Galloro discute segurança para o dia do julgamento do habeas corpus de Lula

Diretor-geral da Polícia Federal se reuniu com a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, na manhã desta segunda-feira (2), para tratar de um reforço na segurança para o julgamento do habeas corpus

Diretor-geral da Polícia Federal (PF), Rogério GalloroDiretor-geral da Polícia Federal (PF), Rogério Galloro - Foto: José Cruz/Agência Brasil

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, se reuniu na manhã desta segunda-feira (2) com o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, para discutir um reforço de segurança para o dia do julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para as 14h da próxima quarta-feira (4). As informações são da Agência Brasil.

Leia também:
STF julga nesta semana habeas corpus preventivo de Lula
Na TV, Moro manda recado para ministra que pode decidir habeas corpus de Lula


O encontro, que não constava na agenda da ministra, foi confirmado pela Secretaria de Comunicação do tribunal.

São esperadas para a data manifestações a favor e contra Lula, provavelmente maiores do que as ocorridas no 22 de abril, quando o julgamento foi iniciado. Isso porque no primeiro dia a análise do habeas corpus fora anunciada na véspera, reduzindo o tempo de mobilização, diferentemente do que ocorre agora.

A PF deve coordenar esforços em conjunto com a Secretaria de Segurança do Distrito Federal para monitorar a movimentação de manifestantes nas vias próximas do STF. A segurança do próprio tribunal, bem como de toda Esplanada dos Ministérios e da Praça dos Três Poderes, continua a ser atribuição da Polícia Militar.

Veja também

Quase 11 mil candidatos com patrimônio superior a R$ 300 mil receberam o auxílio emergencial
auxílio emergencial

Quase 11 mil candidatos com patrimônio superior a R$ 300 mil receberam o auxílio emergencial

Ministério Público pede que PF investigue ataque em que Arthur do Val relaciona Tatto ao PCC
política

Ministério Público pede que PF investigue ataque em que Arthur do Val relaciona Tatto ao PCC