BRASIL

Marina Silva lamenta assassinato de sobrinho no Acre: "Vítima da criminalidade que destrói vidas"

'Que Deus sustente e console nossa família', postou a ministra do Meio Ambiente nas redes sociais

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, durante entrevista A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, durante entrevista  - Foto: Sergio Lima/AFP

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, lamentou a morte de seu sobrinho-neto Cauã Nascimento Silva, de 19 anos, assassinado no Acre. Em postagem na rede social X (antigo Twitter), no fim da noite desta terça-feira, Marina afirmou que Cauã foi "vítima da criminalidade que destrói vidas principalmente de jovens de bairros da periferia do nosso país".

"Com imenso pesar e dor, recebo a notícia de que meu sobrinho-neto Cauã Nascimento Silva, de 19 anos, foi assassinado nesta terça-feira (6/2) em Rio Branco, no Acre. Cauã foi vítima da criminalidade que destrói vidas principalmente de jovens de bairros da periferia do nosso país. Que Deus sustente e console nossa família", disse a ministra na noite desta terça-feira.

Segundo o portal G1 do Acre, Cauã Nascimento Silva foi morto com pelo menos três tiros no bairro Taquari, na cidade de Rio Branco, capital do estado. Ainda de acordo com o site, o rapaz estava no quarto quando sua casa foi invadida por homens armados, que invadiram o cômodo e abriram fogo.

O portal narra ainda que a vítima morava na residência com a tia, um primo e outros membros da família. Não há, até o momento, maiores detalhamentos sobre o grau de parentesco do rapaz com Marina Silva.

Uma testemunha contou que viu os dois assassinos subindo em uma moto antes de fugir do local. Segundo ela, uma criança de 9 anos também estava na casa no momento do ataque.

— Achamos ele no fundo do quintal, assustado. Quando ouviu os tiros saiu correndo — disse a testemunha ao G1.

 

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o rapaz já estava morto na chegada do socorro. A área foi isolada pela Polícia Militar, e agentes da Polícia Civil realizaram a perícia. A investigação ficará a cargo da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

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