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Discursos de prefeitos marcados por referências à crise

Ele estabeleceu meta de reduzir 50% do gasto com cargos comissionados e de 25% em contratos.

Em seu terceiro mandato como vereador, Jurandi conta que nasceu em Caruaru mas foi criado em Taquaritinga do NorteEm seu terceiro mandato como vereador, Jurandi conta que nasceu em Caruaru mas foi criado em Taquaritinga do Norte - Foto: Divulgação

 

Eleitos há pouco mais de dois meses, os novos prefeitos assumiram, no último domingo (1º), com discurso de crise e promessas de cortes. Um dos defensores da redução de gastos foi o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), para quem as "mordomias" são um "símbolo execrável" de abuso de poder. "O tempo é de crise. A ordem é não gastar", disse. Ele estabeleceu meta de reduzir 50% do gasto com cargos comissionados e de 25% em contratos.
O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Junior (PSDB), foi no mesmo caminho. "Estamos enfrentando uma crise de proporções jamais vistas, mas essa é também uma oportunidade de mudar a vida das pessoas para melhor", destacou.

Em Curitiba, o prefeito Rafael Greca (PMN) prometeu cortar 40% dos cargos comissionados e disse que fará da saúde sua prioridade. "A prefeitura está abusivamente inchada e partidária, servindo ao interesse do poder, e não do povo", afirmou.

Em Belo Horizonte, o prefeito Alexandre Kalil (PHS) pediu "juízo" aos vereadores, e afirmou que o dinheiro da prefeitura não será canalizado para "troca de favores".
Um dia antes, ele reajustou os salários dele, do vice, de secretários e membros do primeiro escalão.

 

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