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Deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD) é autor do projeto
Deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD) é autor do projetoFoto: Jarbas Araújo/Alepe

A crise do desabastecimento de combustível que afeta o País foi o tema dominante na sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (24). Parlamentares criticaram a condução do impasse pela gestão do presidente Michel Temer (MDB) e alertaram para os efeitos que a ausência da commodity pode causar em Pernambuco.

O deputado Rodrigo Novaes (PSD) manifestou solidariedade aos caminhoneiros, que fazem greve em protesto a política de preços adotadas pelo Executivo federal. Segundo ele, é preciso uma reavaliação da gestão adotada pela Petrobras.

“Lamento pelo caos, mas, às vezes, para enfrentar uma gestão que governa de costas para o povo, é importante que se tomem medidas radicais”, acrescentou. Por fim, Novaes criticou os postos de combustíveis que “se aproveitaram da situação” e elevaram os preços.

Joel da Harpa mostrou preocupação com o desabastecimento das viaturas policiais, já Socorro Pimentel chamou atenção para a situação das ambulâncias. Em contrapartida, Waldemar Borges fez um apelo para que a população evite “entrar na onda do apavoramento” e Laura Gomes garantiu que o Governo do Estado está tomando as providências para lidar com a questão.

Outros parlamentares aproveitaram a crise para criticar a condução política do País. “Parece que estamos numa disputa com a Venezuela para saber quem mais maltrata a sua população”, afirmou o deputado Romário Dias.

Em apartes, os deputados José Humberto Cavalcanti (PTB), Joel da Harpa (PP) e Alberto Feitosa (SD) endossaram as críticas de Romário Dias. “O quadro é muito preocupante e não temos quem possa levar o País a um entendimento, a algo que possa nos levar de volta à posição de liderança na América do Sul e entre os emergentes”, destacou Cavalcanti.

Já Feitosa não deixou de alfinetar a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) que, segundo ele, também é responsável pelo problema. “Nós, legisladores, nos acovardamos, deixamos de legislar e erramos por omissão. O governo anterior foi quem produziu esta crise, então ele é que deveria estar vivendo essa situação”, analisou Feitosa.

Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)
Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)Foto: Beto Figueiroa/Divulgação

A Câmara do Recife discute voto de aplauso aos 11 anos da marcha da maconha. Por oito votos a favor e doze contrários, a proposta do vereador Ivan Moraes (PSOL) não foi aprovada, mas gerou um intenso debate na Casa esta tarde. O tema foi levado a discussão na tribuna por Moraes e por Michele Collins (PP). O principal argumento dos parlamentares que se posicionaram contrários é que “faz muito mal à saúde”, como reforçou o vereador Antônio Luiz Neto (PTB).

A marcha aconteceu no último sábado (19) e percorreu importantes avenidas da Cidade do Recife. Em seu aparte, o vereador Jayme Asfora (PROS), explicou que não se tratava de uma apologia às drogas, mas sim do “aplauso a uma manifestação de pensamento”.

De acordo com o autor da proposta, o Ministério Público já se pronunciou sobre as movimentações que ocorrem em todo País “assegurando a liberdade de expressão e esclarecendo que não fazia apologia a drogas”. Ainda de acordo com ele, o voto de aplauso é somente uma forma de fortalecer uma bandeira. “A proibição mata muito mais que a droga. Precisamos fazer uma pergunta: quanto àquelas pessoas que têm um relacionamento problemático com drogas, queremos prendê-las, queremos matá-las ou queremos cuidar delas?”.

Para o vereador Renato Antunes (PSC), a diferença entre o uso recreativo e medicinal precisa estar bem estabelecido para que a Câmara do Recife aprove uma homenagem. “Não estamos aqui para ser contra a livre manifestação. Há marchas para tudo. Faço minhas as palavras de Antonio Luiz Neto. Sabemos que a erva foi criada para um propósito. Faz uso dela quem quer. Mas não podemos confundir o uso medicinal com o uso indevido”.

Fernando Haddad (PT), Paulo Câmara (PSB) e Marília Arraes (PT)
Fernando Haddad (PT), Paulo Câmara (PSB) e Marília Arraes (PT)Foto: .

Um dos principais articuladores do projeto majoritário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-ministro Fernando Haddad (PT) visitará Pernambuco, na próxima sexta-feira (25). Conforme o Blog da Folha antecipou, ele se reunirá com o governador Paulo Câmara. No entanto, ele também solicitou um encontro com a vereadora Marília Arraes (PT), que tenta viabilizar sua candidatura ao governo. A conversa com a petista ficou marcada para o início da manhã, já que ela deve seguir para outra agenda no interior, na sequência.

 A vinda de Haddad ocorre uma semana após ele elogiar a gestão de Paulo Câmara no Governo do Estado. A declaração foi dada após ele e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, visitarem Lula na superintendência da Polícia Federal de Curitiba. A afirmação foi vista como uma senha para uma aliança entre PT e PSB em Pernambuco.

Em entrevista ao Blog da Folha e Folha de Pernambuco, Haddad afirmou que o objetivo da visita seria coletar experiências da gestão do governador socialista em Pernambuco. Ele é um dos responsáveis pela formatação do programa de governo da candidatura de Lula à Presidência da República e está percorrendo todos os estados em busca de ações exitosas para a campanha presidencial do PT neste ano. 

 "Estou indo aos estados e vendo o que os governadores fizeram de melhor para formatar o programa de governo da campanha presidencial de Lula. Eu combinei com ele uma nova vista a Pernambuco. Deve ir para o Estado entre o final de maio e começo de junho", afirmou, após participar com Paulo Câmara de um evento promovido pela Fundação Lemman, no começo do mês.

A despeito das costuras nacionais, a vereadora Marília Arraes segue articulando sua candidatura. No último domingo (22), a petista fez um grande ato no Clube Internacional em defesa do seu projeto majoritário. Apoiadores do seu projeto político também pressionam as lideranças nacionais em defesa da tese de candidatura própria e contra a aliança.

A tensão interna cria um ambiente de conflito para a reunião do diretório do PT-PE, no próximo dia 10 de junho. O encontro deverá bater o martelo sobre o caminho da sigla no pleito do Estado.

Túlio Gadêlha
Túlio GadêlhaFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Pré-candidato a deputado estadual pelo PDT, Túlio Gadêlha, marcou presença no ato de apoio a pré-candidatura de Marília Arraes (PT) e em defesa do ex-presidente Lula - condenado a mais de 12 anos de prisão e cumprindo pena desde abril. Apesar dos pedetistas integrarem a Frente Popular, do governador Paulo Câmara, Gadêlha afirmou que “defende o direito dela [Marília Arraes] ser candidata” e reforçou não ser “dissidente”.

“Hoje não posso dizer que estou apoiando a candidatura de Marília, porque eu preciso fazer esse debate internamente dentro do PDT. Porém, a gente defende o direito dela ser candidata, porque ela não sendo candidata o povo pernambucano perde e a democracia perde mais", afirmou.

Apesar de admitir não ter discutido o assunto internamente na legenda, ele lembrou uma situação precedente em que o PDT liberou os candidatos para apoiar quem quisesse. “Em 2014 meu partido apoiou uma candidatura, a de Armando Monteiro e Paulo Rubens, Inclusive Paulo Rubens era o vice de Armando Monteiro pelo PDT. Em naquele momento o partido abriu dissidência. A família do presidente Zé Queiroz e a família Queiroz apoiou a candidatura de Paulo Câmara. Da mesma forma a gente tenta construir junto ao PDT essa dissidência, para apoiar a candidatura que a gente acredita”.

Além de Túlio Gadêlha, outros partidos também marcaram presença. O PSOL, PTB e PRB também tiveram representantes, como o caso do vereador de Brejão, Jânio Moraes (PRB).

Vereadora do Recife e pré-candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT-PT) também fez coro por 'Lula Livre'
Vereadora do Recife e pré-candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT-PT) também fez coro por 'Lula Livre'Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Milhares de petistas se reuniram no Clube Internacional do Recife, na Zona Norte da cidade, para reforçar o coro que pede a liberdade do ex-presidente Lula - preso desde 7 de abril pelo caso do triplex Guarujá - e a oficialização da vereadora Marília Arraes como candidata ao Governo de Pernambuco. Depois de ter percorrido o interior do Estado em mais de 40 atos de diretórios municipais, a vereadora recifense realizou na manhã deste domingo (20), seu primeiro grande evento na capital pernambucana.

Na solenidade, estiveram presentes muitas personalidades políticas, dentre elas, a deputada estadual Teresa Leitão (PT-PE), o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), o vereador do Recife, Jairo Brito (PT) e diversos outros parlamentares do interior do Estado. Além de artistas como Sérgio Mamberti, Cláudio Ferrari e pré-candidatos ao parlamento estadual, como Carlos Veras (PT) e Fernando Ferro (PT). Todos estão aqui em "defesa de Lula e Marília", como ressaltou Veras.

No evento, durante suas falas, todos os petistas tem aproveitado para reforçar a importância de se ter uma candidatura própria. Em seu discurso, o vereador do Recife, Jairo Brito, falou sobre a atuação de Marília Arraes na Câmara Municipal e lembrou a ausência da militância petista nas ruas nos últimos anos. "Marília resgata tudo isso".

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Veras também reforçou que em caso da opção da nacional pela candidatura própria em Pernambuco, o partido "não estará isolado" e admitiu conversas sobre alianças com outros partidos como o PSOL, o AVANTE e o PRB.

De acordo com Luciano Duque, em resposta às declarações polêmicas do presidente municipal da sigla, Oscar Barreto, afirmando sobre o evento da vereadora do Recife ser um "motim", o prefeito de Serra Talhada declarou que se tratava, sim, de um "motim de todos, da militância".



ALIANÇA
Apesar da presença maciça da militância petista nos eventos em prol da pré-candidatura de Arraes, as conversas entre alianças do PT com o PSB avançam a cada dia. Na última sexta-feira, quando houve o fórum dos governadores do nordeste e Minas Gerais, o governador Paulo Câmara a recebeu para um jantar o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner e Fernando Pimentel. Além de ter conversado por telefone com o ex-prefeito, Fernando Haddad. Uma possível aliança entre os petistas e socialistas poderia minar os planos de Marília Arraes, já que o acordo gira em torno de uma troca de favores entre Pernambuco e Minas Gerais, este último, com a retirada da postulação de Mário Lacerda a chefe do executivo estadual mineiro.

O vereador Rodrigo Coutinho é o autor do projeto de lei que transforma Setúbal em bairro
O vereador Rodrigo Coutinho é o autor do projeto de lei que transforma Setúbal em bairroFoto: Divulgação

A Câmara Municipal do Recife dá o primeiro passo para avançar na discussão sobre moradia popular. Durante a tarde desta quinta-feira (17), um grupo de vereadores sairá da Casa José Mariano para avaliar a condição de alguns prédios que estão abandonados no Bairro do Recife. De acordo com o vereador Rodrigo Coutinho (SD), presidente da Comissão de Planejamento Urbano da Casa, a principal ideia das visitas “é tentar, de forma muito pragmática, que a Prefeitura do Recife adote a ideia de transformar o que hoje é abandonado em habitação para os tantos recifenses que precisam”.

Ainda segundo o parlamentar, os vereadores estudam como propor a Prefeitura uma forma de negociar as dívidas de imóveis recifenses convertendo em políticas habitacionais.

A comissão de vistorias é formada pelos vereadores Ivan Moraes (PSOL), Rinaldo Júnior (PRB), Alcides Teixeira Neto (PRTB) e Ricardo Cruz (PPS) e André Régis (PSDB). “A primeira ideia é ouvir a população, das pessoas que hoje ocupam prédios, a segunda é tentar avaliar a condição em que estão os prédios até porque a gente convidou, por exemplo, o CREA e a Defesa Civil e a Prefeitura do Recife para avaliar se tem algum que tá com risco de desabamento, de incêndio ou de qualquer situação que venha a colocar em risco vida das pessoas”, explicou Coutinho.

De acordo com o vereador Ivan Moraes, os parlamentares fizeram um levantamento de quantos prédios se adequam a esta proposição e já destes, os primeiros serão visitados nesta quinta. No entanto, o roteiro de visitas só deve ser decidido entre os vereadores antes do compromisso. Moraes, que já promoveu audiências públicas sobre moradias populares, explicou que de acordo com levantamentos feitos pela ONG Habitat, existem cerca de 42 prédios abandonados ou semi abandonados somente em Santo Antônio.

Após essa primeira fase de apuração com as visitas, os vereadores devem discutir os resultados na Comissão de Planejamento Urbano e em seguida traçar estratégias propositivas sobre o caso.

Ciro Nogueira e Cid Gomes
Ciro Nogueira e Cid GomesFoto: Divulgação

O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, se reuniu com o ex-ministro Cid Gomes, irmão do presidenciável Ciro Gomes (PDT), em seu gabinete, em Brasília, nesta quarta-feira (16). O progressista se tornou o principal articulador do chamado "centrão" com a candidatura do pedetista.

O bloco movimentado pelo PP inclui partidos como PRB, Solidariedade e PR. Os dirigentes tentam montar uma estratégia em comum e não conseguem se identificar com o projeto do PSDB ou do MDB. 

Na esteira dessa discussão, Ciro Nogueira se tornou um entusiasta da candidatura de Ciro Gomes e articula, até mesmo, a possibilidade de indicar um vice na chapa do pedetista. No entanto, o PSB também corre por fora para indicar um nome. 

Gleisi Hoffmann
Gleisi HoffmannFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com a tentativa de construção da unidade do campo de esquerda nas eleições deste ano, a presidente do PT Nacional, Gleisi Hoffmann, com a direção do PCdoB, nesta quarta-feira (16). O encontro foi longo e durou toda a manhã. A dirigente petista tenta consolidar o projeto nacional da sigla diante do crescimento do projeto de Ciro Gomes (PDT). Gleisi quer garantir que o PT não perca espaço para os pedetistas na discussão nacional. Para isso, o comando do PT tenta pressionar aliados para apoiar o projeto nacional do PT.

Participaram do encontro a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, o ex-ministro Orlando Silva, a deputada federal Jandira Feghali e a senadora Vanessa Grazziotin. Pelo PT, além de Gleisi Hoffmann, estiveram presentes o vice-presidente do PT, Márcio Macedo, o deputado federal José Guimarães e o senador Lindbergh Farias.

Na ocasião, Gleisi Hoffmann fez questão de deixar claro aos aliados que o PT sustentará a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e registrará a candidatura do petista, mesmo que sub-judice. Em contrapartida, o PCdoB reforçou a necessidade de uma estratégia de consenso para não perder terreno para a oposição.

"Temos que nos convencer que é necessário construir uma estratégia comum para vencer esse quadro. Tem que haver um consenso. Se vai ter unidade no primeiro turno ou no segundo", afirmou Luciana Santos. 

 A dirigente disse que é preciso que todos os partidos estejam abertos para o diálogo sem vetos a nenhum projeto. "Até que ponto os partidos estão abertos para o diálogo. Estamos insistindo que as forças estejam abertas para o consenso. Não podemos excluir ninguém. O PCdoB já se mostrou que está disposto a colaborar para um projeto de País e não um projeto de partido individual", avisou Luciana.  

Além da discussão nacional, as articulações nos estados também foram tratadas. Petistas se mostraram dispostos ao apoio à reeleição Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão. Em contrapartida, os comunistas vão oferecer apoio no maior número de estados: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Piauí e Acre. 


Dilson Peixoto (PT)
Dilson Peixoto (PT)Foto: Arquivo Folha

No dia em que a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, se reúne com o governador Paulo Câmara (PSB), em Brasília, o secretário de Assuntos Institucionais do PT-PE, Dilson Peixoto, mandou um recado para as lideranças do possível aliado no Estado. O dirigente fez questão de deixar claro a importância da formalização do apoio do PSB ao projeto nacional dos petistas.

O recado tem endereço certo. Ao mesmo tempo em que tenta costurar o apoio do PT em Pernambuco, os socialistas flertam com o presidenciável Ciro Gomes. Tanto que nesta quarta-feira (16) o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, está reunido com o presidente do PDT Nacional, Carlos Lupi. As conversas não agradam a cúpula do partido do ex-presidente Lula que tenta viabilizar seu projeto majoritário.

"Está bastante avançado o processo de conversas com direção nacional do PT e PSB com o governador Paulo Câmara. Mas ainda há ajustes que precisam ser esclarecidos. Há ainda uma pendência. Uma das reivindicações do PT nesse momento importante que vivemos com Lula é fortalecer a candidatura do partido. É importante que o PSB formalmente anuncie a aliança nacional. Isso ainda não está claro", afirmou, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, nesta quarta-feira (16).

O dirigente alerta para a divisão instalada entre os socialistas para a disputa presidencial. Uma ala da sigla defende a aliança com o PT Nacional, mas outra parte quer o apoio a Ciro Gomes e o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), defende o apoio a Geraldo Alckmin (PSDB). "Me parece que PSB terá solução salomônica. Não ter candidato a presidente e não ter nos estados. Essa solução não atende a questão do PT que quer uma coligação formal", avisou.

Dilson Peixoto defende que é importante "tentar tirar o PT do isolamento" no momento que a sigla atravessa. A principal aposta do partido, o ex-presidente Lula está com a candidatura indefinida por conta da sua prisão e nenhum dos planos alternativos cotados emplacou nas pesquisas.

Luciana Santos
Luciana SantosFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Na luta contra a privatização da Eletrobras, Luciana Santos (PCdoB/PE) garantiu a permanência do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), fato considerado pela deputada federal pernambucana como uma vitória importante. O relator da Comissão que discute a privatização da Eletrobras, deputado José Carlos Aleluia (DEM/BA), acatou emenda de Luciana que altera o dispositivo e estabelece a obrigatoriedade de a Eletrobras manter o Cepel em funcionamento.

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O Cepel é um dos maiores centros de pesquisa aplicada para o setor de energia elétrica do mundo. Criado como departamento da Eletrobras em 1973, o Cepel mantém uma grande infraestrutura para pesquisa e a inovação, gerando tecnologia nacional para um setor que é importante e estratégico para qualquer país do mundo.

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