Foram encontrados 102 resultados para "Senado":

Senador ressaltou os esforços do governo federal visando o equilíbrio das contas públicas e, por consequência, o aumento da geração de empregos.
Senador ressaltou os esforços do governo federal visando o equilíbrio das contas públicas e, por consequência, o aumento da geração de empregos.Foto: Ivaldo Reges

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do governo no Senado Federal, destacou a expectativa pela retomada do crescimento econômico no país neste segundo semestre. Em viagem pelos municípios de Poção, Orobó e Ferreiros, no interior de Pernambuco, ao lado do deputado federal Fernando Filho (DEM) e de prefeitos e lideranças da região, FBC ressaltou os esforços do governo federal visando o equilíbrio das contas públicas e, por consequência, o aumento da geração de empregos.

“Estamos inaugurando uma agenda de reformas no país, que começou pela previdência, que vai promover o equilíbrio das contas públicas e nos permitir encerrar um longo período de estagnação econômica. Estou muito otimista e confiante. Nos próximos dias, o presidente Bolsonaro vai anunciar o pagamento do 13º do Bolsa Família, que será pago até o dia 7 de setembro, então serão mais recursos liberados para animar o consumo das famílias brasileiras, gerando mais renda e ajudando a ativar a economia”, afirmou o senador, em solenidade de entrega de duas ambulâncias e um posto de saúde no município de Orobó, no Agreste pernambucano. As ações foram frutos de emendas do deputado Fernando Filho.

Outra medida citadas por Fernando Bezerra Coelho foi a liberação de R$ 42 bilhões das contas do FGTS, anunciada recentemente pelo governo federal. “O trabalhador vai poder sacar o seu dinheiro e pagar suas contas, quem sabe fazer um pequeno investimento, e com isso a economia poder chegar ainda nesse ano a um crescimento mais expressivo. Acreditamos que será um crescimento em torno de 1%, mas o Brasil está se preparando para já no próximo ano ter um crescimento mais robusto, acima dos 2%, alguns acreditam que possa chegar a 3%, e com isso nós poderemos gerar mais de dois milhões de novos empregos”, completou.

Por fim, o senador falou da expectativa pela aprovação de um novo Pacto Federativo. “O governo federal vai propor um novo pacto federativo, isso significa mais Brasil e menos Brasília. Ou seja, o governo federal vai abrir mão de receitas, e transferi-las para estados e municípios. Neste ano, com a chegada dos recursos da cessão onerosa, que é uma área de exploração de petróleo e será vendida por mais de R$ 100 bilhões, o governo já decidiu que R$ 22 bilhões serão destinados a estados e municípios. Com tudo correndo bem no leilão, esse dinheiro deverá entrar até o dia 27 de dezembro. O que significa que os prefeitos poderão receber uma cota extra de Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o que poderá contribuir para injetar mais recursos no custeio, e assim promovendo uma série de ações voltadas ao atendimento dos munícipes”, concluiu.

FBC

Crédito: Ivaldo Reges

O senador está em Montevidéu, no Uruguai, onde participa da 65ª reunião plenária com os integrantes do bloco.
O senador está em Montevidéu, no Uruguai, onde participa da 65ª reunião plenária com os integrantes do bloco.Foto: Divulgação

As denúncias de que Deltan Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato montaram um plano de negócios com palestras e eventos para lucrar com a fama e os contatos obtidos na operação caíram, de acordo com o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), como uma bomba no Parlamento do Mercosul (Parlasul). O senador está em Montevidéu, no Uruguai, onde participa da 65ª reunião plenária com os integrantes do bloco.

Membro da bancada progressista, Humberto declarou, nesta segunda-feira (15), que os colegas dos outros países ficaram perplexos com as notícias divulgadas pela imprensa brasileira e avaliaram que a troca de mensagens publicada reforça o caráter persecutório, político e até financeiro da operação.

“Todos aguardam uma apuração rigorosa dos fatos. Temos conhecimento de que a parcialidade da Lava Jato no Brasil começou há muito tempo. No ano passado, a perseguição se intensificou para evitar que o líder nas pesquisas eleitorais, o ex-presidente Lula, disputasse o pleito. Hoje, estamos vendo os responsáveis por tudo isso sob absoluta suspeita. Eles agiram de foram criminosa e corrupta”, criticou Humberto.
Para o parlamentar, Deltan Dallagnol e outros integrantes do Ministério Público no Paraná buscaram usar o prestígio alcançado com parte da sociedade brasileira com a Operação Lava Jato para vender conferências mundo afora e tirar proveito econômico da situação.

“Eles tentaram organizar fundações e entidades por meio de sociedade oculta e agenciaram entre si a realização de palestras. Agora, temos certeza que a perseguição a Lula também teve um caráter não só político, mas também financeiro”, declarou.
No seu discurso na sessão plenária do Parlamento do Mercosul, o senador ainda afirmou que, a cada dia que se passa, a legitimidade do governo brasileiro eleito se perde, inclusive pelas descobertas reveladas pelo site The Intercept de que objetivos ocultos estavam presentes na atuação do então juiz Sergio Moro e de outros membros da Lava Jato.

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE)
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE)Foto: Roberto Stuckert Filho

Prestes a ser analisada no Senado, a Reforma da Previdência deverá encontrar resistência da oposição na Casa. A avaliação é do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). Segundo ele, a pressão popular contra a proposta deve se intensificar à medida que as pessoas tomarem conhecimento de como o projeto afetará as suas vidas. O senador disse ainda que a oposição deve se reunir para traçar estratégia conjunta contra a medida.

“A gente percebe que parte da população ainda não entendeu o que está em jogo e há uma crença falsa de que a Reforma da Previdência irá resolver todos os problemas da economia. Mas o tempo vai passando e a população vai se informando, vai vendo como essa proposta é cruel com os trabalhadores deste país, que vão ter que trabalhar mais para ganhar menos”, afirmou o senador.

Humberto lembrou ainda que parte dos especialistas já alertam para os problemas que implicarão a aprovação da Reforma da Previdência na economia brasileira. Segundo economistas da Paris School of Economics (PSE) e do Instituto de Economia da Unicamp, o projeto irá ampliar as desigualdades sociais e prejudicar os mais pobres, que normalmente começam a trabalhar mais cedo em funções extremamente desgastantes.

“Semana após semana, o próprio Ministério da Economia vem reduzindo a projeção do PIB deste ano. E, na melhor das hipóteses, teremos um crescimento pífio, ainda menor do que o do ano passado. Este é o resultado desse desgoverno que não tem projeto para o país, a não ser acabar com a aposentadoria dos mais pobres e promover o filho do presidente que fritou hambúrguer a embaixador nos Estados Unidos. E agora, com a Reforma da Previdência, o país pode ter uma nova legião de idosos miseráveis e entregues à própria sorte no momento que mais precisariam de amparo. Mas não vamos permitir, seguiremos denunciando este retrocesso”, afirmou.


Pedetistas estiveram no Palácio do Campo das Princesas com o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Julio
Pedetistas estiveram no Palácio do Campo das Princesas com o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo JulioFoto: Divulgação

Senador mais votado do Maranhão, principal reduto eleitoral dos Sarney, Weverton Rocha (PDT), sugeriu, hoje, em visita ao Recife, que a militância pedetista se envolva, nos próximos dias, na realização de protestos criativos e sem ódio, como a entrega de flores (símbolo da sigla) para chamar a atenção dos 81 senadores que votarão a Reforma da Previdência nos próximos dias. Ele também defendeu que a chamada esquerda se empenhe em apresentar à população um discurso político contra a reforma de maneira didática, sem usar o chamado “economês”. O parlamentar frisou, ainda, não ter posição definida sobre os deputados infiéis que votaram a favor da reforma.

Com linguagem simples, em palestra na sede do PDT estadual, Weverton falou sobre os males provocados pela reforma - aprovada na Câmara dos Deputados na última quarta-feira. Ele veio a Pernambuco a convite do deputado federal Wolney Queiroz, presidente estadual da sigla. “Estamos vivendo, talvez, a quadra mais difícil do nosso País”, declarou o parlamentar. “A reforma vai economizar empobrecendo nosso povo, nosso maior patrimônio”.

Wolney permaneceu em Brasília nas articulações pós aprovação da reforma e o anfitrião da visita de Weverton Rocha ao Estado foi o deputado estadual José Queiroz (PDT). Ele recebeu o senador ao lado do secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, Alberes Lopes, e os três estiveram no Palácio das Princesas para almoçar com o governador Paulo Câmara (PSB).

Os pedetistas também foram representados, no Palácio do Campo das Princesas,  pela secretária Municipal de Habitação do Recife, Isabella de Roldão, pelo presidente do PDT Recife, Fábio Fiorenzano, e pelos pedetista Roldão Joaquim e Wellington Batista.

Queiroz ressaltou, no início da palestra, que Weverton foi eleito em 2018 com quase dois milhões de votos, uma votação maior do que a do governador Flávio Dino (PCdoB), vencendo, naquela disputa majoritária, Sarney Filho (PV). “O que pesa mais na reforma vai ser a não possibilidade de muitos poderem se aposentar, infelizmente. Os que conseguirem, não vão conseguir a sua integralidade”, declarou o senador.

Weverton lembrou, que como o deputado Wolney Queiroz, acordou hoje com a mesma sensação pós-impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 2016.

 “Acordei muito triste porque não tivemos a capacidade de vender a nossa narrativa. O grande problema é esse. Como é que eu não consegui chegar a Seu João, falar que ele, que já é aposentado com Dona Maria, também será prejudicado com isso? Venderam que a reforma é só para quem vai se aposentar daqui para frente, mas é mentira. O senhor João recebe R$ 2 mil de aposentadoria e a dona Maria, companheira dele, recebe R$ 1 mil. Se, amanhã, ele morrer...O correto seria o dinheiro dele ir para dona Maria. Dona Maria passaria a receber R$ 3 mil para sustentar a família. Com o que foi aprovado, (a pensão de) Seu João perde 40% do dinheiro dele (da pensão que deixaria) e ela perde 20% do dela. Ou seja, o que era R$ 3 mil, fica por R$ 2 mil”, explicou o senador.

O senador Weverton respondeu a várias perguntas da plateia. Ele disse, por exemplo, ainda não ter a opinião formada a respeito da expulsão de oito dos 27 deputados da sigla pedetista que votaram a favor da Reforma da Previdência. Para ele, a decisão implicaria na perda de tempo nos discursos da liderança pedetista na Câmara. Ele defendeu, por outro lado, a saída dos infiéis de qualquer cargo expressivo do PDT indicado pelo PDT.

“Tem coisa pior na política do que o ostracismo? Tem coisa pior no mundo do que ser colocado no canto?” indagou.

Líder do PT no Senado, Humberto Costa
Líder do PT no Senado, Humberto CostaFoto: Roberto Stuckert Filho

Sumido há quatro dias das redes sociais, onde costuma ser atuante, o procurador Deltan Dallagnol foi duramente cobrado pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), nesta quarta-feira (10), por sua atuação política à frente da operação. O senador cobrou novamente o afastamento do coordenador da Lava Jato no Paraná e do ex-juiz Sergio Moro, exigiu que sejam investigados e declarou que Deltan deverá ser convocado a depor no Senado, já que faltou a um convite para falar na Casa.

nesta terça (09), Humberto assinou o requerimento de criação da CPI para investigar o caso e esclarecer o teor dos vazamentyos publicados pelo site he Intercept  em parceria com diversos veículos do país. O parlamentar afirmou que o áudio “com a voz inconfundível” de Dallagnol, divulgado pelo site The Intercept, é mais um fato de alta gravidade sobre o submundo da Lava Jato. “É um escândalo de gigantesca proporção, uma imundície sem precedentes”, sublinhou.

Segundo ele, pela primeira vez, veio à tona a voz de um dos envolvidos na trama sórdida da operação indica a militância política que movia seus integrantes. “Será que foi um hacker que entrou nas cordas vocais de Dallagnol e gravou aquele áudio de voz inconfundível e inimitável? Será que aquela fala com uma cretina comemoração pelo tolhimento da liberdade de um cidadão foi adulterada? Essa turma está nua, está desmascarada”, sentenciou.

Na avaliação do parlamentar, é inaceitável que Dallagnol ainda não tenha sido afastado pelo Ministério Público Federal, juntamente com seus colegas que disseram textualmente que temiam a volta do PT à Presidência da República. Ele entende que também é inadmissível que Moro ainda não tenha sido demitido e pose na condição de vítima, quando deveria estar sendo investigado.

“Estamos diante de uma prova cabal do envolvimento dos agentes da Lava Jato, todos coordenados diretamente por Moro, em uma articulação para prender Lula e lhe retirar os direitos políticos e das eleições e impedi-lo de falar com a liberdade que a Constituição assegura. É aterrador o que a chamada República de Curitiba fez com o Estado democrático de Direito”, observou.

O líder do PT no Senado acredita que o partido não foi derrotado por Bolsonaro na eleição, mas sim para um grupo que se instalou no seio do Estado para usar a estrutura estatal deliberadamente contra a sigla.

De acordo com Humberto, Moro já galgou um primeiro degrau de sua visível sede de poder, quando negociou vantagens e benesses e aceitou ser empregado de Bolsonaro, que ele suou a toga para ajudar a eleger.

“Agora, Moro vai ter que responder aqui o que mais ele pediu em troca da prisão de Lula e da subversão da Constituição e das leis para montar seus planos próprios. Uma cadeira no Supremo? Apoio para concorrer à Presidência da República em 2022? A ser vice numa chapa com seu chefe?”, disparou.

Líder do PT no Senado, Humberto Costa, também assinou a nota oficial do partido
Líder do PT no Senado, Humberto Costa, também assinou a nota oficial do partidoFoto: Roberto Stuckert Filho

Após a divulgação do aumento do número de desempregados há mais de dois anos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), cobrou da equipe econômica de Jair Bolsonaro (PSL) medidas urgentes para que o país volte a crescer. Para ele, o governo se perde em “conchavos e delírios enquanto a população é deixada à míngua”.

“O que a população quer é projeto para tirar o país da crise, quer uma resposta àqueles que estão desempregados, vivendo sem esperança. Mas o governo segue ignorando os anseios da população com pautas impopulares e sem sentido. Tanta coisa para o presidente se ocupar aí ele decide fazer estudo para mudar o padrão da tomada de três pinos. Seria cômico, se não fosse trágico”, disparou Humberto.

Segundo o lpea, o número de desocupados que estavam nessa situação há mais de dois anos chegou a 3,3 milhões de pessoas no primeiro trimestre deste ano, o que representa 24,8% dos desempregados brasileiro. O quantitativo é 42,2% maior do que o verificado no início da crise, em 2015. Na época, a taxa de 17,4% vivia nessa situação.

O levantamento mostra ainda que o desemprego de longo prazo atinge mais as mulheres e a população das regiões Norte e Nordeste e que não há perspectiva de melhora no quadro para este ano. Outro dado relevante mostra que o número de domicílios brasileiros que não tiveram qualquer renda de trabalho no primeiro trimestre deste ano também aumentou, em comparação ao primeiro trimestre de 2015, e chegou a 22,7%.

Para Humberto, a Reforma da Previdência apresentada por Bolsonaro não ajuda a resolver o problema do desemprego no país. “O governo quer apresentar a reforma como a redentora da economia. Não é e nunca será. Não é cortando o direito das pessoas se aposentarem que a roda da economia vai voltar a girar. O que vai acontecer é que vamos ver é o desemprego crescer e atingir de forma ainda mais cruel a população idosa deste país”, afirmou o senador.

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB)
Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB)Foto: Reprodução/Youtube

Durante a audiência pública no Senado do ministro da Justiça Sérgio Moro para prestar esclarecimentos sobre os vazamentos de conversas dele com procuradores quando ainda era juiz, nesta quarta (19), o líder do governo Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu o ministro e o questionou sobre as consequências dos vazamentos para a operação Lava Jato, nesta quarta (19).

"Estão sendo publicadas há dias supostas mensagens que podem ser interpretadas como uma influência do senhor na atuação do Ministério Público. Mas quem conhece o nosso sistema jurídico sabe que conversas entre procuradores, juízes e advogados acontecem. É comum a expressão 'embargos auriculares'. Eu queria entender que crimes haveriam nas supostas mensagens até aqui divulgadas. O senhor tem preocupação que as supostas conversas possam manchar ou impedir investigações da Lava Jato no futuro? Tem preocupação, senhor ministro, que o público se volte contra os poderes federais, especialmente considerando as recentes divulgações? O que está sendo apurado a respeito desses vazamentos?", perguntou Fernando Bezerra.

"O que eu tenho observado desse site em particular é que ele divulga essas questões com absoluto sensacionalismo sem que se faça uma avaliação apurada sobre as informações que está dando. É normal no Brasil esse contatos entre juízes, Ministério Público e policiais. O que tem que ser avaliado é o conteúdo desses contatos. Não posso aqui reconhecer a autenticidade, porque não tenho essas mensagens mais e elas podem ter sido adulteradas para gerar esse tipo de escândalo", respondeu Sérgio Moro.

O senador Fernando Bezerra aproveitor o espaço destinado para suas perguntas para destacar o trabalho do ministro a frente da segurança pública citando, por exemplo, a intervenção da Força Nacional no Ceará, Amazônia e Roraima, a criação do Programa Nacional de Combate aos Crimes Violentos. Como resultado dessas iniciativas, FBC apresentou números da redução de violência no país.

Veja a asudiência:

Senador Humberto Costa (PT) durante discurso no Senado
Senador Humberto Costa (PT) durante discurso no SenadoFoto: Roberto Stuckert Filho/Divulgação

Durante audiência com o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, que presta esclareciemntos no Senado sobre os vazamentos publicados pelo site The Intercept, nesta quarta-feira (19), o líder do PT no Senado, HUmberto Costa, se dirigiu ao ministro de forma incisiva, cobrando sua demissão.

"Vossa excelência que, intencionalmente ou não, enganou milhões de brasileiros, primeiro tenha humildade e peça demissão do ministério da Justiça. Não cabe uma pessoa com acusações graves como essa ser o chefe da Polícia Federal. E segundo, peça desculpas ao povo brasileiro por ter cassado o voto de milhões de brasileiros que queriam eleger outro presidente da república que está preso lá em curitiba e não esse que aí está", disse. 

Após essa colocação, o senador perguntou a Sergio Moro, baseado nas denúncias, se ele servia a algum projeto político. O ministro preferiu não responder à pergunta por a considerar ofensiva.

Confira:


Líder do PT no Senado, Humberto Costa
Líder do PT no Senado, Humberto CostaFoto: Roberto Stuckert Filho

O  líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), comemorou a decisão da Casa Alta de derrubar, nesta terça-feira (18), os decretos de Bolsonaro que liberam a posse e o porte de armas à população. Por 47 votos a 28, os senadores decidiram rejeitar a proposta. O projeto de decreto legislativo que revogou os decretos do presidente da República seguem, agora, para a Câmara dos Deputados. 

“É uma vitória da nossa sociedade, que não vai retroceder no seu processo civilizatório. Inundar a sociedade de armamentos e munições, que vão parar nas mãos da criminalidade, não é a pauta do país e não é o que quer a esmagadora maioria da população. E nós votamos conforme a vontade dos brasileiros”, afirmou Humberto. "As pessoas querem empregos, querem ver a retomada da nossa economia, querem a garantia de que seus direitos não serão cortados. Não querem essa pauta retrógrada e ultrapassada de Bolsonaro."

Para o senador, o governo não pode terceirizar a garantia da segurança à população. Em vez de liberar armas, ele acredita que a gestão de Bolsonaro deveria pensar numa proposta para fortalecer o Sistema Único de Segurança Pública, a fim de melhorar a inteligência policial, aumentar os efetivos e fazer com que a população efetivamente esteja assistida.

“Eu pergunto: os donos de estabelecimentos vão poder ter arma? Imagine um bar em que acontece uma briga que hoje se resolve na troca de socos. Como essas brigas vão se resolver na maior parte das situações? As pessoas talvez não tenham noção do que é, também, o poder de um vereador, de um deputado estadual ou de senador utilizar uma arma, de andar armado. É uma decisão profundamente equivocada”, resumiu.

O parlamentar ressaltou que os decretos do governo permitem uma quantidade absurda de munição liberada a cada brasileiro. Ele explicou que, pelo decreto, se uma pessoa tem uma arma, ela vai poder ter munição para dar 14 tiros por dia. Agora, se ela tiver as quatro a que tem direito, vai ter munição não rastreada para dar 55 tiros por dia. “Isso é um absurdo. Nós temos que garantir que o monopólio da força pertença ao Estado”, reiterou.

Humberto defendeu o Estatuto do Desarmamento. Ele ressaltou que as taxas de morte por arma de fogo caíram significativamente depois da implementação das regras e corrigiu alguns colegas em plenário que afirmaram que população quis se armar naquela ocasião, "mas os governos do PT não deixaram".

“O referendo do desarmamento debateu se seria mantida ou não a proposta de proibição da comercialização, em qualquer situação, da arma de fogo. O povo disse 'não' foi a isso, e isso não significa, por outro lado, a gente ir para a situação do ‘liberou geral’”, comentou.

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB)
Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB)Foto: Divulgação

O Senado aprovou nesta terça-feira (18) um empréstimo no valor de US$ 37 milhões para Pernambuco. Os recursos fazem parte de uma linha de crédito do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para os estados melhorarem a gestão fiscal.

Segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o governo federal está liberando a contratação de empréstimos com bancos internacionais como forma de modernizar a estrutura tributária e ampliar a capacidade de arrecadação dos estados.

“Estamos concretizando um instrumento importante de modernização do Fisco pernambucano para ampliar a arrecadação de receita própria no sentido de dar as condições do estado enfrentar essa grave crise que o país enfrenta”, afirmou Fernando Bezerra, que atuou para acelerar a liberação do empréstimo.

A mensagem autorizando a operação de crédito foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em 29 de maio e encaminhada para o Senado, onde foi aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos e depois pelo plenário.

comece o dia bem informado: