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Reunião da bancada do PT no Congresso Nacional
Reunião da bancada do PT no Congresso NacionalFoto: Reprodução/Twitter

O senador reeleito Humberto Costa (PT), líder da oposição ao governo no Senado, se reuniu, nessa segunda-feira (14), com a presidente do partido, deputada eleita Gleisi Hoffmann (PR), e com a bancada do PT na Câmara. Em seu perfil, o parlamentar tuitou fotos do encontro e comentou como deverá ser a postura do partido em relação ao governo Bolsonaro.

"Bancada forte e unida do PT aqui no Congresso Nacional para enfrentar os retrocessos que estão por vir no governo Bolsonaro", postou o parlamentar. "O PT enfrentará as medidas nocivas que o governo Bolsonaro pretende adotar. Aqui no Congresso, agiremos com responsabilidade e em defesa dos interesses e direitos do povo brasileiro", tuitou, em seguida.

Apesar de ter a maior bancada na Câmara Federal, com 56 deputados (a anterior era de 69 parlamentares), o PT diminuiu no Senado, caindo de 13 para 6 senadores (-53,84%). No entanto, a legenda continua sendo bastante representativa no campo da oposição.

Bolsonaro - Na reunião, Humberto fez uma avaliação dos primeiros 14 dias do governo. 
“Aqui no Congresso Nacional, a bancada do PT vai lutar contra a redução dos aumentos legais previstos para o salário mínimo, a flexibilização do armamento, a reforma da Previdência e a ampliação da reforma trabalhista. Conversaremos com todos os partidos de esquerda e centro-esquerda para ampliar essa frente em defesa dos direitos do cidadão”, disse.

Eleição no Senado - Humberto comentou, ainda, sobre a eleição para a Presidência do Senado, prevista para ocorrer no começo de fevereiro. Ele acredita que a Casa precisa, agora, de alguém que trabalhe por um Legislativo mais forte, independente e autônomo. A bancada do PT no Senado irá se reunir no dia 29 para tratar do assunto.


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O deputado Wolney Queiroz preside o PDT, que comanda a Agricultura no Estado. Humberto Costa vê identificação do PT com a área
O deputado Wolney Queiroz preside o PDT, que comanda a Agricultura no Estado. Humberto Costa vê identificação do PT com a áreaFoto: Divulgação

No programa Folha Política, desta sexta-feira (11), o senador Humberto Costa (PT) avisou que está acompanhando mais de perto o processo eleitoral para as eleições da Mesa Diretora do Senado.

"Nossa primeira reunião para tratar desse tema será dia 29. Nossa posição menos que do que procurar identidade ideológicas posição de independência dentro do Congressos Nacional que não vai se submeter ao Supremo e ao Executivo", ponderou.

Já o deputado federal Wolney Queiroz (PDT) aguarda uma resolução da reunião dos pedetistas que acontece nesta sexta e neste sábado (12), no Rio de Janeiro, para fechar posição com relação às eleições da Mesa Diretora da Câmara Federal. Wolney Queiroz acredita que a visita a Pernambuco do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), candidato à reeleição da presidência da Casa, que vai acontecer dia 17 de janeiro deve reunir os 25 deputados da bancada pernambucana. O encontro deve ocorrer, no Palácio do Campo das Princesas, depois do convite do governador Paulo Câmara (PSB)

"Óbvio que, como o PSB de Pernambuco tem muma força muito grande nacionalmente, então, ele tem protagonismo em Pernambuco", reconheceu Wolney Queiroz
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Danilo Cabral (PSB) apontou para a necessidade de maior interesse do Governo federal com a região.
Danilo Cabral (PSB) apontou para a necessidade de maior interesse do Governo federal com a região.Foto: Chico Ferreira

Para responder aos primeiros movimentos do presidente Jair Bolsonaro em relação aos governadores do Nordeste, o deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) anunciou a criação de uma Frente Parlamentar em Defesa do Nordeste no Congresso Nacional. Segundo o parlamentar, existe a necessidade de aprimorar os mecanismos de diálogos do governo federal com a região. “O Nordeste precisa ser respeitado. Ele é presidente de todos os brasileiros, inclusive daqueles que não votaram nele”, afirma.

Em entrevista ao SBT na última semana, Bolsonaro disse esperar que os governadores nordestinos não o procurem para pedir recursos, em resposta à informação de que eles teriam se recusado a pendurar sua foto oficial nos gabinetes. "Espero que não venham pedir nada para mim porque eu não sou o presidente deles. O presidente (dos governadores do Nordeste) está em Curitiba”, comentou, se referindo ao ex-presidente Lula, que obteve maior votação nos estados nordestinos.

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“Essa fala do presidente foi trágica. O Nordeste pode e deve reivindicar suas demandas mesmo tendo escolhido outro presidente”, reforça Danilo Cabral, criticando declaração de Bolsonaro para o SBT. O presidente teve 30,3% dos votos na região no segundo turno", reagiu o socialista às declarações do presidente da República.

O parlamentar destaca que a ausência de representante do Norte e Nordeste no Ministério foi um indicativo de que faltará ao governo uma pessoa com “leitura local” e sensibilidade para os interesses da região. “Além disso, o presidente inaugurou uma nova forma de interlocução política do governo com o Congresso Nacional, priorizando as frentes temáticas ao invés dos partidos políticos, o que nos leva a introduzir o tema Nordeste nesse formato”, acrescenta Danilo Cabral.

O Congresso Nacional conta com 151 deputados e 27 senadores nordestinos. “Nosso objetivo é mobilizar a bancada e criar um espaço de diálogo do Parlamento com o governo federal e com a sociedade”, diz. Ele frisa que a região deve ter acesso as políticas públicas e deve ter seus interesses e demandas atendidos.

“Estamos falando de uma região que tem 54 milhões de habitantes, responsável por 14% da economia brasileira e onde estão presentes as marcas mais profundas das desigualdades sociais do nosso país. Precisamos reduzir desigualdades regionais, gerar oportunidades de emprego e fazer os investimentos necessários para a melhoria da nossa infraestrutura, como garantir o acesso a água, bem como garantir as políticas sociais”, declarou.

“Não vamos admitir que o Nordeste volte a ser visto de forma discriminatória e preconceituosa. Diferentemente do que pensam muitos, o Nordeste é parte da solução do Brasil”, afirma Danilo Cabral. O deputado disse esperar que o presidente atenda a solicitação, feita nesta segunda-feira (7), de audiência do governador Paulo Câmara para debater a continuidade de projetos importantes em Pernambuco.

Reeleito para o terceiro mandato, Danilo Cabral espera fazer a instalação da Frente já nos primeiros dias da nova legislatura. Senadores e deputados tomam posse no dia 1º de fevereiro.

Presidente do PSL, Luciano Bivar
Presidente do PSL, Luciano BivarFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, fechou apoio à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara. "O Rodrigo Maia se comprometeu a pautar todas as coisas da nossa campanha", afirmou o presidente da legenda, Luciano Bivar (PSL-PE) à reportagem.

Segundo ele, Maia também teria prometido ceder ao partido a presidência da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), a mais prestigiada e disputada da Casa, por onde passam todas as matérias para análise constitucional. O PSL tem a segunda maior bancada da Casa e pretende chegar à primeira após a janela partidária.

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Além disso, devem ficar também com o PSL, segundo Bivar, a segunda vice-presidência e a presidência da Comissão de Finanças e Tributação. Segundo ele, o acordo foi fechado nesta quarta-feira (2), em reunião na residência oficial da presidência da Câmara.

Maia tem articulado para se manter por mais dois anos na presidência da Casa.
Outro partido que participará do bloco formado por ele é o PRB, sigla de seu até então principal adversário na disputa, João Campos (GO).

A legenda, que teve 30 deputados eleitos em 2018, deve ficar com a primeira vice-presidência da Casa, hoje ocupada pelo MDB.

O nome preferido para ocupar a cadeira é o do presidente do partido, Marcos Pereira (SP). A candidatura de João Campos vinha sendo construída com base na imagem de que o deputado seria o candidato de Jair Bolsonaro. Com a adesão do partido do presidente a Maia, correligionários dizem que ela se torna insustentável.

Além disso, sua pretensão de concorrer à presidência da Casa teria sido minada quando o filho de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) comunicou ao deputado que o governo não poderia apoiá-lo publicamente, durante a reunião da bancada com o presidente em dezembro, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).

De acordo com pessoas ouvidas pela reportagem, Bolsonaro teria achado arriscado apoiar um candidato publicamente, já que Maia se articulava para arregimentar partidos em volta de si.

Uma derrota na Câmara no início do governo poderia inviabilizar a aprovação de pautas prioritárias para o Executivo. A deputada federal eleita Joice Hasselmann pcomentou, em seu perfil do Instagram, a indicação de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara. "A Lógica é: menos siglas e mais Brasil! Temos que aprovar as reformas e ponto!", tuitou.


Joice Hasselmann



SENADO

Além da Câmara, Bivar disse estar preocupado com a sucessão da presidência do Senado e defendeu o lançamento de candidatura própria do partido, do senador eleito Major Olímpio (SP). Segundo Olímpio, a decisão ainda não está tomada. "Desde ontem quando ele me deu uma intimada eu ainda estou bambeando o joelho, fiquei de examinar", disse.

Ele afirma que há a intenção na Casa de construir um bloco de oposição à candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) e que chegou a conversar com pré-candidatos como Tasso Jereissati (PSDB-CE), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Esperidião Amin (PP-SC) sobre a possibilidade de uma candidatura unificada. "Nenhum deles se mostrou intransigente", diz o senador eleito.

Senador Humberto Costa protestou, mais uma vez, contra o final do Programa Mais Médicos e não acredita que as 8,5 mil vagas serão preenchidas
Senador Humberto Costa protestou, mais uma vez, contra o final do Programa Mais Médicos e não acredita que as 8,5 mil vagas serão preenchidasFoto: Divulgação

Líder da oposição no Senado, o reeleito Humberto Costa (PT), aponta "verdadeiro desastre ao povo brasileiro", nesta terça-feira (6), em sessão do Congresso Nacional, quando ressaltou que até a volta da CPMF está sendo cogitada e que a inconsequência na política externa já provocou uma série de fortes reações diplomáticas.

Para Humberto, os primeiros dias do capitão reformado depois do fim do 2º turno já resultaram em retaliação por parte da China, inquietude de países da União Europeia e irritação completa das nações do Mercosul – sem contar a decisão do Egito de cancelar uma visita oficial do ministro de Relações Exteriores do Brasil com a cúpula do governo daquele país.

“Tudo isso, em tão pouco tempo, para se alinhar aos Estados Unidos, de quem o futuro governo se propõe a ser capacho. Inclusive, seremos um dos únicos do mundo, ao lado dos EUA, a transferir a embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, o que irrita os países árabes, com quem temos grandes laços históricos e comerciais”, disse.

O parlamentar entende que a equipe de transição do governo Bolsonaro tem como marca o estelionato. Ele observa que o presidente eleito, inclusive, nomeou um estelionatário condenado na Justiça para ocupar um dos cargos. Trata-se de um aliado dele da Paraíba, enquadrado três vezes na Lei Maria da Penha. Entre os nomeados para a equipe, estão sete militares e o maior financiador de sua campanha. Nem uma mulher até agora.

“Esse grupo é o extrato do que será sua gestão. Bolsonaro segue em campanha, destilando ódio de maneira irresponsável; repetindo a mentira do kit gay, como forma de manter um link com eleitorado que enganou; e mandando que professores sejam gravados com a finalidade de os constranger em sala de aula. É um verdadeiro caos”, completou.

Humberto também criticou a ideia de criação de novos e velhos impostos, como a CPMF, e garantiu que a oposição estará atenta a todos os passos do novo governo.
“É preciso vigilância e resistência à pauta nefasta que Bolsonaro quer instaurar no país. Pelo andar da carruagem, se mantivermos o Brasil de pé, as instituições democráticas funcionando e assegurarmos as eleições em 2022, já terá sido grande vitória”, finalizou.

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