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Biblioteca Pública de Olinda
Biblioteca Pública de OlindaFoto: Ray Evllyn / SJDH

A histórica Biblioteca Pública Municipal de Olinda, que fica na Avenida Liberdade, no bairro do Carmo, está passando por uma reforma que promete preservar sua história e resgatar o público formado por turistas e moradores da cidade. O trabalho de requalificação é feito por um grupo de cinco reeducandos, egressos do sistema prisional. Parceria entre a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e a Prefeitura de Olinda que visa a reinserção social dos cumpridores.

Criada através de um decreto de Dom Pedro I em 1830, quando a cidade de Olinda ainda era a capital da província de Pernambuco, o equipamento é a primeira Biblioteca Pública do estado e a 3ª do Brasil. Na reforma prevista para durar 90 dias, os apenados estão fazendo a recuperação da fachada, pintura, jardinagem, além das partes elétricas e hidráulicas.

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Os ex-detentos são beneficiados por um convênio de empregabilidade viabilizado pelo Patronato Penitenciário, órgão ligado à SJDH responsável por acompanhar os cumpridores em regime aberto e livramento condicional. O Patronato também oferece apoio jurídico e psicossocial.

“Serão três meses de reforma aqui na biblioteca, mas ao final seguimos para fazer outros trabalhos em Olinda. Com essas atividades nos sentimos valorizados e seguros para tocar a vida de forma digna e honesta”, conta o reeducando Klayton Xavier, 27 anos.

Os trabalhadores cumprem jornada de oito horas diárias e ganham um salário mínimo. Os contratos são regidos pela Lei de Execuções Penais. “A contratação de mão de obra carcerária contribui para redução da criminalidade. Em Olinda, já são 136 egressos do sistema prisional contratados, que atuam na limpeza de ruas, praças e praias da cidade”, destaca o superintendente do Patronato Penitenciário, Josafá Reis.

Biblioteca Pública de Olinda

Nesta quarta (17), será o lançamento nacional do livro “A Constituição Traída - Da abertura democrática ao golpe e a prisão de Lula”, de Cleonildo Cruz e Liana Cirne, em Recife
Nesta quarta (17), será o lançamento nacional do livro “A Constituição Traída - Da abertura democrática ao golpe e a prisão de Lula”, de Cleonildo Cruz e Liana Cirne, em RecifeFoto: José Cruz/Agência Brasil

A Editora Hedra fará o lançamento nacional do livro “A Constituição Traída - Da abertura democrática ao golpe e a prisão de Lula”, de Cleonildo Cruz e Liana Cirne, nesta quarta-feira (17), no Café Liberal, às 18h, na rua Marquês de Olinda - Recife Antigo. Os exemplares já podem ser adquiridos na pré-venda pela Amazon.

O livro A Constituição Traída: da abertura democrática ao golpe e à prisão de Lula, surgiu da necessidade do historiador e cineasta Cleonildo Cruz, e da advogada e professora de Direito da UFPE, Liana Cirne, buscarem organizarem uma obra de analise da democracia brasileira que, segundo eles, sofreu uma "ruptura institucional" desde o impeachment de Dilma Rousseff

Em A constituição traída: da abertura democrática ao golpe e à prisão de Lula estão três dos discursos mais marcantes de nossa história política recente: o de Ulysses Guimarães, quando da promulgação da Constituição; o de Dilma Rousseff, no dia em que o Senado ratificou seu impeachment; e o de Lula, em São Bernardo, logo antes de se dirigir à Polícia Federal para seu cárcere.

Estão, também, quinze ensaios e artigos de destacados intelectuais de áreas como o Direito, Economia e Política Sindical que procuram nos escombros a razão de nossa falência democrática. E estão, por fim, entrevistas com personagens fundamentais no processo político da Assembleia Nacional Constituinte, que destrincham os jogos de força que permearam a disputa pela redação Final da Constituição Cidadã.

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Livro "Escrito com letras de sangue' será lançado em Petrolina eJuazeiro.
Livro "Escrito com letras de sangue' será lançado em Petrolina eJuazeiro.Foto: Divulgação

século XXI, conhecido como “o século dos mártires”, num olhar sob os prismas religioso, cultural, histórico e político. Esse é o tema do livro “Escrito com letras de sangue”, do advogado e filósofo Anderson Wagner Araújo, com lançamento marcado para esta quinta-feira (11), às 20h, no auditório da Facape, no campus universitário, Vila Eduardo, Petrolina-PE. No dia 13 de abril, às 16h, outro lançamento será realizado na Livraria Juá, no Juá Garden Shopping, em Juazeiro-BA.

O livro aborda o século XX que, segundo o autor, produziu um número maior de mártires do que os dezenove séculos anteriores juntos, mas não merece a atenção devida nas salas de aulas de história, nos debates universitários. "Os mártires nos evidenciam que a morte pode ser vivida como ato supremo de liberdade", explica Anderson.

A história dos mártires de diversas nacionalidades, culturas, etnias e identidades, estão contadas a partir de doze breves biografias, entre elas: Miguel Agustín Pro, José Sánchez del Río, Bartolomé Blanco, Florentino Asensio, Apolônia Ochoa, Martín Martínez Pascual, Maximiliano Kolbe, Edith Stein, Jakob Gaap, Maria Tuci, János Brenner e Charles de Focauld.

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Sobre o autor

Anderson Wagner Araújo, natural de Arcoverde-PE, Portal do Sertão. É advogado, licenciado em Filosofia, especialista em Direito Civil, Filosofia e Gestão Pública Municipal. Mestrando em Formação de professores e práticas interdisciplinares (Universidade de Pernambuco-UPE) e em Ecologia humana e Gestão Socioambiental (UNEB- Universidade do Estado da Bahia).

Reside no Vale do Rio São Francisco, na próspera cidade de Petrolina-PE, onde exerce à docência na FACAPE- Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina, como professor substituto de Filosofia do Direito e Hermenêutica jurídica e na FTC- Faculdade de Tecnologia e Ciências, como docente de História do Direito.

É autor dos livros: “Jovens, vós sois a nossa esperança”, 2013 (Editora Canção Nova) “Fiódor Dostoiévski: Ensinamentos filosóficos que podem transformar a sua vida”, 2019 (Editora Garcia)

Ataque da polícia espanhola contra os eleitores, que resultou em mais de mil feridos é o tema do livro “Catalunha, entre a esperança e a tempestade”, da jornalista Taíza Brito
Ataque da polícia espanhola contra os eleitores, que resultou em mais de mil feridos é o tema do livro “Catalunha, entre a esperança e a tempestade”, da jornalista Taíza BritoFoto: Divulgação

O relato sobre a jornada que ficou marcada pelo ataque da polícia espanhola contra os eleitores, que resultou em mais de mil feridos é o tema do livro “Catalunha, entre a esperança e a tempestade”, da jornalista Taíza Brito, que será lançado nesta terça-feira (02), a partir das 19h, no auditório do Centro de Teologia e Ciências Humanas (CTCH), no 1º andar do Bloco B da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), durante aula inaugural da 11ª Turma de Especialização em Ciência Política.

Taíza Brito, radicada em Barcelona há quatro anos, narra no livro-reportagem os acontecimentos que levaram políticos e ativistas catalães ao banco dos réus na Espanha e ao exílio por conta do processo independentista. No lançamento, a jornalista e o professor Manoel Moraes abordarão o tema “Democracia e os desafios dos partidarismos contemporâneos”. O evento conta com apoio da Assembleia Legislativa de Pernambuco, por proposição do deputado Isaltino Nascimento (PSB).

A jornalista aponta que a edição inclui glossário, linha do tempo e links de interesse. "Dessa forma, fica mais fácil para o leitor entender um tema que é complexo e tem diversas nuances históricas, sociais, culturais políticas e econômicas", acrescenta.

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A narrativa começa na madrugada do dia 1º de outubro de 2017, quando mais de dois milhões de pessoas foram aos colégios eleitorais da Catalunha votar no referendo de autodeterminação proposto pelo então presidente Carles Puigdemont. A jornalista acompanhou a jornada que ficou marcada pelo ataque da polícia espanhola contra os eleitores, que resultou em mais de mil feridos.

O relato segue pelos episódios que se sucederam dali por diante, entre eles a declaração de independência e a intervenção da Espanha na região, com a dissolução do governo e do Parlamento autonômicos, além da prisão e exílio dos líderes independentistas acusados de rebelião e sedição. Trata ainda do périplo entre a detenção e a liberação de Puigdemont na Alemanha e das tentativas frustradas da Espanha de conseguir a sua extradição, chegando temporalmente até novembro de 2018, quando o Ministério Público espanhol divulgou as penas solicitadas para os presos catalães, que estão sendo julgados pelo Tribunal Supremo da Espanha.

O prólogo do livro é assinado pelo jornalista Vicent Partal, diretor do jornal digital Vilaweb, que destaca os porquês do sonho independentista e faz um paralelo entre o Brasil e a Espanha em termos de criminalização de certos projetos políticos através de tribunais judiciais. O livro também inclui entrevistas com correspondentes internacionais da Alemanha, França e Argentina, que dão seu ponto de vista sobre o caso, e com o então chefe da Diplomacia Pública da Catalunha, Martí Estruch, que explica a luta midiática dos corpos diplomáticos da Espanha para sufocar a internacionalização do relato independentista.

A novidade da edição está nos recursos utilizados pela jornalista para facilitar a compreensão do litígio entre a Catalunha e a Espanha pelo público de língua portuguesa. Códigos QR ao longo da narrativa dão acesso a reportagens de jornais e de emissoras de TV na internet e a vídeos publicados nas redes sociais. Capturas de telas de publicações no Twitter e no Instagram se somam para ilustrar os fatos expostos, além de fotos cedidas pelo fotojornalista catalão Albert Salamé.

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Filme "1964, o Brasil entre armas e livros" terá lançamento no Recife, neste domingo (31)
Filme "1964, o Brasil entre armas e livros" terá lançamento no Recife, neste domingo (31)Foto: Divulgação

Ditadura, Regime Militar ou Revolução? – São essas perguntas que o novo documentário “1964 – O Brasil entre armas e livros” se propõe a responder. Produzido pela Brasil Paralelo, a obra traz um revisionismo histórico sobre o regime que durou 21 anos no país. No Recife, em parceria com o grupo Liberta Pernambuco, o documentário será exibido no Cinemark do RioMar Shopping neste domingo (31) - dia que marca o golpe militar no país - a partir das 20h. Os ingressos já foram esgotados.

O longa-metragem conta com a participação de escritores, historiadores, jornalistas, e filósofos, tais como Percival Puggina, William Waack, Rafael Nogueira, Olavo de Carvalho, Alexandre Borges, Andrzej Wojtas, entre outros, que expressam suas visões e análises sobre os fatos relacionados a 1964.




Dom Helder Câmara
Dom Helder CâmaraFoto: Edson Leal/Ministério da Cultura

Inspirados em dois livros nos falam sobre essa aproximação do bispo Dom Helder Câmara com as artes e para marcar a comemoração por seu aniversário 110 anos, o Instituto Dom Helder Camara (IDHeC) e o Fórum Articulação de Leigos e Leigas da Arquidiocese de Olinda e Recife (AOR) estão organizando, dentro das comemorações, um Sarau em tributo do líder religioso, morto em 27 de agosto de 1999, em Recife. A programação se dividirão em três partes, realizadas nos dias 07 e 10 de fevereiro, todos na Igreja das Fronteias, rua Henrique Dias s/n, Boa Vista.

O evento foi inspirado em dois livros que falam do interesse de Dom Heélder pelas artes: "Dom Helder Camara – Profeta para os nossos dias", do monge beneditino Marcelo Barros e “Andar às voltas com o belo é andar às voltas com Deus: A relação de Dom Helder Camara com as artes, organizado pelo Prof. Newton Cabral e pela historiadora Lucy Pina.

Lançamento do projeto Memória Viva - Em 1999 na comemoração dos 90 anos do Dom foi produzido um vídeo com depoimentos dos amigos e admiradores de Dom Helder, do Recife, do Brasil e do mundo. Esse vídeo foi exibido na noite de abertura das comemorações, na FAFIRE e, até onde se sabe, não foi entregue a edição finalizada ao acervo do IDHeC, tendo, portanto, sido perdidos todos esses preciosos relatos.

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Por essa razão, foi criado um acervo coletando depoimentos em um canal de youtube, criado especialmente para o projeto, com divulgação através das mídias, tradicionais e mídias sociais do IDheC – blog, twitter, Facebook e Instagram. O Projeto será lançado no dia 07 de fevereiro.

Sarau - Procurando recriar as noites dedicadas às artes de uma maneira geral que Dom Helder realizava nos Manguinhos, após o lançamento do projeto Memória Viva terá início o Sarau, com as palavras do Prof. Newton Cabral que falará sobre “As Noitadas no solar de São José dos Manguinhos”, mostrando a importância das artes na vida de Dom Helder. O Sarau segue mesclando a recitação ou leitura de poemas escritos por de Dom Helder, poemas escritos em sua homenagem e músicas da MPB que ele gostava e que faz referência em seus escritos ou que tenham alguma história com ele.

A noite contará, ainda, com artistas pernambucanos Silvério Pessoa e Cylene Araújo que também prestarão a sua homenagem ao arcebispo.

Bloco - Para encerrar a noite haverá uma pequena prévia do carnaval, no pátio da igreja das fronteiras, com o bloco Artesãos da Boa Vista.

As comemorações serão encerradas no domingo 10 de fevereiro, às 11 horas, com uma celebração Eucarística, na igreja das Fronteiras.

Serviço:

Comemoração dos 110 anos de nascimento de Dom Hélder Câmara 

Igreja das Fronteiras -  Rua Henrique Dias s/n, Boa Vista.
Lançamento Projeto Memória Viva e Sarau - Quinta-feira, 07 de fevereiro, às 19h.
Celebração Eucarística - Domingo, 10 de fevereiro, às 11h.

Bloco Mulheres CUTucando vai chamar atenção para a violência de gênero, racismo e reforma da Previdência
Bloco Mulheres CUTucando vai chamar atenção para a violência de gênero, racismo e reforma da PrevidênciaFoto: Divulgação

Além da brincadeira e diversão, o carnaval também pode ser palco para a reflexão política. Exemplo dissso é o bloco Mulheres CUTucando, organizado pela Secretaria da Mulher Trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CUT-PE). A agremiação promete arrastar foliãs e foliões ao som do frevo para levantar questões relacionadas ao combate a violência contra as mulheres, feminicídio, racismo e a reforma da Previdência. O CUTucando sairá quinta-feira (28), com concentração na Avenida Rio Branco, na pracinha Ascenso Ferreira, em frente ao restaurante “O Poeta”, a partir das 18h.

Segundo a organização, o bloco pretende denunciar as pautas propostas pelo governo Bolsonaro. Entre elas, a reforma da Previdência, Para Liana Araújo, secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT-PE, a ideia é chamar a atenção pela retirada de direitos. “Este governo quer retirar os nossos direitos e conquistas. As mulheres serão as mais prejudicadas principalmente, as que vivem do salário mínimo, as domésticas, as trabalhadoras mais humildes”, disse.

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Estandarte da Troça Sapo Barbudo
Estandarte da Troça Sapo BarbudoFoto: Társio Alves/Divulgação

A troça carnavalesca Sapo Barbudo, criada em 2018 para homenagear o ex presidente Lula, junta-se ao bloco das mulheres do PT, Bovoá com Elas e ao Feitiço da Estrela, do PT de Olinda, para realizar a "prévia por Lula livre", neste sábado (23). O encontro dos blocos petistas terá concentração às 13h, na Praça do Carmo e depois percorrerá as ladeiras de Olinda. A orquestra de frevo tocará temas alusivos à campanha pela libertação de Lula.

Na Rua Treze de maio, o cortejo petista encontrará com o Bloco da Diversidade que também programou sua prévia para o sábado e tem como tema "Ninguém vai voltar para o armário". A prévia carnavalesca é organizada pelas Secretarias e Setoriais do PT de Pernambuco. “A ideia é levar a nossa bandeira de Lula Livre durante o carnaval e convidar os blocos a se somarem com a gente”, diz Júnior Afro, Secretário de Cultura do PT PE.

Serviço:
Encontro de blocos petistas por Lula Livre
Quando: Sábado, 23/02
Onde: Concentração na Praça do Carmo, Olinda.
Horário: A partir das 13h

Fernando Monteiro (PP)
Fernando Monteiro (PP)Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

O deputado Fernando Monteiro (PP-PE) apresentou à Câmara dos Deputados projeto de lei que propõe maior destinação dos recursos da chamada “Lei Rouanet” para a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico do Brasil. A proposta determina que 80% dos incentivos criados pela Rouanet sejam destinados para projetos que tenham esta finalidade. Caso a proposição seja aprovada, mais de R$ 1,2 bilhão por ano será destinado a preservar e difundir o patrimônio histórico e cultural brasileiro.

Segundo o parlamentar, o projeto de Lei foi motivado pelos desastres recentes envolvendo importantes museus brasileiros. Somente nos últimos 10 anos, mais de 10 prédios que guardavam peças culturais e científicas consideradas únicas para o patrimônio nacional foram devastadas por incêndios. “Isso significa que temos mais de uma tragédia histórico-cultural por ano no Brasil”, alerta o deputado.

“Manter estruturas como estas sempre envolve um custo muito alto e tem sido uma tarefa cada vez mais árdua para o poder público”, observa Fernando. O parlamentar questiona a falta de políticas públicas eficientes, que reavaliem o investimento na preservação do patrimônio nacional. “No ano em que pegou fogo, o Museu Nacional, maior museu de história natural da América Latina, recebeu apenas dois terços do orçamento previsto para aquele ano, que já era ínfimo dado a sua relevância”, criticou.

Enenda o caso - O Teatro Cultura Artística (SP), em 2008, o Instituto Butantan (SP) em 2010, a Capela São Pedro Alcântara (RJ) em 2011, o Arquivo Público do Estado de São Paulo (SP) em 2012, o Memorial da América Latina (SP) em 2013, o Museu de Ciências Naturais da PUC de Minas Gerais (MG) também em 2013, o Centro Cultural Liceu de Artes e Ofícios (SP) em 2014, o Museu da Língua Portuguesa (SP) em 2015, a Cinemateca Brasileira (SP) em 2016 e, por último, o Museu Nacional (RJ) em 2018, foram todos devastados por incêndios.

Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)
Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)Foto: Beto Figueiroa/Divulgação

As ações afirmativas de valorização do frevo, expressão cultural reconhecida pela Unesco como Patrimônio Imaterial da Humanidade, estarão em debate em audiência pública, na Câmara Municipal do Recife, na manhã de quinta-feira (7). A audiência foi uma solicitação do vereador Ivan Moraes (PSOL), aprovada pelo plenário do Legislativo municipal. A reunião será realizada às 9h, no Plenarinho da Casa José Mariano. No próximo sábado (9) é comemorado o Dia do Frevo.

No final do ano passado, o Paço do Frevo, equipamento localizado no Bairro do Recife, passou a funcionar em horário reduzido, por conta do fim do contrato entre a Prefeitura do Recife e o Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), organização social que administra o Paço.

"A mudança no serviço oferecido à população e turistas gerou uma movimentação de cobrança da sociedade civil, e o Coletivo do Frevo procurou o mandato do PSOL na Casa para demandar a realização da audiência pública", afirma o vereador Ivan Moraes.

Além do Paço do Frevo, a Escola Municipal de Frevo Maestro Fernando Borges, localizada na Avenida Norte, também estará em pauta. O mandato do vereador Ivan Moraes, em 2017, realizou uma blitz de fiscalização na escola e verificou a necessidade de melhorias na infraestrutura.

Convidado(a)s para a audiência:

- Diego Rocha (Presidente da Fundação de Cultura da Cidade do Recife)
- Renata Duarte Borba (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN)
- Promotoria do Patrimônio Público Ministério Público de PE
- Ricardo Piquet (Presidente do Instituto de Desenvolvimento e Gestão – lDG)
- Paula Azevedo (Gestora da Escola Municipal de Frevo do Recife)

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