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Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)
Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)Foto: Beto Figueiroa/Divulgação

As ações afirmativas de valorização do frevo, expressão cultural reconhecida pela Unesco como Patrimônio Imaterial da Humanidade, estarão em debate em audiência pública, na Câmara Municipal do Recife, na manhã de quinta-feira (7). A audiência foi uma solicitação do vereador Ivan Moraes (PSOL), aprovada pelo plenário do Legislativo municipal. A reunião será realizada às 9h, no Plenarinho da Casa José Mariano. No próximo sábado (9) é comemorado o Dia do Frevo.

No final do ano passado, o Paço do Frevo, equipamento localizado no Bairro do Recife, passou a funcionar em horário reduzido, por conta do fim do contrato entre a Prefeitura do Recife e o Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), organização social que administra o Paço.

"A mudança no serviço oferecido à população e turistas gerou uma movimentação de cobrança da sociedade civil, e o Coletivo do Frevo procurou o mandato do PSOL na Casa para demandar a realização da audiência pública", afirma o vereador Ivan Moraes.

Além do Paço do Frevo, a Escola Municipal de Frevo Maestro Fernando Borges, localizada na Avenida Norte, também estará em pauta. O mandato do vereador Ivan Moraes, em 2017, realizou uma blitz de fiscalização na escola e verificou a necessidade de melhorias na infraestrutura.

Convidado(a)s para a audiência:

- Diego Rocha (Presidente da Fundação de Cultura da Cidade do Recife)
- Renata Duarte Borba (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN)
- Promotoria do Patrimônio Público Ministério Público de PE
- Ricardo Piquet (Presidente do Instituto de Desenvolvimento e Gestão – lDG)
- Paula Azevedo (Gestora da Escola Municipal de Frevo do Recife)

Palácio do Planalto
Palácio do PlanaltoFoto: Agência Brasil

A BBC World News faz a estreia mundial, a partir deste sábado (12), de um documentário sobre os últimos cinco anos da crise brasileira. “What Happened to Brazil... (O Que Aconteceu com o Brasil...) é uma série com três capítulos de 23 minutos, idealizada pelo jornalista Kennedy Alencar. O primeiro capítulo da produção vai ao ar neste sábado (12), à 0h30.

O documentário cobre o período que vai de junho de 2013, quando começaram as manifestações de rua no Brasil, até a eleição e posse de Jair Bolsonaro. Aborda as chamadas jornadas de junho e julho de 2013, a eleição presidencial de 2014, o processo de impeachment, todo o tempo da Operação Lava Jato até a ida de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, a greve dos caminhoneiros, o assassinato de Marielle Franco, a intervenção militar no Rio de Janeiro, o governo Temer, a prisão de Lula, as fake news que dominaram as eleições e a vitória de Bolsonaro.

Foram entrevistados quatro ex-presidentes: Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma e Temer. Lula respondeu por carta, porque o documentário não obteve autorização da Justiça para entrevistá-lo em Curitiba. O pedido foi feito depois da eleição, negado pela juíza de primeira instância e encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que ainda não se manifestou.

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Personagens centrais, o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF na época do impeachment, e o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot também concederam entrevistas. Foram ouvidos ainda cidadãos que viveram a crise dos últimos cinco anos. Bolsonaro e Moro foram convidados a dar entrevistas, mas recusaram. Moro respondeu por escrito à carta de Lula.

O documentário foi produzido pela K.doc, empresa de audiovisual do jornalista Kennedy Alencar, para a BBC World News. A RedeTV! participou como casa produtora e cedeu imagens de arquivos. “Nos últimos cinco anos, cobri como repórter e comentarista esses fatos que mudaram a história do Brasil. Senti necessidade de fazer uma reflexão mais profunda sobre esse período, sem a correria do dia a dia. A ascensão da extrema-direita não veio do nada. Tem tudo a ver com as manifestações de 2013, com o impeachment de Dilma, com o impacto da Lava Jato sobre o prestígio dos políticos e partidos tradicionais e com a forma como a opinião pública reagiu à exposição inédita da corrupção endêmica entre o poder público e o empresariado”, disse o jornalista Kennedy Alencar, idealizador do projeto.

A série tem supervisão editorial da BBC. Kennedy Alencar fez a reportagem, as entrevistas e atuou como produtor executivo. A jornalista Daniela Martins fez a direção de produção. No time inglês, o produtor da série é John Thynne. O produtor executivo é Dan Kelly. Ambos da BBC. O roteiro original é de Kennedy Alencar e Daniela Martins. O roteiro final foi feito a quatro mãos: Dan Kelly, Daniela Martins, John Thynne e Kennedy Alencar. Américo Martins, diretor da BBC para as Américas e a Europa, foi o responsável pela parceria entre a K.doc e a BBC World News.

“Para o público brasileiro, é um convite a refletir sobre os acontecimentos recentes da história do país, que radicalizaram a opinião pública e nos trouxeram até o momento atual. O Brasil despontou no cenário mundial como uma potência e tudo se esfacelou em menos de uma década. No exterior, muita gente não entendeu nada. O país perdeu a sua relevância para o resto do mundo e ficou prisioneiro de um enredo interno de crise econômica e instabilidade política. Compreender o que aconteceu me parece fundamental para evitar o aprofundamento da crise e um retrocesso civilizatório”, disse Kennedy Alencar.

Serviço

Onde assistir: 172 da Sky | 202 da NET e 410 (satélite) | 62 (cabo) da Vivo TV.
Estreia no Brasil: 0h30 deste sábado 12/01, com reprise às 6h30. O episódio 1 será reprisado às 12h30 e 19h30 de domingo (13/01). Na segunda, 14/01, haverá reprise à 1h30. Na terça, 15, exibição às 8h30.
Os episódios poderão ser vistos também no BBC i-player.
Hotsite do documentário: https://www.bbc.co.uk/programmes/n3ct5frg

Publicação reúne 23 autoras e autores pernambucanos
Publicação reúne 23 autoras e autores pernambucanosFoto: Divulgação

O Sebo Casa Azul lança, neste sábado (12), a antologia "No entanto: dissonâncias, da editora Castanha Mecânica". O livro aborda a recente atmosfera pós-eleitoral e seus desdobramentos, e foi organizado pelo escritor e editor Fred Caju. A obra custa R$ 50 e reúne 23 autoras e autores pernambucanos.

A antologia conta com textos de Adilson Silva Didil, Ane Montarroyos, Bell Puã, Caio Lima, Carlos Gomes, David Biriguy, Enoo Miranda, Ezter Liu, Flávia Gomes, Fred Caju, Guedes, João Gomes, Jonatas Onofre, Katarine Araújo, Lucas Holanda, Maria Samara, Odailta Alves, Pedro Tostes, Philippe Wollney, Renata Santana, Rodrigo Acioli, Samarone Lima e Thays Albuquerque.

O lançamento acontece a partir das 21h13, na rua Treze de Maio, 121, no Sítio Histórico de Olinda. A entrada é gratuita.

Prefeita Raquel Lyra e Severino Vitalino
Prefeita Raquel Lyra e Severino VitalinoFoto: Roberto Pereira Jr.

A prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), divulgou uma nota de pesar, na manhã desta segunda-feira (07) pelo falecimento do artesão Severino Vitalino, filho do Mestre Vitalino. Severino deu continuidade ao legado do pai e era uma das personalidades mais importantes da cultura caruaruense e pernambucana.

Luto - Raquel Lyra decretou, nesta segunda (07), luto oficial de três dias pela morte do artesão Mestre Severino Vitalino, que em vida prestou grandes serviços ao município de Caruaru.  

Em decreto, a prefeita considerou o importante papel desempenhado por Severino no decorrer de sua vida, com o intuito de dar continuidade ao legado de seu pai Vitalino Pereira dos Santos - Mestre Vitalino, na “Casa-Museu Mestre Vitalino”, tornando-se um ícone caruaruense com a habilidade de transformar o barro em arte.

Confira a nota:

"NOTA DE PESAR

É com profunda tristeza que recebo a notícia do falecimento de Severino Pereira dos Santos, o Severino Vitalino. Filho do grande Mestre Vitalino, ainda criança se mudou com sua família para o Alto do Moura, em Caruaru, onde viveu até o final de sua vida. O povo brasileiro será sempre grato a Severino que, com o seu grande talento, deu continuidade à obra do seu pai e mentor e influenciou a comunidade de artesãos de Caruaru e de todo o país. Meus sinceros sentimentos aos familiares, amigos e admiradores.

Raquel Lyra
Prefeita de Caruaru"


Além da prefeita Raquel Lyra, a família Gomes, tradicional na política caruaruense, se manifestou sobre o falecimento de Severino Vitalino:

NOTA DE HOMENAGEM PÓSTUMA

A arte é para sempre e por ela seus criadores se projetam no tempo. A arte popular se eterniza no sentimento das pessoas ao retratar a vida, o trabalho, o amor no cotidiano. O Mestre Vitalino soprou no barro a expressão da nossa gente. Tirou da argila pinturas sensíveis da difícil luta pela sobrevivência, na paisagem árida do nosso Agreste.

Severino Vitalino dedicou sua existência a preservar o toque mágico dos dedos com que os ceramistas fizeram do Alto do Moura um Centro de Artes, destacando Caruaru na cena artística internacional. Agora, quando Severino vai fazer companhia ao pai em outra dimensão, nos comove o pranto da despedida, mas fica conosco a boa lembrança de sua presença simples, comunicativa e de uma perseverança convicta do valor da arte do barro, aprendida com o pai. Que descanse Severino de todas as tensões e agruras. Que enriqueça a eternidade com suas criações. Ao lado de quem tudo cria e recria.

“Amassa com a mão, amassa.
Se Deus é um vitalino,
Vitalino é o deus do barro”.
Petrúcio Amorim

JORGE GOMES, LAURA GOMES, MARCELO GOMES



O ex-governador de Pernambuco, João Lyra Neto, também se pronunciou:

Foi com muita tristeza que recebi a notícia do falecimento de Severino Vitalino, no início da manhã desta segunda-feira. Ele que foi um grande artista e artesão, que deu continuidade ao legado deixado pelo seu pai, Mestre Vitalino, fortalecendo ainda mais a cultura do barro não só em Caruaru, mas em todo o país. Desejo força para todos os familiares e amigos.

João Lyra Neto

Cannizzaro diz que corrupção é mal que atinge o mundo inteiro
Cannizzaro diz que corrupção é mal que atinge o mundo inteiroFoto: Julya Caminha/Folha de Pernambuco

A corrupção como quarto poder é o tema abordado pelo livro "O Poder da Corrupção nas Democracias Contemporâneas", do escritor Paulo Roberto Cannizzaro, que será lançado nesta terça-feira (11), na Rua Januário Barbosa, 266, Madalena.

Produzido pela editora portuguesa Chiado, o livro mostra como esse fenômeno foi constituído de forma paralela às instituições legais. Em 2019, virá a público o terceiro exemplar da série, tratando de forma específica sobre dívida pública com o olhar especializado de alguém que tem larga experiência na área tributária.

"Em 'O Poder da Corrupção nas Democracias Contemporâneas' eu apresento a corrupção como um marco civilizatório, já que nenhuma sociedade está imune ao problema. Mas as que apresentam mais degradação são justamente aquelas onde a inapetência política é maior. É um paradoxo. A minha teoria é a de que as pessoas estão desenvolvendo aversão aos políticos e ao mundo da política, tornando o ambiente mais propício para a corrupção, num verdadeiro círculo vicioso. Já nas sociedades onde a soberania popular é mais viva, é mais difícil haver este processo", analisa.

O autor ressalta que todos os países são afetados pela corrupção. "A diferença é que nas sociedades mais desenvolvidas, existe um cuidado em se aperfeiçoar os mecanismos de proteção, controle e combate", destaca Cannizzaro, ao mesmo tempo em que lamenta o fato de que também vem se generalizando uma falência social e política.

Os principais países da Europa e mesmo os Estados Unidos da América, que por tanto tempo se gabaram de avanços sociais em seus sistemas democráticos, entraram também em colapso quando suas legendas políticas assumiram condutas econômicas antissociais, levando à perda de legitimidade de seus sistemas. Como resultado, partidos tradicionais vem perdendo o apoio das sociedades civis e as pessoas passaram a desprezar cada vez mais os temas políticos, enquanto muitas sociedades estão se tornando excessivamente judicializadas.

"Despolitizou-se a sociedade civil, ninguém confia mais nestes personagens políticos, além de ter havido uma expansão de comportamentos desviados de corrupção em todas as dimensões. É o resultado de um Estado deformado que já não consegue atender as necessidades sociais. Uma democracia liberal profundamente adoentada, que foi definida antes como um regime de 'democracia ideal', mas que entrou em crise, sob o impacto da perda de legitimidade dos governos", descreve.

Além de fornecer uma visão mais ampla do problema, Paulo Roberto Cannizzaro aprofunda sua análise acerca do Brasil (que já havia sido iniciada no volume anterior da trilogia, em que destacou as raízes do processo, antes mesmo de nos tornarmos uma república). O livro está atualizado até o último julgamento do presidente Lula. "Tentei mostrar todos os lados da questão, trazendo uma visão analítica e imparcial sobre a corrupção, que não é exclusiva de um partido político ou de um momento histórico", conta o autor, que finaliza conclamando os leitores a se envolverem com as questões políticas. "É fato que este modelo de gestão do Estado e da política nacional fragmentou-se. Mas é tempo de refundar a República e o Estado brasileiro".

Serviço:

Lançamento do livro "O Poder da Corrupção nas Democracias Contemporâneas", de Paulo Roberto Cannizzaro. Editora Chiado.
Local: Rua Januário Barbosa, 266, Madalena.
Dia: 11.12
Hora: 18h

Na programação do evento, exibição de filmes e debates no Centro Cultural Rossini Alves Couto
Na programação do evento, exibição de filmes e debates no Centro Cultural Rossini Alves CoutoFoto: Divulgação


A 2ª Mostra de Direitos Humanos do MPPE apresenta uma programação audioivisual para celebrar os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, nesta segunda -feira (10). O evento é promovido pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em parceria com o Gabinete Assessoria Jurídica Organizações Populares (Gajop), o Movimento CineRuaPE, e a Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC). As sessões serão exibidas no Centro Cultural Rossini Alves Couto (antigo Cinema Ritz), a partir das 14h. 

A programação conta com exibições de curtas-metragens e um longa. Os curtas metragens estão divididos nos programas Gajop, #CineRuaPE e Resistência; já o longa é o documentário Modo de Produção, da diretora pernambucana Dea Ferraz. A curadoria dos filmes tem como proposta discutir temas relacionados aos Direitos Humanos, como o racismo, a violência contra a mulher, a memória cultural, entre outros. Após as exibições, a programação ainda conta com debates.

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A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), que delineia os direitos humanos básicos, foi adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Foi esboçada principalmente pelo canadense John Peters Humphrey, contando, também, com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo. Abalados pela recente barbárie da Segunda Guerra Mundial, e com o intuito de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por Estados Unidos e União Soviética, estabeleceram, na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases de uma futura paz mundial, definindo áreas de influência das potências e acertando a criação de uma organização multilateral que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, para evitar guerras e promover a paz e a democracia, e fortalecer os Direitos Humanos.

Confira a programação completa:

14h - Programa Gajop + Debate
Maioridade penal (PE) | 2' - Fábio Brazza
Cantar a liberdade (PE) | 5' - Gajop/Apoio: Misereor
Aqui é cada uma por si (PE) | 4' - Gajop/Apoio: Misereor
O sistema não dá sossego (PE) | 5' - Gajop/Apoio: Misereor
Privado do mundão (PE) | 5' - Gajop/Apoio: Misereor
Sessão Especial
Filme de Rua (MG) | 25' - Joanna Ladeira, Paula Kimo, Zi Reis, Ed Marte, Guilherme Fernandes, Daniel Carneiro

15h30 - Programa CineRuaPE + Debate
Extintos Cinemas (PE) | 14' - William Tenório
Entre Andares (PE) | 14' - Aline van der Linden e Marina Moura Maciel
Cine São Vicente (PE) | 20' - Kleber Camelo

17h - Programa Resistência + Debate
Arara: um filme sobre um filme sobrevivente (MG) | 13' - Lipe Canêdo
Geisiely com Y (PE) | 15' - Mery Lemos
Corpos Políticos (PE) | 4' - Coletiva MAPE - Mulheres no Audiovisual PE
Nossos Mortos têm voz (RJ) | 30' - Fernando Sousa e Gabriel Barbosa
Deus (SP) | 25' - Vinicius Santos
Cadeira de Arruar (PE) 10’ - Chico Egídio

19h - Exibição de Longa-Metragem + Debate
Modo de produção (PE) | 75' - Dea Ferraz

MPPE terá programação voltada aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos
MPPE terá programação voltada aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos HumanosFoto: Divulgação

Para marcar a comemoração pelos 70 anos da Declaração Universar dos Direitos Humanos, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realiza, a partir da próxima segunda-feira (10) a Semana do MPPE, evento que vai mobilizar a sociedade e os integrantes da Instituição nas cidades do Recife, Caruaru e Petrolina. Os interessados em acompanhar a programação da Semana do MPPE já podem realizar sua inscrição através do link https://doity.com.br/semana-do-mp/inscricao.

A abertura da Semana será às 10 horas da segunda, no Centro Cultural Rossini Alves Couto (CCRAC), com uma breve solenidade e a exibição da peça teatral Educação contra a Corrupção e a Sonegação Fiscal, que está percorrendo as escolas de todo o Estado para apresentar às crianças e adolescentes a discussão sobre a temática. O público alvo da ação inclui os integrantes do MPPE e seus filhos, além de entidades educacionais.

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Já a terça-feira (11) será denominada Dia da Solidariedade, com o recebimento dos presentes da campanha Adote um desejo de Natal, capitaneada pela Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Capital, e de materiais de higiene fraldas geriátricas para entidades que cuidam de idosos. Também haverá inscrição de voluntários para atuar junto a instituições de caridade. As atividades ocorrem no CCRAC se iniciam a partir das 14 horas. Em seguida, às 15 horas, será realizada a palestra Gratidão: emoção preventiva, ministrada pelo professor da Faculdade de Ciências Médicas da UPE, José Antônio Spencer.

No dia 12 de dezembro, as ações da Semana rumam para o interior do Estado. O primeiro compromisso do dia é a inauguração da sede da Promotoria de Justiça de Escada, às 10 horas; e a partir das 15 horas, o Armazém da Criatividade, em Caruaru, recebe as palestras A era digital e a sobrevivência institucional e MPLabs como solução, ministradas respectivamente pelo coordenador executivo do MPLabs, Roberto Arteiro, e pelo presidente MPLabs e do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação (Ceti), promotor de Justiça Antônio Rolemberg. Os dois vão apresentar a perspectiva da inovação aberta como metodologia para criar soluções inovadoras para os desafios do Ministério Público dos próximos anos.

E a inovação será o tema central da tarde do dia 13, quando serão apresentadas quatro soluções tecnológicas (mínimos produtos viáveis ou MVPs) desenvolvidas no âmbito do 1º Ciclo de Inovação Aberta do MPLabs, em parceria com o Porto Digital. Os produtos serão apresentados por volta das 16h30, após a realização das palestras Transformação digital e Direitos Humanos na gestão pública: perspectivas, oportunidades e desafios, do consultor Cláudio Marinho, e O futuro dos Direitos Humanos e das máquinas, do futurista profissional, escritor e jornalista Jacques Barcia.

Na sexta-feira (14), é a vez da palestra Direitos Humanos e o mundo do trabalho: as contrarreformas no serviço público, ministrada pelo advogado Cézar Britto, que atua junto a entidades sindicais, movimentos populares e organizações não governamentais. Para finalizar a Semana do MPPE, a cidade de Petrolina receberá, na manhã do dia 17 de dezembro, as palestras da equipe do MPLabs já apresentadas em Caruaru.

Sede do TJPE
Sede do TJPEFoto: Reprodução / Internet

O Palácio da Justiça recebe, nesta quinta (06), às 17h30, no Salão Nobre, o lançamento do livro “Direitos Humanos, Direitos de Todos”. O evento faz parte da comemoração dos 70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos organizada pela Comissão de Direitos Humanos do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e parceiros. O Palácio fica na Praça da República com a Rua do Imperador Dom Pedro II, s/n, bairro de Santo Antônio, no Recife.

A publicação é organizada pelo professor Cristiano Carrilho, diretor presidente da Academia Brasileira de Ciências Criminais, e conta com o apoio da Associação Brasileira Criança Feliz e do TJPE. Uma das coautoras da publicação é a servidora Jaqueline Machado, que atua no Processo Judicial eletrônico (PJe) da Diretoria Cível. A servidora é mestranda em Direitos Humanos e tem como orientador o cônsul da República de Malta, Thales Castro, que estará presente na solenidade.

O livro promove a compreensão de como a Declaração Universal busca suscitar reflexões sobre temas atuais. Dentre as abordagens, direitos fundamentais, dignidade humana, direito à educação, justiça social, enfrentamento ao tráfico de pessoas, proteção ao idoso e identidade de gênero.

Na programação do evento, exibição de filmes e debates no Centro Cultural Rossini Alves Couto
Na programação do evento, exibição de filmes e debates no Centro Cultural Rossini Alves CoutoFoto: Divulgação

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em parceria com o Gabinete Assessoria Jurídica Organizações Populares (GAJOP), o Movimento CineRuaPE, e a Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC) promove, na próxima segunda-feira (10), a 2ª Mostra de Direitos Humanos do MPPE, no Centro Cultural Rossini Alves Couto (antigo Cinema Ritz), a partir das 14h. O evento celebra os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A programação conta com exibições de curtas-metragens e um longa. Os curtas metragens estão divididos nos programas GAJOP, #CineRuaPE e Resistência; já o longa é o documentário Modo de Produção, da diretora pernambucana Dea Ferraz. A curadoria dos filmes tem como proposta discutir temas relacionados aos Direitos Humanos, como o racismo, a violência contra a mulher, a memória cultural, entre outros. Após as exibições, a programação ainda conta com debates.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), que delineia os direitos humanos básicos, foi adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Foi esboçada principalmente pelo canadense John Peters Humphrey, contando, também, com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo.

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Abalados pela recente barbárie da Segunda Guerra Mundial, e com o intuito de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por Estados Unidos e União Soviética, estabeleceram, na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases de uma futura paz mundial, definindo áreas de influência das potências e acertando a criação de uma organização multilateral que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, para evitar guerras e promover a paz e a democracia, e fortalecer os Direitos Humanos.

Serviço:

2ª Mostra Curtas de Direitos Humanos MPPE - Entrada gratuita
Segunda-feira (10/12) | 14h às 19h
Centro Cultural Rossini Alves Couto - Rua do Hospício, 875 - Boa Vista - Recife

Confira a programação completa:

14h - PROGRAMA GAJOP + DEBATE
Maioridade penal (PE) | 2' - Dir. Fábio Brazza
Cantar a liberdade (PE) | 5' - Dir. GAJOP /Apoio: Misereor
Aqui é cada uma por si (PE) | 4' - Dir. GAJOP /Apoio: Misereor
O sistema não dá sossego (PE) | 5' - Dir. GAJOP /Apoio: Misereor
Privado do mundão (PE) | 5' - Dir. GAJOP /Apoio: Misereor

Sessão Especial

Filme de Rua (MG) | 25' - Dir. Joanna Ladeira, Paula Kimo, Zi Reis, Ed Marte, Guilherme Fernandes, Daniel Carneiro

15h30 - PROGRAMA CINERUAPE + DEBATE

Extintos Cinemas (PE) | 14' - Dir. William Tenório
Entre Andares (PE) | 14' - Dir. Aline van der Linden e Marina Moura Maciel
Cine São Vicente (PE) | 20' - Dir. Kleber Camelo

17h - PROGRAMA RESISTÊNCIA + DEBATE
Arara: um filme sobre um filme sobrevivente (MG) | 13' - Dir. Lipe Canêdo
Geisiely com Y (PE) | 15' - Dir. Mery Lemos
Corpos Políticos (PE) | 4' - Dir. Coletiva MAPE - Mulheres no Audiovisual PE
Nossos Mortos têm voz (RJ) | 30' - Dir. Fernando Sousa e Gabriel Barbosa
Deus (SP) | 25' - Dir. Vinicius Santos

19h - EXIBIÇÃO DE LONGA-METRAGEM + DEBATE
Modo de produção (PE) | 75' - Dir. Dea Ferraz

Coletivo Mutirão reuniu 30 ilustrações para homenagear os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos
Coletivo Mutirão reuniu 30 ilustrações para homenagear os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos HumanosFoto: Divulgação

Um grupo de 30 artistas do "Coletivo Mutirão" publicaram, com apoio da Revista Continente, uma coletânea de ilustrações inspiradas nos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). O número de artistas reunidos faz referência aos 30 artigos que compõem esse texto aprovado em assembleia da ONU, em 10 de dezembro de 1948.

As ilustrações farão parte de uma exposição, e serão impressas e distribuídas gratuitamente pelas ruas do Recife. Além disso, ficarão disponíveis em uma plataforma online e coladas em forma de lambes pela cidade. O projeto foi idealizado por Celso Filho, que atuou na direção geral, em colaboração com Raul Souza, que assina a direção artística.

"Esse projeto foi realizado por iniciativa própria, e todos os envolvidos, de ponta a ponta, se cativaram pela ideia e colaboraram na construção desse material, motivados apenas pelas mensagens contidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na urgência em celebrá-las e propagá-las. Isso, por si só, já atribui uma característica especial e única a todo esse conjunto", explicou Celso Filho.

Confira as ilustrações: https://www.direitoshumanos70anos.com/.

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