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Líder do PT no Senado, Humberto Costa
Líder do PT no Senado, Humberto CostaFoto: Roberto Stuckert Filho

A visita do presidente Jair Bolsonaro (PSL) a Pernambuco, prevista para a próxima sexta-feira (24), já enfrenta uma forte resistência de parlamentares da região. Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse que o Nordeste "sempre foi discrimando pelo presidente", derrotado em todos os nove estados na eleição passada, e que até agora não apresentou nenhum projeto para o desenvolvimento regional.

“O Nordeste, durante anos, sofreu com o descaso dos governantes do nosso país. Essa realidade só começou a mudar quando o presidente Lula assumiu o governo e, pela primeira vez, nós começamos a ser tratados como merecíamos. No entanto, todo esse esforço se esvaiu com na gestão de Michel Temer e, agora, com Bolsonaro. Aliás, desde que assumiu a gestão há quase cinco meses, o presidente já esteve na Suíça, no Chile, em Israel e duas vezes nos Estados Unidos. Mas jamais botou os pés no Nordeste. Isso dá uma ideia da prioridade que a região tem no seu governo”, afirmou o senador.

Segundo Humberto, o presidente não conseguirá fugir da pressão das ruas por onde passar. “Bolsonaro não é bem-vindo aqui. E sabemos isso desde a eleição, quando o presidente foi derrotado no primeiro e no segundo turnos. Ele não veio enquanto ainda gozava de popularidade. Agora, quando a sua gestão caindo de podre, quer vir aqui. Se ainda não entendeu, é no Nordeste que ele vai entender o tamanho da sua rejeição”, afirmou o senador.

“Os nordestinos nunca tiveram medo de ameaças. Ao ganhar a eleição, ele disse que o Nordeste não deveria pedir nada a ele, já que os governadores da região eram todos oposição ao seu governo. Mas o presidente pode ficar tranquilo, que nós não vamos pedir nada. Nós vamos às ruas lutar contra os retrocessos do seu governo”, disparou o senador.

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB)
Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB)Foto: Divulgação

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), anunciou que a recriação dos ministérios da Integração Nacional e das Cidades será retirada da Medida Provisória 870, que reorganizou a estrutura administrativa do governo federal. Segundo o líder, a decisão foi comunicada nesta terça-feira (21) ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, pelos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“Após aprovação do relatório, se criou todo um ambiente, através de declarações no Parlamento e fora do Parlamento, de que se estaria pressionando por espaços políticos na Esplanada dos Ministérios. E o presidente Rodrigo Maia e o presidente Davi Alcolumbre decidiram zerar o jogo para que a estrutura proposta pelo presidente Bolsonaro originalmente pudesse ser preservada”, afirmou Fernando Bezerra Coelho.

A recriação dos ministérios havia sido avalizada pelo presidente Jair Bolsonaro durante as negociações para a aprovação da MP 870 na Comissão Mista do Congresso.

De acordo com o líder do governo, a medida provisória deve ser votada pelo plenário da Câmara nesta quarta-feira (22) e, no dia seguinte, pelo plenário do Senado. “Há acordo para votar três destaques [emendas]: a permanência do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras] no Ministério da Justiça, a emenda que veda investigações de crimes não fiscais por auditores da Receita e a demarcação de terras indígenas”, disse.

O Congresso também deve votar nesta semana a MP 863, que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil; a MP 868, que altera o Marco Legal do Saneamento; a MP 866, que cria a Brasil Serviços de Navegação Aérea S.A., que sucederá a Infraero; e a MP 864, que abre crédito extraordinário no valor de R$ 225 milhões para o estado de Roraima.



Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE)
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE)Foto: Roberto Stuckert Filho

Diante do anúncio da fabricante de armas Taurus de que está apta a vender fuzis a cidadãos comuns no Brasil, a partir de decretos de Bolsonaro que autorizam a posse e o porte de armamento no país, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), criticou a medida do governo, nesta terça-feira (21).

"Enquanto o governo mergulha o Brasil num profundo caos econômico, social e político, o capitão reformado só pensa em armar os cidadãos", afirmou o senador, lembrando que a maior parte da população quer a retomada do crescimento do país, e não mais armamento. "São milhares de famílias destruídas por ano com mortes provocadas por armas de fogo. Não é autorizando o povo a ter fuzis e cinco mil munições por ano, sendo 16 mil para quem ter quatro armas, que os problemas serão resolvidos. Isso tudo para quê? É uma guerra? Não será dessa maneira que sairemos dessa calamidade", declarou.

D|e acordo com o parlamentar, a bancada do partido já protocolou um projeto de decreto legislativo para sustar o que ele chama de “ato arbitrário do presidente, que, de forma ilegal, instaurou um Estatuto do Armamento no Brasil”. Para Humberto, é urgente que o Congresso Nacional restaure a legalidade suspendendo medidas que exorbitam as atribuições do Poder Executivo.

“É uma inconsequência. Um disparate. Uma loucura para pagar fatura de campanha a um bando de lunáticos que se sentem num filme de Rambo”, disparou. Ele lembrou que metade dos governadores do país assinou uma carta pedindo a revogação do decreto editado pelo presidente no começo do mês.

O líder do PT no Senado ressaltou que, depois de um sólido trabalho ao longo dos últimos anos, os índices de homicídios começaram a cair em vários estados do país e, justamente agora, Bolsonaro se propõe a inundar o Brasil com armas.

“Certamente, serão traficadas para aparelhar a criminalidade. Além disso, uma briga de trânsito, uma discussão no bar, um bate-boca entre vizinhos, tudo isso pode acabar numa imensa tragédia com essas armas à mão – fora o imenso risco a que as crianças estarão expostas ao viverem sob o mesmo teto onde há armas de fogo”, disse.
O senador avalia que o decreto traz reflexos também para a economia, pois permite a entrada de pessoas armadas nas aeronaves, confrontando políticas de companhias aéreas estrangeiras, que anunciaram que deixarão de operar voos no Brasil por risco à segurança.

“Nem policial entra armado em avião. Ele tem de entregar a arma. Nem tesourinha passa no raio-x. Agora, o presidente quer que as pessoas entrem armadas. Tem lógica isso? O avião vai virar um desfile de pessoas armadas. Não sem quem vai ter coragem de viajar sabendo que tem gente armada”, comentou.

O líder do PT entende que o governo Bolsonaro gasta tempo com "medidas absurdas" e, em cinco meses gestão, "deixou o Brasil no buraco", com desemprego, o maior número de desalentados da história, maior nível de desigualdade de renda de todos os tempos, o PIB revisado pela 12ª vez para baixo e a explosão de preços e da inflação.

“O país está às bordas de uma depressão econômica. Todos os recordes negativos estão sendo batidos por Bolsonaro, e o que ele faz? Se abraça a uma pauta ideológica histérica, que em nada ajuda o Brasil a sair dessa situação. Ao contrário, acelera a nossa ida para o buraco”, criticou.

Humberto Costa (PT) é líder do PT no Senado
Humberto Costa (PT) é líder do PT no SenadoFoto: Roberto Stuckert Filho

Com o risco iminente de paralisação do funcionamento dos institutos e universidades federais em Pernambuco, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), endureceu o discurso contra os cortes que estão sendo promovidos pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e disse que os brasileiros não vão “permitir que o governo promova uma guerra contra a educação”.

"O ataque ao ensino público promovido pelo governo Jair Bolsonaro é, na verdade, uma tentativa de censurar o livre pensar. Eles estimulam o ódio a quem ensina, menosprezam quem faz pesquisa, quem estuda e busca um futuro melhor para si e para o Brasil. Na verdade, o que eles querem é reduzir o país ao mesmo nível dos que hoje estão no poder", afirmou o senador.

Entre as 10 melhores universidades do país, segundo o Ranking Universitário Folha, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) já está com seu funcionamento ameaçado a partir do próximo mês. A verba para água e a segurança da instituição só deve durar até junho, caso não sejam repassados novos recursos pelo Ministério da Educação. Em outubro, o funcionamento deve ser totalmente paralisado. Situação semelhante passam outras instituições de ensino, como a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e todas as unidades do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). Ao todo, mais de 82 mil alunos em Pernambuco poderão ficar sem aulas.

Nesta quarta-feira (15), em todo o Brasil, estudantes realizarão atos em favor do ensino público. Em Pernambuco, o ato está sendo marcado para 15h, na frente do Ginásio Pernambucano, na Boa Vista. Segundo o senador, a mobilização contra os cortes é fundamental. "É uma ação que extrapola qualquer partido. Todos estão se mobilizando em defesa do ensino público, inclusive a rede privada de ensino. O país vai dizer não aos inimigos da educação", afirmou.

Humberto Costa (PT) é líder do PT no Senado
Humberto Costa (PT) é líder do PT no SenadoFoto: Roberto Stuckert Filho

Um dia depois do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro comentar sobre a indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), revelada por Bolsonaro no fim de semana, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), criticou a “negociação barata envolvendo um dos mais elevados cargos da República”.

Para o senador, a conduta do ministro enquanto era juiz deve ser matéria de investigação. "Moro deveria ser investigado pela sua conduta de negociar a liberdade de um indivíduo em troca de um cargo público; suas decisões contra Lula deveriam ser anuladas pelo Poder Judiciário; e, se ele tivesse o mínimo de discernimento, deveria juntar os cacos da dignidade que lhe restou e pediria demissão", afirmou.

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Em um discurso duro no plenário do Senado, Humberto disse que houve uma confirmação pública de tudo aquilo que o PT já denunciava: a de que Moro fez uma transação política para emprestar ao novo governo o prestígio público que amealhou como juiz da Lava Jato em troca de uma cadeira no STF.


“Um balcão de feira armado enquanto ele vestia uma toga, com a qual perseguiu adversários e criou as condições decisivas para interferir no resultado das eleições e assegurar a vitória de Bolsonaro. O próprio vice-presidente, Hamilton Mourão, já havia reconhecido que essas negociações se deram ainda no período eleitoral”, ressaltou.

Para Humberto, o então juiz foi estimulado a agir mais ativamente em favor do futuro chefe, com a finalidade de lhe entregar o trabalho prometido. “Foi assim com a fantasiosa delação de Palocci, sem qualquer validade jurídica até hoje, e vazada criminosamente na campanha pela 13ª Vara Federal de Curitiba, com a finalidade exclusiva de prejudicar o PT. Um presente sob medida do juiz Moro em busca de se tornar o ministro Moro”, lembrou.

De acordo com o senador, se alguém ainda tinha alguma dúvida da militância de Moro, a "confissão" de Bolsonaro jogou luz sobre o assunto. “A toga caiu. E o que restou não foi um super-herói. O que restou foi um Moro que posou durante anos como paladino da moralidade e acabou descoberto como alguém que abaixa a cabeça à espera da recompensa prometida”, detonou.

O líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho
O líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra CoelhoFoto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O líder do governo no Senado e relator da Medida Provisória (MP) 870/19, que trata da reforma administrativa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), destacou hoje (9) o papel central do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no Executivo. Para o senador, a aprovação de emenda que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia não significa esvaziamento da pasta de Moro. A emenda que tira o Coaf do Ministério da Justiça foi aprovada na manhã desta quinta-feira pela comissão especial mista criada para analisar a MP.
  
"Não vejo o ministério de Sergio Moro esvaziado. O ministro Sergio Moro é uma figura central desse governo. Ele é o representante de compromissos importantes do presidente da República, é uma figura importante para uma pauta importante. Eu não vejo nenhum tipo de desprestigiamento”, disse o relator.

Fernando Bezerra Coelho reconhece a dificuldade para a aprovação da permanência do Coaf no Ministério da Justiça. "Fomos derrotados. Nós queríamos que o Coaf ficasse na pasta do ministro Sergio Moro, porém essa era uma matéria muito polêmica e dividia a comissão como também vai dividir o plenário da Câmara e do Senado", afirmou.

O relator da MP acrescentou que, embora o governo vá trabalhar para reverter a decisão da comissão especial sobre o destino do Coaf nos plenários da Câmara e do Senado, onde o texto ainda precisa ser votado, as chances são bem menores. "A gente se esforçou e a expectativa era de o governo ter maioria na comissão, porém isso não ocorreu. Isso é próprio do debate político e agora vamos trabalhar para mudar isso."
A comissão também aprovou emenda que prevê que a demarcação de terras indígenas passará a ser atribuição da Fundação Nacional do Índio (Funai), e não mais do Ministério da Agricultura. No relatório, Fernando Bezerra Coellho também acolheu a recriação de dois ministérios, das Cidades e da Integração Nacional, a partir do desmembramento do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Auditores

Também foi aprovada a restrição às investigações comandadas pela Receita Federal e uma limitação ao compartilhamento de informações bancárias e fiscais com órgãos como o Ministério Público, medida criticada por técnicos da Receita que dizem que o objetivo dela seria frear ações de combate a crimes, como a Operação Lava Jato, que utilizam dados do Fisco.

Pelo relatório aprovado nesta quinta-feira, a competência dos auditores da Receita ficará restrita à esfera criminal, à investigação de crimes tributários ou relacionados ao controle aduaneiro. O texto estabelece que, fora crimes tributários, ou aduaneiros, o auditor precisará de uma ordem judicial para compartilhar qualquer informação de indício de crime com órgãos ou autoridades.

Tramitação

A votação desta quinta-feira foi apenas a primeira etapa da MP que trata da reforma administrativa. As mudanças aprovadas hoje ainda precisam passar pelo plenário da Câmara e depois pelo do Senado. Para não expirar, o texto de conversão da medida provisória precisa ser ter a votação concluída nas duas Casas até o dia 3 de junho.

Líder do PT no Senado, Humberto Costa, também assinou a nota oficial do partido
Líder do PT no Senado, Humberto Costa, também assinou a nota oficial do partidoFoto: Roberto Stuckert Filho

Um dia depois de o governo decidir ampliar o porte de armas para um conjunto de 20 categorias, entre elas políticos eleitos, caminhoneiros e jornalistas, sem a “efetiva necessidade” de comprovação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou que a gestão Bolsonaro é "vocacionada à pauta da morte".

De acordo com o senador, as principais medidas anunciadas pelo capitão reformado nesses quatro meses de 2019 estimulam e patrocinam programas e projetos que irão ceifar a vida de milhões nos próximos anos. Segundo ele, se o Congresso Nacional não restringir essas ações na medida que for possível a ele, o Brasil será transformado em um imenso e verdadeiro faroeste.

“Estamos assistindo a uma série de iniciativas, nas mais diversas áreas, que atentam contra a vida da população. O Brasil está refém de uma pauta de governo que tem como carro-chefe a promoção do terror e da morte. Bolsonaro quer implementar o seu discurso de ódio de campanha a todo custo, mesmo que isso contrarie estudos e pareceres do próprio governo”, disse.

Humberto ressaltou que estão na pauta da morte o decreto de janeiro que facilitou a posse de arma de fogo; a decisão dessa terça que ampliou o porte para um conjunto de 20 categorias; o pacote anticrime de Sergio Moro, que institucionaliza licença para matar; e a liberação recorde de agrotóxicos (mais de um por dia este ano).

Além disso, o parlamentar incluiu na crítica a falta de abastecimento de remédios de fornecimento obrigatório do Sistema Único de Saúde e a retirada de radares de estradas federais.

“Um estudo de pesquisadores estrangeiros mostra que, até 2030, 28 mil pessoas vão morrer prematuramente por causa do teto de gastos promulgado pelo governo Temer - e estimulado pela equipe econômica de Bolsonaro. E a expulsão dos cubanos do Mais Médicos também irá gerar outras 100 mil mortes que poderiam ser evitadas caso o programa estivesse em pleno funcionamento. Uma vergonha”, lamentou.

O líder do PT no Senado reiterou que a falta de propostas concretas para o país está agravando a paralisia econômica e fazendo o quadro de perspectiva de recessão piorar, com subida desenfreada de preços de combustível e de gás, inflação alta, queda de renda e aumento do desemprego.

Ele lembrou que, depois de 21 anos, o Brasil não apareceu, pela primeira vez, na lista dos melhores países para se investir, segundo a opinião de investidores estrangeiros. “Sem nada a apresentar, Bolsonaro segue investindo na pauta de campanha. Quem perde com isso é o país”, finalizou.

Com cerca de 700 mil seguidores no Facebook, Twitter e Instagram, o líder do PT é o parlamentar mais influente de Pernambuco nas redes sociais
Com cerca de 700 mil seguidores no Facebook, Twitter e Instagram, o líder do PT é o parlamentar mais influente de Pernambuco nas redes sociaisFoto: Divulgação

A cobertura exclusiva da primeira entrevista dada pelo ex-presidente Lula desde a sua prisão levou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), a assumir o posto de mais influente senador do país em mídias sociais. Os vídeos da conversa de Lula com os jornalistas Florestan Fernandes Júnior e Monica Bérgamo exibidos nas redes de Humberto alcançaram mais de cinco milhões de pessoas pelo Facebook somente na sexta-feira (26), data em que foram exibidos, e acabaram reproduzidos até nas redes da ex-presidenta Dilma Rousseff.

O alto alcance das postagens fez Humberto subir seis posições e colocou o senador petista no topo do ranking FSBinfluênciaCongresso, que afere a performance dos parlamentares nas redes sociais. O líder do PT, que cresceu quase 20 pontos percentuais, derrubou outros senadores com alto número de seguidores, como Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), e o líder do PSB, Jorge Kajuru (GO).

"Nossas mídias sociais são um importante instrumento político de comunicação e interação com a população. Elas servem à difusão de conteúdo de qualidade e como mecanismo de informação aos nossos seguidores, para que acompanhem o nosso trabalho, a nossa atuação e fiscalizem as ações do governo", afirmou Humberto Costa.

Com cerca de 700 mil seguidores no Facebook, Twitter e Instagram, o líder do PT é o parlamentar mais influente de Pernambuco nas redes sociais e o único do Estado entre os Top20 do Congresso Nacional no ranking FSBinfluênciaCongresso. Humberto também é líder no Norte e Nordeste e está, permanentemente, entre os 10 maiores do Brasil em influência digital.

Projeto é de autoria do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB)
Projeto é de autoria do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB)Foto: Reprodução/Instagram

O Senado aprovou projeto do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) que obriga os bancos a adotarem o código braille nos contratos firmados com deficientes visuais. A proposta foi aprovada em caráter terminativo pela Comissão de Direitos Humanos e será analisada, agora, pela Câmara dos Deputados.

Segundo o senador, algumas instituições financeiras não disponibilizam meios em braille nos contratos com pessoas com deficiência visual, argumentando a falta de imposição legal. No entanto, a adoção do sistema braille é fundamental para a autonomia de deficientes visuais e para a participação social em igualdade de condições e oportunidades. Além disso, a medida quebra uma “significativa barreira de comunicação”, permitindo aos deficientes visuais acesso efetivo às informações necessárias ao pleno exercício da cidadania.

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“Demos um grande passo no sentido de privilegiar e prestigiar aqueles que são portadores de deficiência visual, que, muitas vezes, são obrigados a assinar contratos, sobretudo com instituições financeiras, mas que não vêm na linguagem braille, para que ele possa ter pleno conhecimento daquilo que está acordando e contratando com instituições financeiras e bancos”, disse Fernando Bezerra Coelho.

A medida entrará em vigor 180 dias após a sanção presidencial, período de adaptação de bancos e instituições financeiras.

Projeto é de autoria do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB)
Projeto é de autoria do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB)Foto: Reprodução/Instagram

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) informou que a Medida Provisória 870 deve ser alterada pelo Congresso Nacional, mas ponderou que a nova estrutura administrativa proposta pelo governo reúne as condições para que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) cumpra os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral. Ele participou de audiência pública nesta quinta-feira (25) com representantes do Ministério da Economia e da Casa Civil na comissão que analisa a MP da reforma administrativa.

Segundo o senador, as conversas com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, indicam que o relatório a ser apresentado em 7 de maio vai contemplar “algumas preocupações” colocadas por representantes da sociedade civil durante as audiências públicas.

“Eu tenho a impressão que poderemos avançar num relatório que contemple algumas das preocupações aqui colocadas, mas preservadas a legitimidade do presidente Bolsonaro de propor uma estrutura administrativa que ajude o governo federal a honrar os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral no sentido de produzir maiores e melhores resultados para a sociedade brasileira, sobretudo, permitindo que o Brasil se reencontre com a sua trajetória de crescimento”, disse o relator.

No total, foram realizadas cinco audiências públicas na comissão que analisa a MP 870, que recebeu 545 emendas.

Nesta quinta, o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, afirmou que o objetivo da medida provisória é dar mais eficiência às mudanças necessárias para o crescimento econômico do país. “A ideia por trás da criação do Ministério da Economia não era ser um superministério, com superpoderes. A ideia era botar todo o alinhamento da política econômica debaixo da mesma condução”, explicou Guaranys.

O secretário Especial de Desburocratização e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, acrescentou que a MP permite a redução de gastos com atividades-meio para aumentar os investimentos em atividades-fim, aquelas “que beneficiam o cidadão e a sociedade, e que podem gerar empego, renda e desenvolvimento”.

“Infelizmente, o governo tem uma estrutura-meio muito grande. E quanto maior o número de ministérios maior o valor gasto com atividade-meio. O grande objetivo da MP foi fazer esta transformação, porque o foco do governo é o cidadão”, ressaltou.

De acordo com Uebel, a MP reduziu em 1.780 o número de cargos e funções comissionadas na estrutura do governo federal, o que significa uma economia de R$ 15 milhões em 2019. A partir de 2020, a economia vai ultrapassar R$ 17 milhões.

O secretário de Desburocratização e Governo Digital também destacou a legitimidade do governo para fazer as mudanças. “Temos um mandato popular com essa diretriz. O presidente Bolsonaro foi eleito com um plano de governo que falava claramente na redução de ministérios e no aumento de eficiência com foco no cidadão.”

Já o subchefe-adjunto para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Felipe Cascaes, justificou a transferência da competência para demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura. “O Incra tem expertise em demarcação de terra. Não se vislumbra retrocesso neste caso.”

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