Fachin proíbe PF de qualquer ato de investigação a partir da delação de Sérgio Cabral

Polícia Federal investigaria supostos repasses ilegais ao ministro Dias Toffoli

Ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio CabralEx-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral - Foto: Valter Campanato/Arquivo/Agência Brasil

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin indeferiu e proibiu a polícia de qualquer ato de investigação a partir da delação do ex-governador do Rio Sérgio Cabral.

"[Determino] que a autoridade policial se abstenha de tomar qualquer providência ou promover qualquer diligência direta ou indiretamente inserida ou em conexão ao âmbito da colaboração premiada em tela até que se ultime o julgamento antes mencionado", afirma o ministro em sua decisão.

Como revelou o jornal Folha de S.Paulo, a Polícia Federal encaminhou ao Supremo um pedido de abertura de inquérito para investigar supostos repasses ilegais ao ministro Dias Toffoli. O pedido tem como base o acordo de colaboração premiada de Cabral.

Ele afirma que Toffoli recebeu R$ 4 milhões para favorecer dois prefeitos fluminenses em processos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O ministro nega ter recebido qualquer recurso.

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