Juíza nega gratuidade de Justiça a Eduardo Cunha

Medida, definida pela magistrada como “penhora portas a dentro”, serve para cobrir os R$ 8.425,80 correspondentes à dívida que Cunha com o TJ-RJ

Eduardo Cunha, em texto, também critica a lava-jatoEduardo Cunha, em texto, também critica a lava-jato - Foto: Reprodução/ Facebook

A juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves, da 52ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), negou o pedido do ex-deputado Eduardo Cunha de gratuidade de Justiça. Determinou ainda que sejam penhorados os seus bens “supérfluos, suntuosos e em duplicidade” encontrados na residência.

A medida, definida pela magistrada como “penhora portas a dentro”, serve para cobrir os R$ 8.425,80 correspondentes à dívida que Cunha tem com o Tribunal de Justiça do Rio.

Leia também:
STJ rejeita pedido de transferência de Cunha para presídio em Brasília
Cunha nega influência sobre Caixa e atribui nomeação a Temer


Após perder a ação contra a Infoglobo, empresa do Grupo Globo, por publicação de um texto do jornalista Arnaldo Jabor que o chamava de “coisa ruim”, o ex-deputado alegou que não teria como pagar as custas judiciais do processo por estar preso e com seus bens bloqueados pela Justiça Federal. Com isso, a juíza da 52ª Vara Cível expediu o mandado de penhora para garantir o pagamento.

Veja também

Embaixador de Israel cobra compromisso com verdade histórica sobre o nazismo de governadora de SC
santa catarina

Embaixador de Israel cobra compromisso com verdade histórica sobre o nazismo de governadora de SC

Deputado do PT pede afastamento de Salles por quebra de decoro após ofensa a Rodrigo Maia
política

Deputado do PT pede afastamento de Salles por quebra de decoro após ofensa a Rodrigo Maia