Governo Trump enviará secretário de Estado para posse de Bolsonaro

Pompeo e a delegação americana se juntam a outros nomes já confirmados, como o do boliviano Evo Morales

Mike Pompeo, secretário de Estado americanoMike Pompeo, secretário de Estado americano - Foto: Wikimedia Commons

O presidente americano, Donald Trump, será representado por seu secretário de Estado, Mike Pompeo, na cerimônia de posse de Jair Bolsonaro (PSL), em 1º de janeiro. O anúncio foi feito na noite desta segunda-feira (17) pela Casa Branca.

Além de Pompeo, estarão no evento Mark Green, diretor da agência americana para o desenvolvimento internacional, William Popp, encarregado de Assuntos Comerciais na embaixada dos Estados Unidos em Brasília, e Mauricio Claver-Carone, assistente especial para o presidente e responsável por América Latina no Conselho de Segurança Nacional.

Pompeo e a delegação americana se juntam a outros nomes já confirmados, como o do boliviano Evo Morales. Ele confirmou nesta segunda que participará da cerimônia. "Fomos convidados e estamos comunicando que vamos participar" da posse do presidente, afirmou Diego Pary, ministro de Relações Exteriores boliviano.

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Também virão o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, e o presidente chileno, Sebastián Piñera. O presidente argentino, Mauricio Macri, não deve vir para a posse, mas pretende se reunir com o presidente eleito em janeiro, em Brasília. Por outro lado, o governo eleito desconvidou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e o líder de Cuba, Miguel Díaz-Canel.

Segundo apurou a Folha, a ideia inicial era seguir o histórico da chancelaria brasileira e chamar representantes de todos os países ao Planalto no primeiro dia do ano. Na semana passada, porém, houve uma mudança de posição por parte do novo governo, que pediu a exclusão dos convites que já haviam sido emitidos ao venezuelano Nicolás Maduro e ao cubano Miguel Díaz-Canel.

Na posse da presidente Dilma Rousseff em 2015, o americano Barack Obama enviou o vice-presidente Joe Biden para participar do evento. Quatro anos antes, havia mandado a então secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

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