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Prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), em entrevista à Rádio Folha
Prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), em entrevista à Rádio FolhaFoto: Alfeu Tavares / FolhaPE

O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), após entrevista ao programa do Bocão na Rádio Folha (FM 96,7), na manhã desta quarta-feira (4), conversou com a reportagem da Folha de Pernambuco sobre as perspectivas para as eleições municipais de 2020. Segundo o socialista, o debate nacional deve pautar as campanhas pelo País.

"Eu acredito que o debate nacional vai fazer parte de todo o processo eleitoral do país em todos os municípios brasileiros. São cerca de 5.600 municípios e, em todos, o debate nacional sem dúvida nenhuma vai acontecer porque é um governo que tem uma posição muito demarcada de governar contra a população, sobretudo a população mais pobre", avaliou.

Geraldo acredita que a perda dos direitos sociais e a falta de políticas sociais serão levadas à reflexão para o eleitor. "É uma eleição que certamente vai discutir quem está com o povo e quem é contra o povo. Essa, certamente, será uma das discussões mais importantes que vai acontecer em 2020", disse o prefeito.

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Eleições 2020
Apesar de o PSB já trabalhar o nome de João Campos para a sucessão municipal no Recife e de outros partidos aliados em 2018 terem se colocado na disputa, o prefeito preferiu não antecipar o debate sobre a eleição. "É muito cedo para discutir ainda a articulação política. O PSB e a Frente Popular têm uma tradição de fazer isso mais perto do processo eleitoral, sobretudo nesse tempo de uma crise prolongada, em que as pessoas estão desempregadas, precisando de renda e de trabalho. O foco agora é na gestão, no trabalho", afirmou.

Sobre a manutenção da aliança com PT que se consolidou em 2018, apesar do desejo da deputada federal Marília Arraes (PT) de sair candidata no Recife -, reforçado pela presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann -, Geraldo disse que a postura do PSB será de tentar agregar os partidos, mas não interferir nas decisões de cada agremiação. "O comportamento do PSB nas articulações que vão acontecer vai ser igual a todas as vezes que a gente fez. A gente convida a todos que fazem parte da Frente Popular a participar do processo eleitoral conjuntamente e cada partido toma a sua decisão. E, em 2020, será assim de novo. Mas não fizemos nenhuma conversa ainda sobre a eleição de 2020", disse.

Zé Gomes é secretário Estadual de Organização partidária
Zé Gomes é secretário Estadual de Organização partidáriaFoto: Divulgação

O PSOL e as eleições municipais no Recife em 2020, protagonismo, independência e apresentação de um modelo alternativo de cidade com um programa anticapitalista.*

Zé Gomes

Secretário Estadual de Organização partidária

Executiva Estadual do PSOL Pernambuco


A coragem de afirmar o PSOL como projeto independente na esquerda, de resistir às pressões por atrelamentos automáticos e sem programa com setores que apesar da localização política e social são responsáveis pelo atendimento das demandas da elite e ataques aos direitos da população conquistados por décadas de luta e auto organização.

A coragem de absorver elaborações, construir parceria na visibilidade e aceitar o protagonismo na apresentação e defesa das pautas de setores que não se organizam nos espaços e formatos que a velha esquerda reconhece e tenta impor como correto.

A coragem de apresentar um programa sem conciliação de classe e defender que não construiremos um Governo de todxs e sim um Governo dos e das que lutam para e necessitam viver livres da opressão, de trabalhadores e trabalhadoras e de quem luta pela construção de uma cidade baseada em outro modelo, um modelo de cidade para as pessoas, com práticas e políticas públicas anticapitalistas, emancipadoras e ecologicamente sustentáveis.

Estamos em um momento de mudança na situação política, mudança essa que tem como marco e é causa e, ao mesmo tempo, efeito da eleição de Bolsonaro à presidência.

Essa mudança é para um regime político mais duro, com ataques à educação, à ciência e à arte, e limitações aos espaços democráticos e livres da sociedade. Hoje, a qualidade da democracia no Brasil é inferior à do período anterior, o Governo Bolsonaro tem como essência um projeto autoritário e ultra neoliberal.

Conjuntura e características do Governo protofascista, que representa o setor fascista da sociedade e se unifica com a totalidade da elite na pauta ultra neoliberal, terão profundo impacto tanto no processo eleitoral, levando ele para a polarização, nacionalização do debate e contraposição de projetos de sociedade, como em nossa participação, tal situação terá que refletir no programa, características e finalidades de nossa candidatura.

Temos consolidado o entendimento que necessitamos construir um recife que não existe, um Recife justo, igualitário, inclusivo, diverso, democrático, libertário e ecologicamente sustentável.

Precisamos apresentar candidatura e programa que sejam de conjunto, e que em todas as propostas, posições e ações tenham sentido e essência antirracista, antipatriarcal, radicalmente democrático, anticapitalista e antiproibicionista.

Como características da candidatura do PSOL, temos que ter inicialmente:

1 - O entendimento e a defesa do PSOL como protagonista, com independência e sem atrelamento ao projeto petista, a necessária defesa da democracia não se confunde com a anuência ou chancela ao ciclo de governos petistas que atenderam à elite econômica, atacaram direitos, executaram um projeto agressor ao meio ambiente e aos povos originários, não tiveram a firmeza na defesa das pautas de liberdades civis e estiveram como parceiros dos setores que historicamente sugaram as finanças do estado brasileiro durante o ciclo dos mega eventos e nos grandes projetos de infraestrutura no país.

2 - Firmeza no balanço do papel já cumprido pela frente popular e individualmente pelos partidos que a compõem, tanto nas gestões das grandes cidades de Pernambuco, como no governo estadual.

3 - Que não lamente e sim condene a opção consciente do pt e do pc do b de estarem como aplicadores e elaboradores da política do governo estadual e municipal, externando toda responsabilidade que esses têm no balanço de suas gestões.

Unidade como o novo, reconhecemos a importância da esquerda partidária, em especial das organizações socialistas. Porém não nos eximimos de localizar com prioridade hierárquica a necessidade de unidade no processo eleitoral com a esquerda social que tem feito luta constante na cidade do Recife.

Coletivos, organizações, redes, fóruns, frentes, articulações digitais e ativistas individuais que estão para além da legalidade partidária e organicidade do movimento social clássico.

Esquerda social em que parte significativa defende pautas dos oprimidos por séculos que só conseguiram afirmar seu protagonismo e representatividade nas últimas décadas, ao se libertar dos velhos e limitantes formatos de organização e participação política; bem como setores que defendem pautas contemporâneas e de grande emergência, mas que só as tem conseguido defender ao manter distância segura do formato e limitações que as velhas organizações políticas tentam impor como correto.

O Recife Arretado como parte da elaboração do programa.

Somos parte da articulação do Recife Arretado, iniciativa que tem se mostrado exitosa na amplitude de ativistas envolvidos e nas ações realizadas, permitindo experiências e acúmulos coletivos. A recente roda de diálogo na Associação Beneficente dos Cegos do Recife mostrou que as necessidades imediatas de diferentes segmentos da sociedade são de escuta e participação na elaboração e execução das ações da municipalidade.

A primeira etapa pública do Recife Arretado teve como centro uma enquete, que apurou a Mobilidade, com os elementos que engloba, como a pior característica/serviço da Cidade do Recife. Por anos temos sido a capital com mais tempo gasto por Quilômetro no percurso casa-trabalho/trabalho-casa, o sistema de transporte público metropolitano é caro e ineficiente, uma cidade onde as intervenções do poder público buscam atender ao transporte motorizado privado, em que as intervenções que alcançam o transporte coletivo sempre favorecem as empresas privadas de transporte. Uma cidade moldada para carrocracia, onde os outros modais são só peça publicitária.

O rechaço do atual modelo de cidade.

O resultado da enquete confirma a ideia central em nossa intervenção, precisamos construir uma cidade organizada a partir de um outro modelo, um modelo de cidade para as pessoas. No nosso programa precisamos ter a luta pelo direito à cidade como central.

Luta pelo direito à cidade é a luta por democracia

"O direito à cidade é muito mais que a liberdade individual de ter acesso aos recursos urbanos: é um direito de mudar a nós mesmos, mudando a cidade. Além disso, é um direito coletivo e não individual, já que essa transformação depende do exercício de um poder coletivo para remodelar os processos de urbanização."

David Harvey

A construção de outro modelo de cidade necessitará de democracia real, concretizada em espaços e mecanismo de escuta e definições sobre as ações da gestão, participação popular e controle social na elaboração e aplicação de políticas públicas e definições orçamentárias, são as medidas que podem permitir tal construção.

“(Recife)...Metade roubada ao mar,

Metade à imaginação,

Pois é do sonho dos homens

Que uma cidade se inventa.”

Carlos Pena Filho

Como escreveu o recifense Carlos Pena Filho, o poeta do azul, sonhos constroem as cidades. Infelizmente em seus quase 500 anos o Recife tem sido construído por sonhos de exploração, injustiça e opressão, a elite que assim sonhou, sugou suor, sangue e vida de homens e mulheres que construíram nossa castigada cidade. Sonhar não tem sido permitido no Recife para quem nela vive, trabalha e luta.

"Num mundo marcado por aquecimento global, desigualdades crescentes e crises, o socialismo tornou-se mais atual do que nunca."

Sâmia Bomfim, Deputada Federal, PSOL-SP

Viver é melhor que sonhar!

Apresentar um projeto exequível e anticapitalista é uma necessidade. Propor para o Recife uma possibilidade diferente de organização da sociedade, uma alternativa à exploração, à destruição da natureza e às opressões, que são a lógica do capitalismo, deve ser finalidade da participação do PSOL no processo eleitoral e centro para viabilização das vitórias políticas e eleitorais. Como escreveu a companheira Sâmia Bomfim em recente artigo: "É preciso falar de socialismo ...não há “humanização” a se esperar do capitalismo."

Não menos importante é que todos esses apontamentos e indicativos necessitam não apenas definir as questões relativas à Candidatura do PSOL para a Prefeitura da Cidade do Recife, a chapa de candidatos e candidatas à Câmara de Vereadores é parte fundamental para a apresentação do PSOL no processo eleitoral, temos que direcionar esforços para ampliação da bancada, o trabalho do mandato de Ivan Moraes mostra que se aumentarmos nossa bancada teremos uma intervenção mais profunda e próxima à população. O enraizamento do PSOL em Recife e sua consolidação como parte da vida política nacional nos coloca com grandes possibilidades para a construção de uma bancada ainda mais expressiva na câmara.

É necessário agradecer aos companheiros e companheiras que apontaram meu nome como possível candidato do PSOL à Prefeitura do Recife, o secretário geral nacional do PSOL, Leandro Recife; Thiago Carvalho, presidente do PSOL Recife; Áurea Cisneiros, dirigente municipal; Fran Silva, Dayson Caetano e Áureo Cisneiros, foram essenciais para que uma reflexão coletiva e militante organizasse nossa intervenção.

Um chamado à responsabilidade do PSOL!

O PSOL perderá muito ao não definir rapidamente o nome que irá apresentar seu programa no processo eleitoral. Durante o debate entre os pré candidatos do partido, ocorrido no dia 08 de Novembro, retiramos nosso nome, apostamos na unidade e que por consenso as forças da direção partidária definam o candidato, dos nomes postos o do companheiro Paulo Rubem passou a ser o por nós defendido. Além de ser o único dos nomes postos que possibilita a construção do consenso, Paulo tem todas as qualidades e características necessárias para representar o PSOL.

Fazemos um chamado público para que centremos o debate no programa e apresentemos imediatamente Paulo Rubem como candidato de consenso da direção partidária.

Por uma campanha pelo Socialismo e pela Liberdade!

Justiça para Marielle Franco e Anderson Gomes!

O professor e ambientalista Marcelo Rodrigues aproveitou a posse do novo Diretório Municipal do PT, na noite deste sábado (30), para oficializar o seu ingresso no partido.
O professor e ambientalista Marcelo Rodrigues aproveitou a posse do novo Diretório Municipal do PT, na noite deste sábado (30), para oficializar o seu ingresso no partido.Foto: Divulgação

O professor e ambientalista Marcelo Rodrigues aproveitou a posse do novo Diretório Municipal do PT, na noite deste sábado (30), para oficializar o seu ingresso no partido. Segundo ele, o ideia de fazer parte da legenda vinha amadurecendo há algumas semanas junto à alguns membros do partido. O fato de Leo Bulhões ter assumido a presidência da sigla acabou sendo um divisor de águas para que Rodrigues tomasse a decisão.

“Essa tendência de mudança de um novo coletivo do partido dá sinais de que o PT finalmente vai seguir um rumo de consolidação enquanto partido”, disse Marcelo. Sobre as eleições municipais, ele acredita que a sigla pode contribuir com um novo projeto para a cidade. “Eu espero que essa construção de partido já mostre ao povo de Caruaru que teremos uma cara de um partido de luta, que vai estar ao lado do povo e do lado dos anseios de mudança e melhoria da qualidade de vida do povo de Caruaru”, completou.

Rodrigues já ocupou a Secretaria Executiva de Assuntos Jurídicos da Prefeitura do Recife e, posteriormente, foi titular da Secretaria de Meio Ambiente, sendo responsável por iniciar o processo das ciclovias na capital pernambucana, além da Via Mangue, que contribuiu com o processo de mobilidade na Zona Sul da cidade. Ele é ligado ao advogado e também petista Cláudio Ferreira, que iniciou o programa de governo da pré-campanha de Marília Arraes ao Governo de Pernambuco.

Marília Arraes
Marília ArraesFoto: Arthur de Souza

A deputada federal Marília Arraes (PT) considerou “lamentável” a postura do prefeiturável e deputado federal, João Campos (PSB), sobre uma possível candidatura da petista à Prefeitura do Recife em 2020. Para Marília, João Campos “tentou intimidar um partido que fez um gesto pela unidade de um projeto que ele mesmo acredita”.

Marília Arraes se refere às eleições estaduais de 2018 quando o PT não permitiu que ela enfrentasse o então candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) na corrida pelo Governo do Estado. Na ocasião, o PT justificou a retirada da candidatura de Marília em nome do projeto nacional do campo das forças de esquerda. “Nosso gesto foi o de retirar a nossa candidatura”, lembrou.

João Campos teria, segundo Marília Arraes, tomado uma posição autoritária, o que não deveria corresponder com a postura atual dos socialistas. “Se é assim agora, imagine depois”, refletiu Marília.

A petista acha que João Campos agiu de tal forma “por falta de maturidade”. “A maturidade faz a gente ver que não se faz política na base da ameaça, da intimidação, isso foi à tradução explícita da imaturidade. Sem dúvida”, desabafou.

João Campos, Lula e Marília Arraes

João Campos, Lula e Marília Arraes - Crédito: divulgação

Deputado federal João Campos (PSB) será relator da CPI do Óleo
Deputado federal João Campos (PSB) será relator da CPI do ÓleoFoto: Luis Macedo - Câmara dos Deputado

O deputado federal João Campos (PSB), pré-candidato à Prefeitura do Recife em 2020, voltou a comentar sobre a posição do PT no próximo pleito eleitoral na capital pernambucana, em entrevista à Rádio Folha (FM 96,7), nesta quinta-feira (28). Questionado sobre o apoio da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann a uma candidatura própria da legenda em 2020, o que colocaria no páreo a deputada federal Marília Arraes, João disse que prefere não interferir nesta decisão, mas deixou uma reflexão sobre o assunto para o partido aliado.

"Sou dirigente do PSB e me sinto confortavel de falar sobre qualquer coisa do meu partido, mas não cabe a mim estar questionando decisão de qualquer partido que seja, aliado ou não. Acredito que as forças progressistas têm que ter maturidade para saber o caminho a seguir e entendendo que o adversário que temos no Brasil é o Bolsonaro. Tem que ter esse entendimento, mas o partido que tome essa decisão. O PT vai ter que tomar uma decisão e a decisão que ele tomar, que ele arque com as consequências", disse.
CPI do Óleo

Após ser designado relator da CPI do Derramamento de Óleo no Litoral, João Campos detalhou quais serão os primeiros passos do colegiado. "Nós vamos aprovar o plano de trabalho e a partir da proxima sema vamos ter as primeiras reuniões públicas com especialistas", contou João. Segundo o parlamentar, o passo seguinte serão as visitas externas para colocar a CPI à disposição edessas investigações. "A primeira visita deve ocorrer no estado do Rio Grande do Norte, na delegacia da PF que está conduzindo o inquérito", disse. A ideia é fazer também fazer reuniões de trabalho com o Ministério Público Federal e com a Marinha do Brasil, inclusive solicitando todos os documentos produzidos até o momento pelo inquérito, sigilosos ou não.

João Campos disse que a escolha do deputado Herculano Passos (MDB-SP) foi acertada, pois sinaliza um cuidado com o Turismo (Herculano também preside a Comissão de Turismo da Casa). "Acho que vamos fazer um grande trabalho. apresença dele mostra que nosso interesse é proteger o turismo e que a cadeia produtiva do turismo é importantíssima para o nosso litortal. Queremos saber o que aconteceu, punir os responsáveis. Isso mostra que o parlamento está pronto para fazer esse debate em alto nível", afirmou João.

Confira a entrevista com João Campos (nos minutos finais do áudio):

De acordo com a presidenta municipal do partido, Eugênia Lima, o evento marca o novo momento da legenda na cidade.
De acordo com a presidenta municipal do partido, Eugênia Lima, o evento marca o novo momento da legenda na cidade.Foto: Gustavo Glória / Folha de Pernambuco

O PSOL Olinda realiza uma atividade de acolhimento dos seus novos filiados na próxima sexta-feira (29), a partir das 18h, na Cosmo Casa, localizada na Rua São Francisco, 81, Bairro do Carmo. De acordo com a presidenta municipal do partido, Eugênia Lima, o evento marca o novo momento da legenda na cidade. "Vamos iniciar as nossas discussões para a construção de um programa para a cidade, além de uma chapa competitiva para as eleições de 2020", explica. A meta da sigla é lançar cerca de 25 nomes na disputa por uma vaga ao legislativo olindense.

Apoio ao vice-prefeito foi formalizado pelo prefeito Joãozinho tenório (PSDB) aproveitando visita do deputado André Ferreira (PSC)
Apoio ao vice-prefeito foi formalizado pelo prefeito Joãozinho tenório (PSDB) aproveitando visita do deputado André Ferreira (PSC)Foto: Kenneth Menezes

Faltando menos de um ano para a eleição, o prefeito de São Joaquim do Monte, Joãozinho Tenório (PSDB), aproveitou uma visita do deputado federal e presidente estadual do PSC, André Ferreira (PE), para anunciar que ambos vão apoiar o nome do vice-prefeito, Dr. Abrantes, à disputa municipal do próximo ano.

Em uma visita que contou que com vistoria às obras do Parque Olga Mendonça, que ganhará um pátio de eventos e pista de cooper e encontro com lideranças políticas da cidade, como o ex-prefeito João Tenório, o deputado participou de um café da manhã na casa do vice-prefeito.

Mais tarde, em entrevista à rádio Agreste FM, em Cupira, a pré-candidatura de Dr. Abrantes foi oficializado pelo prefeito Joãozinho Tenório, que fez um relato das negociações que culminaram na escolha e disse confiar que o seu vice, por já ter comandado São Joaquim do Monte e contar com o apoio do deputado André Ferreira em Brasília, vai fazer uma ótima administração. O deputado, em seguida, reafirmou o apoio.

“A gestão de Joãozinho Tenório conta com mais de 80% da aprovação popular. Isso mostra a qualidade da administração e, por consequência, facilitará o trabalho do seu sucessor, que, tenho certeza, será Dr. Abrantes. Além disso, vou trabalhar fortemente em Brasília para ajudar a São Joaquim do Monte a crescer ainda mais”, afirmou André Ferreira ao comunicador Willamar Alves, da Agreste FM.

Yves Ribeiro
Yves RibeiroFoto: Rogério França

Ocorreu nesta sexta-feira (22) a desfiliação de Yves Ribeiro do PSB, conforme carta em anexo encaminhada ao presidente da sigla, Sileno Guedes.

Na carta, Yves lembrou do tempo em que caminhou com o Arraes e Eduardo Campos, mas que não aguenta ver Paulista tão vilipendiada, como está com a atual gestão e que por isso necessita transformá-la, novamente, na cidade que o trouxe tanta premiação e louros como gestor público - inclusive como Prefeito Empreendedor do Sebrae.

Yves disputará a cadeira de prefeito do Paulista em 2020 pelo MDB com as bênçãos de Jarbas Vasconcelos e toda cúpula do da sigla.

Raul Henry, Celso Muniz (Ponta direita) e comissão do MDB de Olinda
Raul Henry, Celso Muniz (Ponta direita) e comissão do MDB de OlindaFoto: Divulgação

Na próxima sexta-feira (22), o presidente do MDB-PE, deputado federal Raul Henry, assinará a ficha de filiação do empresário Celso Muniz. O ato será realizado no Hotel Costeiro, em Olinda, a partir das 19h. Executivo do grupo Celso Muniz (CM), que administra o Shopping Patteo e o Shopping Boa Vista, Muniz chega com a missão de representar a sigla na disputa à Prefeitura de Olinda, em 2020.

Ele tem o apoio de um grupo de empresários do ramo da construção civil e do setor de serviços, além de vários profissionais liberais da cidade.

“É uma satisfação receber em nossos quadros uma pessoa como Celso Muniz, que é exemplo de trabalho, de geração de emprego e de renda. Ele representa a renovação para Olinda”, prevê Raul Henry.

O pré-candidato diz que escolheu o MDB pela história do partido e por suas lideranças. “O MDB é um partido de referência nacional, de luta democrática. Eu me sinto extremamente confortável caminhando ao lado dos senadores Jarbas Vasconcelos e Fernando Bezerra Coelho, além do deputado federal Raul Henry. Vamos mudar a forma de fazer política em Olinda”, comentou Muniz.

Deputado federal e líder do Solidariedade na Câmara Federal, Augusto Coutinho, assinou a ficha de filiação do ex-prefeito do município
Deputado federal e líder do Solidariedade na Câmara Federal, Augusto Coutinho, assinou a ficha de filiação do ex-prefeito do municípioFoto: Divulgação

A ficha de filiação do ex-prefeito de Camaragibe, Jorge Alexandre, ao Solidariedade foi assinada nesta terça-feira, 19, em Brasília, pelo deputado federal e líder do partido na Câmara, deputado Augusto Coutinho, e pelo presidente nacional da sigla, Paulinho da Força. O ato consolida o nome de Alexandre como pré-candidato do Solidariedade no município e acontece na mesma semana em que o atual prefeito, Demóstenes Meira (PTB), teve o mandato cassado pela Câmara de Vereadores.

“Jorge Alexandre é um político experiente e competente e chega ao grupo para somar. E Camaragibe é uma importante cidade da Região Metropolitana do Recife. Agora vamos dar início às conversas e ao processo de construção de alianças”, disse Coutinho. Jorge Alexandre foi prefeito de Camaragibe entre os anos de 2013 e 2016. Ele deixa o PSDB, mas a sigla deve se manter no mesmo palanque.

Tenho admiração pelo partido, em especial ao deputado Augusto Coutinho, que conheço desde os anos 2000 e sempre ajudou muito nossa cidade com destinação de emendas e tantas outras ações para o município. Então nada mais justo do que se filiar com o abono do nosso governador Paulo Câmara e mostrando a força do nosso deputado Augusto Coutinho”, declarou Jorge Alexandre.

O Solidariedade de Pernambuco possui vinte pré-candidatos a prefeito já definidos e na lista das cidades prioritárias estão Araripina, Ouricuri, Paulista e Itambé. Atualmente partido conta com duas prefeituras no estado, sendo elas Olinda, com professor Lupércio, e Jatobá, administrada por Goreti Varjão. Em ambos os municípios os gestores disputarão a reeleição.

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