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O partido pretende, em Pernambuco, eleger ao menos 200 vereadores e também prefeitos
O partido pretende, em Pernambuco, eleger ao menos 200 vereadores e também prefeitosFoto: Divulgação

O vereador Eriberto Rafael passou oficialmente o comando da sigla para o empresário e jornalista Joaquim Oliveira, filho do vereador do Recife Hélio Guabiraba (PRTB). A legenda pretende, em Pernambuco, eleger ao menos 200 vereadores e também prefeitos. Uma das apostas será a vice-prefeita de Camaragibe, Nadege Queiroz, que deve disputar a vaga de prefeita na cidade.
  
Em um evento reservado realizado no plenarinho da Câmara Municipal do Recife, que contou com a presença do presidente nacional do Partido Trabalhista Cristão (PTC), Daniel Tourinho, foi dado posse à nova diretoria da legenda no Recife. No Recife, a missão é eleger ao menos 4 vereadores. A estratégia também está sendo montada para ganhar as prefeituras e, em 2022, conquistar mais cadeiras na Câmara Federal.

Outra promessa do PTC no Recife para o próximo ano deve ser o pastor Jairinho, hoje sem partido. Apesar de pouco divulgado na mídia, ele pode ser primordial para a legenda: Jairinho foi postulante ao cargo de senador em Pernambuco e teve mais de 190 mil votos.

Durante o evento, Daniel Tourinho ressaltou que o PTC trará muitas surpresas no próximo ano e adiantou que uma das novidades é o suporte contábil e jurídico que a sigla vai dar a todos os pré-candidatos. Além disso, também será montado uma grade de seminários regionais nas cidades chamadas polos para tratar sobre temas relevantes sobre a eleição como, por exemplo, prestação de contas. “É preciso estar atentos à legislação e sempre trabalhar de forma transparente”, avisou.

Tourinho também falou sobre a importância do Diretório do Recife em todo esse processo. “Recife tem uma história de luta pela liberdade. Uma cidade que não se curva, que não se dobra. Mas aviso que o PTC vai se manter íntegro porque nós não negociamos partido”, avisou.

Durante o encontro realizado em Caruaru, o PSL reuniu os coordenadores regionais da legenda
Durante o encontro realizado em Caruaru, o PSL reuniu os coordenadores regionais da legendaFoto: Divulgação

A executiva estadual do Partido Social Liberal (PSL) promoveu neste sábado, dia 11, um encontro com todos os coordenadores regionais da legenda. O evento aconteceu em Caruaru, agreste do estado, e tratou de questões organizacionais, além das estratégias políticas visando as eleições municipais de 2020. Durante o encontro, o advogado Wadson Almeida tirou dúvidas sobre as questões jurídicas para formação e nomeação de comissões municipais.
  
O Tesoureiro Geral do PSL no estado, Michel Jean, falou sobre a reestruturação do partido após as eleições de 2018 e sobre a regularidade contábil do partido em cada município. Para o coordenador político do PSL de Pernambuco, Marcos Amaral, o encontro serviu pada fazer um alinhamento das principais demandas do partido no estado.

“O encontro alcançou seu objetivo de esclarecer como será a organização das municipais e tirar dúvidas comuns aos coordenadores”, disse Amaral. Já o vice-presidente estadual, Silvio Nascimento, disse que esse deve ser o primeiro de muitos outros encontros após as eleições do ano passado. “Somos agora muito maior do que éramos. É nossa obrigação ser também o mais organizado, além de ser o maior partido do Brasil”, finalizou Nascimento.

Bruno Araújo (PSDB) terá o apoio do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para ser o próximo presidente nacional do PSDB.
Bruno Araújo (PSDB) terá o apoio do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para ser o próximo presidente nacional do PSDB.Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Motivo de uma das maiores polêmicas na história do partido, o PSDB vai realizar em 31 de maio a Convenção Nacional do partido para eleger o novo presidente nacional da sigla, os integrantes do Diretório Nacional e o Conselho Nacional de Ética e Disciplina. Os tucanos vão apreciar as alterações do Estatuto do Partido, do Código de Ética e Disciplina do PSDB e das regras de Conformidade (Compliance).

A cúpula do partido se divide entre os apoiadores do deputado federal e atual presidente da legenda, Aécio Neves, e o governador João Doria (SP), que apoia a candidatura do ex-deputado federal, Bruno Araújo, presidente da sigla em Pernambuco. Apesar do silêncio, Bruno Araújo sabe que leva vantagem entre os apoiadores de Doria e do governador Eduardo Leite (RS) justamente por representar a renovação partidária apontada como necessária pelos tucanos desde o desfecho das eleições nacionais e estaduais de 2018.

Ano passado, o então presidenciável Geraldo Alckimin (PSDB), derrotado com menos de 5% dos votos, rachou com João Doria depois que o então candidato ao governo de São Paulo deixou de apoiá-lo para migrar para o palanque emergente do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que viria a vencer as eleições.

Além disso, Aécio passou a ter a permanência questionada por parte dos tucanos, principalmente após a derrota do partido nas eleições. O ex-senador é alvo de gravação da Polícia Federal em que aparece pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, da JBS.

Porém, Integrantes do PSDB decidiram exibir a força política de Aécio Neves às vésperas de o partido eleger uma nova direção nacional próxima ao governador João Doria (SP), cujos aliados têm se manifestado a favor da saída do ex-governador mineiro da legenda.

Recluso desde que foi alvo de delação da JBS, em 2017, Aécio reapareceu na convenção estadual do PSDB de Minas Gerais, no último sábado (4), quando discursou, falou com a imprensa, opinou sobre o governo de Jair Bolsonaro e foi efusivamente aplaudido pelos correligionários.

Desde então o evento tem sido usado como uma demonstração da liderança que o ex-senador e atual deputado federal ainda tem dentro do partido e, especialmente, no segundo maior colégio eleitoral do país, enquanto parte dos tucanos tem pregado a expulsão dele da legenda.

Doria prefere não se antecipar aos fatos. Vou aguardar a eleição da nova executiva para me manifestar. Não podemos colocar isso debaixo do tapete e fingir que não é um problema. É um tema que a nova executiva do PSDB vai ter que debater e vai ter que enfrentar, não dá para dizer que não tem nenhum tipo de problema e que vai ficar como está", disse Doria, na convenção tucana paulista, no domingo (5).

Saiba como será a Convenção do PSDB no dia 31 de maio:

O credenciamento dos convencionais (Diretório Nacional, os Delegados dos Estados e do Distrito Federal, os representantes do PSDB na Câmara dos Deputados e no Senado Federal) terá início a partir das 14h do dia 30 de maio, na sede do partido – Avenida L2 Sul, Quadra 607 Edifício Metrópolis – Cobertura 2 CEP 70200670 – Brasília – DF.
No dia 31 de maio, os convencionados poderão ser credenciados a partir das 08h30 no local da convenção, Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – St. de Clubes Esportivos Sul, trecho 2, conj. 63, lote 50, Brasília – DF.

A votação ocorrerá das 10h às 13h, procedendo-se de imediato à apuração dos votos e à proclamação do resultado.

Ex-deputado Edílson Silva se desfiliou do PSOL
Ex-deputado Edílson Silva se desfiliou do PSOLFoto: Arthur Mota

A Direção Estadual do Partido Socialismo e Liberdade em Pernambuco recebeu, sem surpresa, a notícia da da saída dos ex-dirigentes Edilson Silva e Albanise Pires, Gaby Conde entre outros, do seu quadro de filiados.
  
Apesar de não terem comunicado formalmente as instâncias, o partido tem percebido o afastamento deste grupo político da nossa sigla, uma vez que já há alguns meses os mesmos não frequentavam mais os espaços deliberativos da legenda, se ausentando completamente da vida partidária.

O nosso partido tem um compromisso firme com a democracia interna, sendo garantido espaço a todas e todos, inclusive no processo eleitoral, no qual foi garantida a igualdade de inserção de TV de todas as figuras públicas do partido.

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O PSOL cresceu consideravelmente no estado, tendo nossa candidata ao governo em 2018 recebido quase 5% dos votos válidos, além da votação recorde das Juntas Codeputadas estaduais, todas mulheres e em sua maioria negras e vem cada vez mais atraindo diversos setores dispostos a trabalhar pela reorganização do campo da esquerda.

Ao passo que respeitamos a decisão das/os que optaram por sair de nossa legenda, reafirmamos o PSOL como um dos principais instrumentos de luta e de resistência contra a reforma ultraliberal que ataca a seguridade social e beneficia o capital financeiro, combatendo todos os retrocessos que governos conservadores tentam implantar no país.

As pautas historicamente defendidas pela esquerda brasileira seguem sendo as nossas principais bandeiras. Seguimos sonhando e construindo uma sociedade mais justa, livre e igualitária.

Ex-deputado Edílson Silva se desfiliou do PSOL
Ex-deputado Edílson Silva se desfiliou do PSOLFoto: Arthur Mota

PORQUE SAÍMOS DO PSOL E PARA ONDE VAMOS

Os que assinamos este manifesto somos fundadores/as do PSOL, dirigentes e militantes militantes que nos somamos no transcorrer da caminhada de construção deste partido em nível nacional e em Pernambuco.

No momento em que o PSOL pode e deve exercitar sua máxima generosidade política, frente ao crescimento da extrema direita no país e no mundo, e quando o partido aumenta substancialmente seu fundo partidário e eleitoral, lamentavelmente a direção do partido em Pernambuco faz o oposto, voltando suas energias para perseguir militantes e lideranças do próprio partido. A intenção com estas perseguições e menosprezo por lideranças que sempre se colocaram à disposição do partido tem o nítido propósito de criar um ambiente inabitável para os que supostamente ameaçam a hegemonia dos que hoje formam o condomínio de poder neste partido no Estado.

A falta de espaço no processo eleitoral de 2018, constrangendo uma liderança histórica do partido  como Albanise Pires; uma liderança e referência emergente como Gaby Conde; o então deputado Edilson Silva, que teve a aparição de seu nome e número negados pela direção do partido nas propagandas na TV e Rádio e não recebeu da direção estadual nenhum recurso para desenvolver sua campanha, somado ao fato desta mesma direção estadual buscar na Justiça o pagamento de débitos irreais do agora ex-deputado, são fatos que demonstram uma mesquinhez que não se coaduna com a palavra de ordem “ninguém solta a mão de ninguém”. No PSOL em Pernambuco estão decepando mãos. No caso, de referências negras e mulheres.

O balanço eleitoral de 2018, feito pela direção partidária, demonstra também que um dos objetivos desta maioria política que se instalou, em sua amplíssima maioria recém chegados ao PSOL, é apagar a história do partido no Estado e com isso apagar também a memória das referências políticas desta história. Querem apagar rostos, biografias, estabelecendo narrativas em que jogam na lata do lixo da história os duros momentos de construção deste partido em Pernambuco, quando não se tinha fundo partidário, quando era quase impossível se fazer uma oposição à esquerda à avassaladora hegemonia local da Frente Popular, com lideranças como João Paulo na Prefeitura do Recife, Luciana Santos em Olinda, Eduardo Campos no governo estadual e Lula na presidência.

O PSOL em Pernambuco tornou-se assim um ambiente tóxico para os que estão desalinhados com esta postura. Membros da direção alardeiam que há resolução interna, secreta, pois não publicada, que torna o ex deputado Edilson Silva inelegível pela legenda.

Diante de tais posturas, principalmente, mas também por compreender que isto revela uma limitação estratégica, de não visualizar os ataques que a extrema direita e a direita tradicional estão desferindo contra o povo, como a reforma da previdência, a guerrilha cultural e institucional contra a educação pública e laica, a reforma eleitoral que estabelece cláusulas de barreira que impõe aos partidos menores zelar pelos seus quadros públicos, dentre tantos outros pontos, decidimos nos afastar do PSOL, nos desfiliando.

Apesar de tudo, deixamos no partido grandes amizades e respeito enorme por muitas de suas lideranças, sobretudo nacionais. E reconhecemos os esforços da Direção Nacional no sentido de dirimir atritos, mas também reconhecemos a sua impotência diante de um partido que se digladia em lutas internas autofágicas, que estão fazendo o partido experimentar perda de quadros políticos importantes. Não fosse o destempero e miopia da direção partidária em Pernambuco, sabemos que teríamos condições de seguir militando, mesmo com diferenças, no PSOL. Por isso seguimos entendendo o PSOL como um partido importante da esquerda brasileira e uma organização com a qual nos encontraremos nas lutas sociais e nos arranjos políticos necessários para a ampla unidade dos que pugnam por justiça social e liberdade.

Seguiremos na luta, pois esta é nossa essência. Vamos sugerir inicialmente aos que conosco caminham a criação de um Coletivo, cuja proposta de nome é COLETIVO REFAZENDO, com o qual seguiremos militando, dialogando com a população, com a militância, produzindo análises, nos somando à resistência popular e encontrando caminhos para a construção de uma democracia adequada ao nosso tempo, uma sociedade humanista e libertária.

A denominação REFAZENDO sugere para nós repensar as estratégias da esquerda diante de uma sociedade que se digitalizou e cuja conseqüência mais visivel até aqui foi colocar em discussão a própria marcha civilizatória da humanidade, com forças de extrema direita emergindo em todos os continentes, o que exige de nós refazer diagnósticos e caminhos. Sugere também refazer posturas na micro e macro política, na disputa de hegemonia, sem os conhecidos preconceitos e arrogâncias das esquerdas mais radicais. Este é o início do debate ideológico e político que queremos e vamos fazer com os que conosco militam e que nos dão audiência.
 
Recife, 06 de maio de 2019

Albanise Pires - Ex Executiva Nacional e Ex Presidente do PSOL PE
Edilson Silva - Ex Executiva Nacional e Ex Presidente do PSOL PE
Gabrielle Conde - Ex Executiva Estadual PSOL PE
George Souza - Ex Executiva PSOL Recife
Gilberto Borges (Gojoba) - Ex Executiva Estadual PSOL PE


Albanise Pires foi candidata ao Senado em 2018 e também se desfiliou do PSOL

Albanise Pires foi candidata ao Senado em 2018 e também se desfiliou do PSOL - Crédito: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

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