Mendonça: "Estou na pista de novo para novos embates"
O democrata deixa claro que não se impõe candidato, mas também não se exclui
Mendonça está entre os nomes cotados para encabeçar o projeto majoritário da oposição, mas não vinha tocando no assunto. Quebrando o silêncio, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, ele enfatiza: "Não me imponho como candidato, também não me excluo". Voltando aos cálculos eleitorais, registra que a votação de destaque na Capital é "credencial e posição relevante, mas não é determinante". Deixa claro que não vai "de forma alguma, transformar esse fato da eleição" no sentido de impor seu nome "como inevitável". Avalia que a ala oposicionista tem bons nomes. Cita Daniel Coelho, Silvio Costa Filho, Priscila Krause e André Ferreira. Lembrar dessa série de nomes tem sido uma ação comum entre os potenciais candidatos desse conjunto. Daniel Coelho tem seguido esse mesmo roteiro. Mendonça amarra o seguinte: "Só não quero ver o Recife manietado". Realça que o PSB e o PT comandam o Recife há 20 anos. E sapeca: "É o projeto ‘combo’, elege o prefeito em 2020, elege o governador, que é atual prefeito do Recife, em 2022 e, em 2030, aquele que seria eleito prefeito do Recife, mas não vai ser, vai ser governador de 2030 a 2038". O democrata vaticina: "Esse projeto vai ser interrompido em 2020". Mendonça não esconde a disposição e as conversas estão só começando.
