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João Paulo (PCdoB), em entrevista à Rádio Folha
João Paulo (PCdoB), em entrevista à Rádio FolhaFoto: Julya Caminha/Folha de Pernambuco

O deputado estadual eleito pelo PCdoB, João Paulo (PCdoB), revelou sua boa relação com sua nova legenda. "Estou começando a minha vida no PCdoB. E começou bem, me elegendo deputado estadual. Fui muito bem recebido no partido por todos sejam os quadros dirigentes locais, de Recife, e direção estadual, mas,, acima de tudo, base do partido no estado inteiro, mas ainda mais pela direção nacional e o comitê central do partido comunista", disse, ao lembrar que, na próxima sexta-feira (28), vai participar do encontro nacional da sigla em São Paulo.

O ex-prefeito do Recife afirmou que deve seguir três linhas de atuação na Assembleia Legislativa de Pernambuco: a intervenção no parlamento, intervenção junto à sociedade civil organizada e a produção legislativa.

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O deputado federal e senador eleito Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do futuro presidente, publicou em sua conta do Instagram uma foto ao lado do estrategista do presidente Donald Trump, Steve Bannon, registrando sua presença no jantar de aniversário do norteamericano.

"Estive hoje no jantar de aniversário de Steve [email protected]_bannon, pessoa ícone no combate ao marxismo cultural e a quem desejo muitas felicidades. Parabéns!", diz a legenda da foto.

Eduardo Bolsonaro (PSL) prestigiou aniversário do estrategista da campanha de TRump, Steve Bannon

Crédito: Reprodução / Instagram


Juntas codeputadas da Assembleia Legislativa de Pernambuco
Juntas codeputadas da Assembleia Legislativa de PernambucoFoto: Reprodução Instagram

Recém eleita para uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), a "mandata coletiva" da Juntas, como elas se autodenominam, realizará o evento "Leilão Feminista", com o objetivo de arrecadar recursos para financiar atividades e projetos do grupo em 2019. Ao todo, 30 artistas doaram mais de 50 obras de arte que estarão disponíveis na exposição, nesta quarta-feira (28), às 20h, no Sexto Andar do Edifício Pernambuco, na área central do Recife.

Campanha - A "PartidA Recife" conseguiu viabilizar a campanha "Meu Voto Será Feminista", que reuniu 96 candidaturas feministas em 12 Estados do país e no Distrito Federal, que culminou na eleição de 14 candidaturas. Já a Rede de Mulheres Negras conseguiu promover o curso formação com mulheres jovens, que participaram da construção de Ouvidorias Externas nas Defensorias Públicas no combate à intolerância religiosa e ao racismo.

Serviço:

Leilão Feminista do "Juntas" 
Endereço: Avenida Dantas Barreto, 324. Sexto andar.
Quarta-feira (28/11), a partir das 20h.
Entrada franca.

 

Líder do Governo, Isaltino Nascimento (PSB)
Líder do Governo, Isaltino Nascimento (PSB)Foto: Roberto Soares/Alepe

No segundo dia de discussão, nesta terça (27), a maior parte do pacote de proposições enviado pelo Governo de Pernambuco à Alepe foi aprovado sem objeções, a exemplo do projeto que cria o Programa Nota Fiscal Solidária (2093/2018), instituindo o 13º do Bolsa Família. No entanto, o projeto de lei que modifica a cobrança de impostos para custear o programa de distribuição de renda (2097/2018) e o que prorroga os aumentos das alíquotas do IPVA (2100/2018) não entraram na pauta e serão votados neta quarta (28). Outro projeto que não entrou em votação foi o que dispõe sobre a concessão de benefícios fiscais relacionados com o ICMS nas operações internas e interestaduais com camarão (2092/2018). Este último será apreciado pelos parlamentares na próxima semana.

O líder do Governo, Isaltino Nascimento (PSB), explicou que o adiamento da votação foi acordado em discussão na Casa. Segundo o socialista, foram necessários ajustes em emendas dos projetos. “Das cinco emendas, duas vieram com imprecisões no conteúdo”, disse. Ainda de acordo com ele, a correção já foi entregue à Casa e será publicada, hoje, no Diário Oficial. “A gente vota amanhã, na segunda votação dos dois projetos (2097 e 2100), e a redação final na quinta-feira (amanhã)”, explicou Isaltino.

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Para Priscila Krause (DEM), o adiamento aconteceu pela necessidade de se atender o regimento e também “as próprias emendas, que chegaram necessitando de um aperfeiçoamento”. A democrata pondera que as emendas “vieram com alguns equívocos, que não atendiam ao próprio governo”. No entanto, apesar das alterações, o posicionamento da oposição continua contrário ao aumento de impostos. "Essas emendas que chegam atendem ao governo e não ao contribuinte. O contribuinte não pode ser sacrificado. No final das contas, os projetos continuam aumentando a carga tributária do pernambucano e nós votamos contra", garantiu Priscila.

O líder da Oposição, Sílvio Costa Filho (PRB), não participou da votação no Plenário pois, de acordo com a sua assessoria, está em Brasília para participar de reunião nacional do partido - o deputado estadual é presidente da legenda no Estado.

Emendas

Na manhã de ontem, a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCJ) aprovou, por unanimidade, cinco emendas às proposições. As mudanças repercutem sobre o Programa Nota Fiscal Solidária e a nova redação proposta pelo Governo limita os aumentos de impostos (previstos para custear a iniciativa) e amplia o alcance da política de distribuição de renda. As alterações atendem a sugestões apresentadas, sobretudo, pela bancada da oposição.

Relator do texto na Comissão, Antônio Moraes (PP) disse que a mudança “adequa o projeto para que ele tenha pleno êxito”. Sobre isso, o deputado Isaltino Nascimento (PSB) comentou que a emenda “aprimora a proposta ao incorporar aquilo que foi fruto de amplas discussões em audiência pública, em Plenário e nas comissões temáticas”, garantiu o líder do Governo Paulo Câmara.

Ivan Moraes (PSOL) segeriu modelo adotado pela Câmara Federal ao projeto de Eriberto Rafael (PTC)
Ivan Moraes (PSOL) segeriu modelo adotado pela Câmara Federal ao projeto de Eriberto Rafael (PTC)Foto: Beto Figuerôa/Divulgação



O projeto de lei de resolução do vereador Eriberto Rafael (PTC) 23/2018, aprovado em plenário na última semana, pode sofrer modificações a fim de preencher “lacunas” que ainda não foram discutidas. De acordo com o vereador e vice-líder da oposição, Ivan Moraes (PSOL), a proposta de Rafael é “importante” porque “oferece um canal para a população sugerir projetos”. No entanto, uma regulamentação se faria necessária para que os autores dos projetos de lei possam ter seu crédito garantido.

“É importante (identificar o autor da proposta) para garantir a isonomia da tramitação do projeto e também garantir que a autoria dele é de iniciativa popular. Era importante que a gente, no trâmite desse projeto, deixasse negritado que ele passa”, explica Ivan. De acordo com ele, o congresso nacional possui um mecanismo de consulta pública parecido com o que está para ser implementado. Mas a diferença é que lá, o projeto passa por uma comissão participativa, antes de ser adotado por um parlamentar.

O vereador autor do projeto, Eriberto Rafael, afirmou já ter conversado com Ivan sobre o assunto e que a proposição deverá ser discutida com os pares em breve. “Isso é uma ideia nova que a gente vai ter que provar na reunião da mesa. É uma ideia bastante salutar, porque talvez você levando isso para a comissão o projeto poderia ser pegar uma ideia. ficaria como um projeto da comissão, para dar o crédito da pessoa que fez. O projeto teria, a gente poderia fazer a citação da pessoa, mas não teria um crédito da pessoa”, disse.

Sede da Prefeitura de Salgueiro
Sede da Prefeitura de SalgueiroFoto: Divulgação/Prefeitura de Salgueiro

Um suposto desvio de recursos públicos é alvo de operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (28) no município de Salgueiro, Sertão de Pernambuco. Denominada , a‘Operação Solaris’ foi deflagrada após cinco meses de investigação que aponta esquema de corrupção envolvendo ex-servidores e uma empresa contratada para fornecer hospedagem e alimentação de pacientes enviados pela Prefeitura da cidade, dentro do Programa Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Os recursos estariam sendo desviados do Fundo Municipal de Saúde.

Desde as 6h da manhã, agentes da PF estão no prédio sede da Prefeitura e em um anexo onde fica a Secretaria Municipal de Saúde. No total, 36 policiais federais estão dando cumprimento a oito mandados de busca e apreensão - três deles, inclusive, no Recife, no bairro de Santo Amaro e da Boa Vista, na área central da capital pernambucana e outro em Olinda, Região Metropolitana do Recife (RMR).

De acordo com a PF, o objetivo da operação é obter documentos relativos à contratação e pagamentos prestados ao Programa de TFD e planilhas de controles de hospedagem e transporte.

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Os crimes investigados são os de associação criminosa, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva e ativa, todos previstos no Código Penal. Se houver condenação, as penas somadas ultrapassam 30 anos de reclusão. O valor dos prejuízos aos cofres públicos e os recursos desviados ainda estão sendo levantados. Os desvios, segundo a PF, dizem respeito à gestão municipal passada.

Luciano Bivar (PSL) é o presidente nacional da legenda do presidente Jair Bolsonaro
Luciano Bivar (PSL) é o presidente nacional da legenda do presidente Jair BolsonaroFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco


Cotado para disputar a Presidência da Câmara Federal, o presidente nacional do PSL e deputado eleito, Luciano Bivar (PSL), trabalha para dar unidade e conciliar os interesses da turbinada bancada do seu partido, composta em sua maioria por parlamentares novatos. O dirigente admitiu que há pressão dentro do PSL para que a legenda ganhe mais espaço, além de um movimento para que os legisladores liberais indiquem o próximo comandante do Legislativo federal ou apoiem alguém com identificação com suas bandeiras. No entanto, a composição depende da construção das pontes para garantir a governabilidade para o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Na semana passada, um café da manhã reuniu Bivar, o capitão reformado do Exército e o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Na conversa, as pautas fiscais de interesse para o futuro governo, mas a pauta política também não ficou de lado. Novos encontros entre as lideranças, inclusive, já estão programadas.

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Apesar dos laços com Maia, Bivar admite que há pressão interna por mais espaço para o PSL. Internamente, a temperatura teria aumentado com o fato do DEM ter indicado três auxiliares ministeriais, mas o dirigente disfarça quando questionado. "Você (jornalista) está me pressionando, como também toda a bancada está me pressionando, como presidente. Todo mundo reinvindica mais espaço para o PSL, mas posso dizer que o fato do DEM ter três ministros não está diretamente ligado aos Democratas", afirmou Bivar, em entrevista à coluna digital No Cafezinho, nesta terça (27).

O dirigente afirma que as indicações da sigla democrata não são partidárias, mas costuradas individualmente. As indicações para os ministérios sem consultar os caciques partidários vem acumulando insatisfações nos bastidores. No entanto, Luciano Bivar afirma que Bolsonaro sempre declarou que a composição das bancadas não passaria por partidos. "O ministério não está sendo feito em cima de repartições de partidos, mas por critérios absolutamente técnicos. É isso que ele falou durante toda a campanha, ele não está enganando ninguém", defendeu. Em sua passagem por Brasília, Luciano Bivar foi à mesa com os presidentes do PSD, Gilberto Kassab; do PR, Waldemar Costa Neto, e do PRB, Marcos Pereira. A expectativa é que as siglas deem base de apoio ao presidente, mesmo que não ganhem cargos na Esplanada dos Ministérios.

Paulo Câmara

Com a proximidade proporcionada pelo seu papel institucional ao Palácio do Planalto, Luciano Bivar ressaltou a relação de amizade com o governador Paulo Câmara (PSB) e afirmou que as diferenças ideológicas entre o chefe do Executivo estadual e a linha do PSL não vão interferir na relação. "(Paulo Câmara) tem linha ideológica dele, que é diferente da minha, mas nada impede de, juntos, brigarmos pelo interesse do Estado. Não vejo motivo para ter discrepância no relacionamento de nós, do PSL, com o governador", garantiu. O dirigente também reforçou que Bolsonaro não fará distinção ao Nordeste por conta das divergências ideológicas entre Bolsonaro e os gestores da região.

Confira as principais manchetes de hoje
Confira as principais manchetes de hojeFoto: Divulgação


Manchetes pelo país, nesta quarta-feira (28):


Folha de Pernambuco: "Casos de morte por Aids no Brasil caem 16%"

Jornal do Commercio: "Chuva renova esperança no Velho Chico"

Diario de Pernambuco: "Navegabilidade deve ser retomada em 2019"

Folha de S. Paulo: "Congonhas deve ter cinco vôos a mais em 2019"

Estado de S. Paulo: "Megaleilão do pré-sal é alvo de disputa entre o atual e o futuro governo"

O Globo: "STF pode dar a Temer liberdade para indutar presos"

Estado de Minas: "Em qual planeta eles vivem?"

O Tempo: "Zema assume com divida de R$ 300 mi do Mineirão"

Zero Hora: "Futuro secretário da Fazenda afirma ser obrigação avaliar benefícios de servidor"

Extra: "Pezão negocia data para pagar o 13º de servidor até o natal"

Diário Gaúcho: "Haja fila para pegar o viamão lotado"

Correio do Povo: "Quem vai pagar é a população brasileira, diz Bolsonaro"

Valor Econômico: "Investimento público é o menor entre 42 países"

Correio: "Líder de facção baiana comandou assalto milionário no Maranhão"

O Dia: "Aposentados vão receber R$ 15 milhões de atrasos"

Correio Brasiliense: "Ibaneiz pede aprovação da lei do solo ainda este ano"

A Tarde: "Temer sanciona reajuste e Fux revoga auxílio moradia"

TV FOLHA,
TV FOLHA,Foto: Reproducão/YouTube/TV FolhaPE

A coluna digital No Cafezinho recebeu o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. Cotado para disputar a Presidência da Câmara Federal, o deputado federal eleito trabalha para dar unidade e conciliar os interesses da turbinada bancada do seu partido, composta em sua maioria por parlamentares novatos. O dirigente admitiu que há pressão dentro do PSL para que a legenda ganhe mais espaço, além de um movimento para que os legisladores liberais indiquem o próximo comandante do Legislativo federal ou apoiem alguém com identificação com suas bandeiras. No entanto, a composição depende da construção das pontes para garantir a governabilidade para o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Na semana passada, um café da manhã reuniu Bivar, o capitão reformado do Exército e o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Na conversa, as pautas fiscais de interesse para o futuro governo, mas a pauta política também não ficou de lado. Novos encontros entre as lideranças, inclusive, já estão programadas.

Apesar dos laços com Maia, Bivar admite que há pressão interna por mais espaço para o PSL. Internamente, a temperatura teria aumentado com o fato do DEM ter indicado três auxiliares ministeriais, mas o dirigente disfarça quando questionado. "Você (jornalista) está me pressionando, como também toda a bancada está me pressionando, como presidente, todo mundo reinvindica mais espaço para o PSL, mas posso dizer que o fato do DEM ter três ministros não está diretamente ligado aos Democratas", afirmou Bivar.



O dirigente afirma que as indicações da sigla democrata não são partidárias, mas costuradas individualmente. As indicações para os ministérios sem consultar os caciques partidários vem acumulando insatisfações nos bastidores. No entanto, Luciano Bivar afirma que Bolsonaro sempre declarou que a composição das bancadas não passaria por partidos. "O ministério não está sendo feito em cima de repartições de partidos, mas por critérios absolutamente técnicos. É isso que ele falou durante toda a campanha, ele não está enganando ninguém", defendeu.

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O dirigente também fala sobre os critérios adotados pelo presidente eleito para indicar seus ministros e o impacto do aumento dos salários do STF no futuro Governo. Bivar é contra um efeito cascata que aumente salários no Congresso Nacional. Sobre a relação com o governador Paulo Câmara, Bivar destaca a amizade com o gestor e garante que diferenças ideológicas não vão atrapalhar o diálogo institucional entre o Palácio das Princesas e o Planalto. Contudo, Luciano Bivar critica o recente aumento de impostos no Estado para custear a promessa de pagamento do 13º salário do Bolsa Família. Ele garante que Jair Bolsonaro fará diferente no plano nacional e não irá penalizar o contribuinte para fazer valer sua promessa de campanha de também oferecer a parcela extra do programa de transferência de renda federal.

Luciano Siqueira
Luciano SiqueiraFoto: Reprodução/Facebook

Desde criança escutamos dizer: — Em boca fechada não entra mosquito.

Diz-se de quem fala em demasia e sem critério.

O ato de dizer algo é precioso, desde que a Humanidade engatinhou na criação da linguagem.

Futuros ministros do novo governo abusam de falar e desdizer, na medida em que desagradam grupo de pressão ou próprio presidente eleito.

Claro que o que se questiona no futuro governo da República é mais do que o gesto e palavras desconectadas da realidade e mesmo das intenções do novo governante.

O que se questiona é, na essência, o rumo que pretende imprimir ao País, em diversas dimensões — seja na observância dos preceitos constitucionais, no trato da soberania nacional, no manejo de reformas que retiram direitos e precarização relações de trabalho, seja também no que se refere à condução da economia.

O ultraliberalismo em toda a sua radicalidade, próprio da extrema direita mundo afora, parece ganhar aqui status de ideologia ou mesmo religião, pétrea na observância dos seus dogmas.

Entretanto, vale observar o bate cabeças quase diário entre integrantes do futuro novo ministério e o próprio presidente eleito.

O escolhido para a Saúde, afirma e repete que deseja estabelecer reavaliações periódicas dos médicos envolvidos com a rede pública, apesar dos desmentidos do capitão Bolsonaro.

Outro antecipa o fim do ministério do Trabalho, para em seguida o chefe desdizer — não se sabe por discordância ou por recuo.

Depois de escolhido futuro chanceler, um diplomata de segundo escalão de ideias primárias e preconceituosas, não é ele mas um dos filhos do presidente que viaja aos EUA para afinar os ponteiros com o governo Trump no combate aos governos e às forças progressistas no subcontinente sul-americano

E assim por diante.

Que governo teremos?

Provavelmente mais do que um governo direitista, submisso aos desígnios dos EUA, contrário aos interesses e aos direitos dos que vivem do próprio trabalho. Também um poço de contradições e disse que disse.

Ruim para a nação e para o povo brasileiro.

Uma festa para analistas internacionais e cartunistas e humoristas tupiniquins.

Governo deplorável pelo que pretende fazer, pelo modo de agir e de dizer as coisas.

Não morrerá pela boca, pois constitucionalmente terá direito a quatro anos de contradições e maldades.

Mas com certeza fará um papelão a um só tempo doloroso e risível.

Por Luciano Siqueira

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