restringir as liberdades. O que ele está propondo é retroceder o pais 50 anos. além do preconceito, o racismo e o perigo que pode vir com o nacionalismo de direita", advertiu.

Dirceu está na capital pernambucana para lançar sua biografia "Zé Dirceu - Memórias - Volume I", às 19h, no Sindicato dos Bancários, na Boa Vista.

Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio Folha
Zé Dirceu (PT) em entrevista à Rádio FolhaFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Em entrevista exclusiva ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM (96,7), nesta quarta-feira (19), o ex-ministro da Casa Civil, Zé Dirceu (PT), fez um balanço  dos governos Lula e Dilma, avaliando erros e acertos do partido. Dirceu está na capital pernambucana para lançar sua biografia "Zé Dirceu - Memórias - Volume I", às 19h, no Sindicato dos Bancários, na Boa Vista.

"O balanço que a maioria da sociedade está fazendo desde que Lula saiu (do governo) com 80% de aprovação e hoje, quando ele ganharia uma eleição no primeiro turno, é de que a experiência dos nosso governos valeram a pena para a maioria da população", avfirmou o petista. Dirceu relativizou a participação de Michel Temer (MDB) no processo que depôs a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). "Temer é um personagem menor. Quem articulou foi a elite financeira, uma parte importante dos meios de comunicação, o PSDB - que foi o braço forte do golpe - e setores da sociedade", apontou. Segundo ele, Dilma Roussef tinha base eleitoral mas não possuia base social na época para se contrapor aos seus opositores, o que levou ao enfraquecimento do mandato.

Zé Dirceu se mostrou confiante com as eleições presidenciais - as últimas pesquisas apontam Fernando Haddad (PT) no segundo turno. Ele avalia que seu partido tem chances reais de vencer a disputa. Dirceu também revelou sua esperança de que o processo eleitoral retome a normalidade democrática no país. "Que essa eleição leve um governo com legitimidade para sentar à mesa com os atores políticos e sociais, com os trabalhadores, empresários, partidos políticos e organizações, para criar programas mínimos que possam tirar o Brasil da estagnação e reponha o país no mundo", disse.

"Vai ser muito importante para o Brasil ter o olhar de um jovem como ele (Haddad) e um olhar de uma jovem como Manu no governo", considerou.

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Ciro - O petista procurou situar Ciro Gomes (PDT), que disputa com sua legenda a chance de ir ao segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSL), no mesmo espectro ideológico de seu partido. "Ciro está no nosso campo. As propostas deles são próximas às nossas", avaliou.

Escute na íntegra:

Julio Lossio (REDE) visitou confecções
Julio Lossio (REDE) visitou confecçõesFoto: Raquel Elblaus/Divulgação

Em caminhada na cidade de Vertentes, o candidato a governador Julio Lossio (Rede) visitou as fábricas de confecções no distrito de Chã do Junco. Ao lado do seu vice-governador Luciano Bezerra e do vereador Kleiton Vieira (PV), Lossio defendeu o incentivo à confecção, com a realização de cursos profissionalizantes. A visita ocorreu na tarde dessa terça-feira (18).

“Vamos estimular cursos de capacitação para quem não sabe produzir confecção e financiamento para iniciarem seu próprio negócio. Assim, as pessoas irão ganhar dinheiro sem depender tanto do estado, dos governos e dos políticos”, declarou Lossio.
De acordo com o candidato, mais uma de suas propostas para a região é a criação do Presídio-Trabalho. “Vamos criar o da Confecção, no Agreste, para que o presidiário abra uma facção de trabalho, espaço onde a família toda se dedica a produzir roupas, como o caso daqui, que é o jeans”, explicou

Paulo Câmara (PSB) faz campanha em caruaru
Paulo Câmara (PSB) faz campanha em caruaruFoto: Hélia Scheppa/PSB

O governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB) visitou a capital do Agreste, nesta terça-feira (18/09). Ao lado da deputada estadual Laura Gomes (PSB) e do deputado federal Wolney Queiroz (PDT), o socialista defendeu a candidatura de Fernando Haddad (PT) à presidência.

"Estamos muito perto das eleições e com um sentimento claro de que Pernambuco está dando a sua contribuição para o País. O nosso projeto vai transformar o Brasil, com Fernando Haddad, que não para de crescer. E vamos fazer parceiras que vão ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pernambucanos, principalmente daqueles que mais precisam", afirmou Paulo Câmara.

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VISITA - Antes do momento no comitê, Paulo Câmara visitou a residência do deputado estadual Tony Gel (MDB). Na ocasião, os dois conversaram sobre os projetos do socialista para o seu segundo mandato. "Fizemos muitas parceiras na segurança pública, no abastecimento hídrico e em muitas outras áreas. Vou seguir ajudando o governador, destacando ações que consideramos importantes e defendendo o seu Governo na Assembleia Legislativa", afirmou Tony Gel.

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