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Em entrevista à coluna digital No Cafezinho, o primeiro secretário da Assembleia Legislativa, Clodoaldo Magalhães, conta que o Legislativo estadual estuda modificações no uso da verba indenizatória dos gabinetes dos parlamentares. Após o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) apontar irregularidades na utilização do recurso, o parlamentar garante que medidas estão sendo tomadas para dar mais transparência ao processo. Entre elas, a mudança dos itens para gasto com verba indenizatória.

Na conversa, ele ainda alerta para o estado de conservação do Palácio Joaquim Nabuco, onde a Mesa Diretora procura um parceiro privado para a construção de um museu. A disputa pelas prefeituras da Zona da Mata Norte também são assunto da conversa.

Em entrevista à coluna digital No Cafezinho, o deputado federal Fernando Rodolpho (PR) conta como saiu do jornalismo para ocupar uma cadeira na Câmara Federal. No primeiro mandato, ele será o coordenador do Nordeste da Comissão Ética de Combate à Corrupção e está alinhado com a pauta do ministro da Justiça, Sergio Moro, de repressão à criminalidade.

Representante da região do Agreste, ele não descarta disputar a Prefeitura de Caruaru, mas adianta que prefere concluir o mandado de parlamentar. Ele afirma que a população caruaruense está cansada dos grupos tradicionais da cidade e deseja eleger um nome novo para a disputa de 2020.

Deputada federal eleita (PT) Marília Arraes em entrevista ao No Cafezinho #94
Deputada federal eleita (PT) Marília Arraes em entrevista ao No Cafezinho #94Foto: Anderson Stevens / Folha de Pernambuco

Em entrevista à coluna digital No Cafezinho, a deputada federal Marília Arraes (PT) fala sobre a expectativa para assumir o mandato e a posição do PT no cenário político em Pernambuco. A legisladora critica a aproximação da agremiação petista com o PSB e a falta de diálogo interno no PT. A parlamentar também promete uma oposição forte ao Governo Bolsonaro e resistência na Câmara Federal.

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Confira a entrevista completa: 

O No Cafezinho recebe no quadro Telefone Sem Fio o deputado federal eleito Túlio Gadêlha (PDT) e a deputada estadual eleita Gleide Ângelo. O pedetista é questionado sobre suas propostas para o combate à violência contra a mulher.

Telefone Sem Fio
O quadro consiste em um jogo de pergunta entre os entrevistados do No Cafezinho. O convidado responde a questão deixada pelo antecessor e, por sua vez, indaga o protagonista seguinte sobre qualquer tema.

Túlio Gadêlha em entrevista ao No Cafezinho
Túlio Gadêlha em entrevista ao No CafezinhoFoto: Anderson Stevens / Folha de Pernambuco

A coluna digital No Cafezinho recebe nesta semana o deputado federal Túlio Gadelha (PDT-PE). O parlamentar fala das críticas que vem recebendo nas redes sociais, em especial, de artistas desde o seu encontro com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a registros da sua vida pessoal. O pedetista defende o diálogo com forças antagônicas e critica o "sectarismo da extrema direita e extrema esquerda". "Não faço política assim", pondera.

"Crítica, eu enfrento a vida toda pela vida pessoal e política. Não é isso que assusta. Lógico que tiveram artistas jovens da Zona Sul do Rio também que têm expressão nas redes sociais e publicaram e me criticaram, mas, veja, sou um jovem político da Zona Norte do Recife. O que temos em comum é só a juventude, somos diferentes. O que acho é que precisamos fazer uma política madura e o diálogo é a base fundamental dessa política", relata.

Túlio Gadêlha também fala sobre a sua relação com o PDT e os projetos do partido para 2020.

Carol Brito, Cristiano Pimentel e Renata Bezerra de Melo
Carol Brito, Cristiano Pimentel e Renata Bezerra de MeloFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

A edição especial de Natal da coluna digital No Cafezinho recebe o procurador do Ministério Público de Contas Cristiano Pimentel para tratar das perspectivas do combate à corrupção em 2019. No cardápio, está a nomeação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, o futuro da Operação Lava Jato e as ações efetivas que devem ser tomadas para inibir práticas criminosas. Confira a entrevista completa!

Secretário-executivo Bernardo D'Almeida (esq) e presidente do PSL, Luciano Bivar
Secretário-executivo Bernardo D'Almeida (esq) e presidente do PSL, Luciano BivarFoto: TV FolhaPE

O No Cafezinho estreia o quadro Telefone Sem Fio com o secretário-executivo da Fazenda de Pernambuco, Bernardo D’Almeida, e o presidente do PSL, Luciano Bivar. O liberalista é questionado sobre como o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) tratará as políticas públicas.

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Telefone Sem Fio

O quadro consiste em um jogo de pergunta entre os entrevistados do No Cafezinho. O convidado responde a questão deixada pelo antecessor e, por sua vez, indaga o protagonista seguinte sobre qualquer tema.

TV FOLHA,
TV FOLHA,Foto: Reproducão/YouTube/TV FolhaPE

A coluna digital No Cafezinho recebeu o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. Cotado para disputar a Presidência da Câmara Federal, o deputado federal eleito trabalha para dar unidade e conciliar os interesses da turbinada bancada do seu partido, composta em sua maioria por parlamentares novatos. O dirigente admitiu que há pressão dentro do PSL para que a legenda ganhe mais espaço, além de um movimento para que os legisladores liberais indiquem o próximo comandante do Legislativo federal ou apoiem alguém com identificação com suas bandeiras. No entanto, a composição depende da construção das pontes para garantir a governabilidade para o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Na semana passada, um café da manhã reuniu Bivar, o capitão reformado do Exército e o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Na conversa, as pautas fiscais de interesse para o futuro governo, mas a pauta política também não ficou de lado. Novos encontros entre as lideranças, inclusive, já estão programadas.

Apesar dos laços com Maia, Bivar admite que há pressão interna por mais espaço para o PSL. Internamente, a temperatura teria aumentado com o fato do DEM ter indicado três auxiliares ministeriais, mas o dirigente disfarça quando questionado. "Você (jornalista) está me pressionando, como também toda a bancada está me pressionando, como presidente, todo mundo reinvindica mais espaço para o PSL, mas posso dizer que o fato do DEM ter três ministros não está diretamente ligado aos Democratas", afirmou Bivar.



O dirigente afirma que as indicações da sigla democrata não são partidárias, mas costuradas individualmente. As indicações para os ministérios sem consultar os caciques partidários vem acumulando insatisfações nos bastidores. No entanto, Luciano Bivar afirma que Bolsonaro sempre declarou que a composição das bancadas não passaria por partidos. "O ministério não está sendo feito em cima de repartições de partidos, mas por critérios absolutamente técnicos. É isso que ele falou durante toda a campanha, ele não está enganando ninguém", defendeu.

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O dirigente também fala sobre os critérios adotados pelo presidente eleito para indicar seus ministros e o impacto do aumento dos salários do STF no futuro Governo. Bivar é contra um efeito cascata que aumente salários no Congresso Nacional. Sobre a relação com o governador Paulo Câmara, Bivar destaca a amizade com o gestor e garante que diferenças ideológicas não vão atrapalhar o diálogo institucional entre o Palácio das Princesas e o Planalto. Contudo, Luciano Bivar critica o recente aumento de impostos no Estado para custear a promessa de pagamento do 13º salário do Bolsa Família. Ele garante que Jair Bolsonaro fará diferente no plano nacional e não irá penalizar o contribuinte para fazer valer sua promessa de campanha de também oferecer a parcela extra do programa de transferência de renda federal.

Carol Brito (esq), Bernardo D'Almeida e Renata Bezerra de Melo
Carol Brito (esq), Bernardo D'Almeida e Renata Bezerra de MeloFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Com a missão de defender o pacote de aumento de impostos e criação do programa Nota Fiscal Solidária do Governo de Pernambuco, o secretário-executivo da Fazenda, Bernardo D'Almeida, virou vitrine e assumiu a linha de frente na defesa de uma das propostas mais espinhosas apresentadas pelo Palácio do Campo das Princesas, desde a reeleição do governador Paulo Câmara (PSB). Em entrevista à coluna digital No Cafezinho, o auxiliar estadual garante que o aumento da carga tributária proposto foi feito "para o bem da sociedade" porque majora a carga de produtos de acordo com seu impacto econômico, ambiental e na saúde. Ele também garante que os critérios utilizados pelo Nota Fiscal Solidária estão de acordo com as condições de famílias que recebem o Bolsa Família.

Segundo o projeto do Governo do Estado, os beneficiários do Bolsa Família que quiserem fazer parte do Nota Fiscal Solidária vão ter que gastar R$ 500 por mês, em um total de R$ 6 mil por ano, para ter acesso ao valor equivalente a uma parcela do Bolsa Família de R$ 150. Apesar das famílias participantes do programa estarem em situação de extrema pobreza, o auxiliar afirma que o benefício não é a única fonte de renda da população.

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"(O líder da oposição) Silvio Costa Filho (PRB) colocou como absurdo que uma pessoa consuma R$ 500 reais com produtos da cesta básica. Na audiência, eu coloquei de forma clara que a família pernambucana é trabalhadora. A família que recebe o Bolsa Família não deixa de trabalhar não. Ela não ganha salário mínimo, mas consegue renda. Se prevalecesse o pensamento de que o beneficiário só ganha o Bolsa Família, teríamos um canteiro de mortos nas estradas e cidades do interior do Estado", avalia.



O gasto previsto no projeto, contudo, não comporta todos os custos para a manutenção de uma família e calcula apenas as despesas com ítens específicos detalhados na matéria, como feijão, arroz, óleo de soja, frango, ovos, carne, entre outros. Segundo o auxiliar, pesquisas atuais sobre o Bolsa Família mostram que 90% dos produtos que essas famílias consomem pertencem à cesta básica e somente 10% é destinado para outros gastos. Entre os estudos enviados pelo secretário para a reportagem- que segundo ele embasaram o cálculo do governo - estão pesquisas sobre hábitos de consumo de beneficiários do programa no Sul e Sudeste, além de um estudo sobre os usuários do programa em uma comunidade de Caruaru, que apontam que 91% das famílias declaram como prioridade o gasto com comida.

Setores produtivos
Enquanto afina a retórica, Bernardo D'Almeida também corre para apagar incêndios. Ele vem se reunindo com entidades representativas de setores produtivos para explicar o impacto econômico da proposta.

Ontem, ele esteve com representantes da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que criticou o aumento de 12% para 14% na alíquota de carros com valor acima de R$ 50 mil. Também se encontrou com representantes do setor sucroalcooleiro para tratar do aumento de 2% no etanol.

Cotado
Questionado se a participação na linha de frente do Governo poderia render uma indicação para o primeiro escalão estadual, Bernardo D'Almeida se esquivou: "Sou soldado e bom soldado fica na planície". Nos bastidores, o nome dele é cotado para assumir a titularidade da Secretaria da Fazenda.

Carol Brito (esq), Silvio Costa Filho e Renata Bezerra de Melo em gravação do No Cafezinho #84
Carol Brito (esq), Silvio Costa Filho e Renata Bezerra de Melo em gravação do No Cafezinho #84Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

De malas prontas para Brasília, o líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Silvio Costa Filho (PRB), ainda está com as atenções voltadas ao embate no território estadual. Na próxima segunda-feira, o parlamentar reúne a oposição para tratar do pacote de 28 projetos enviados pelo Executivo. A cobrança principal do parlamentar é por diálogo. Em entrevista a coluna digital No Cafezinho, o oposicionista questiona o aumento na carga tributária estadual para garantir que o governador Paulo Câmara (PSB) tire do papel as promessas de campanha.

O deputado adverte que o governador "está aumentando em 2 pontos percentuais a alíquota do álcool", enquanto promete reduzir em 2 pontos percentuais o imposto do diesel. "Ou seja, vai na contramão do resto do Brasil, aumenta alíquota para fumo, bebidas...Isso, ao final, prejudica o setor produtivo, o micro e pequeno empresário e a população". Reforça que projetos, assim, "não deveriam estar sendo discutidos em caráter de urgência". Como exemplo, Silvio Costa Filho cita a aprovação da extinção da Draco.

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"A gente avalia que o governo erra pela falta de diálogo. A gente observou o próprio projeto da Draco, que chegou recentemente e foi votado na assembleia legislativa. Infelizmente, eu não estava presente porque já havia marcado uma reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia e outras instituições em Brasília", avaliou.

Ainda durante a entrevista, ele trata da escolha da nova Mesa Diretora da Alepe em fevereiro do ano que vem. Silvio Costa Filho aposta suas fichas na reeleição do atual presidente da Casa, Eriberto Medeiros (PP), e diz que o titular da primeira secretária deverá ser uma escolha da bancada do PSB.

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