Ex-governador Jacques Wagner nega propina e reclama da PF

Ele afirmou ser uma "aberração" a PF afirmar que houve direcionamento por exigência de expertise em demolição

Jacques WagnerJacques Wagner - Foto: Wikimedia Commons

Jaques Wagner negou ter recebido recursos ilícitos de empreiteiras e afirmou que não houve superfaturamento na Arena Fonte Nova. "Nunca pedi nem nunca recebi propina. Eu não peço e não autorizo ninguém a pedir qualquer tipo de reciprocidade por obras feitas." Wagner disse que há incompreensão de Polícia Federal e Tribunal de Contas da Bahia do que é uma Parceria Público-Privada (PPP).

"Em PPP, não existe a figura do superfaturamento, como se está se insistindo em falar", disse. Ele afirmou ser uma "aberração" a PF afirmar que houve direcionamento por exigência de expertise em demolição.

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Sobre os 15 relógios apreendidos, negou que sejam luxuosos. "Se tiver é um ou outro que tem um valor um pouco maior. A maioria são absolutamente simples. Eu gosto de relógios, mas não tem nenhum valor ali de luxo", disse.

O secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, disse estranhar a inclusão de seu nome na operação e que não era do governo na época do contrato. A Fonte Nova informou que aguarda informações, mas "se coloca à disposição das autoridades".

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