Mesmo criticado por vice-presidente do PSB em Pernambuco, Governo do Estado silencia

Estratégia é evitar o dimensionamento dos problemas internos do partido para não dar munição aos adversários

Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE)Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) - Foto: Reprodução/Google Maps

 

Após o ex-diretor de relações institucionais do Complexo de Suape, Luciano Vasquez, direcionar a sua artilharia contra o rumo do Campo das Princesas, o governador do Estado, Paulo Câmara (PSB), preferiu adotar o silêncio. Procurado para rebater as críticas do socialista, a assessoria de imprensa do Governo afirmou que o gestor não iria se manifestar.

O secretário de desenvolvimento econômico e presidente do Complexo de Suape, Thiago Norões, também não quis comentar sobre as declarações e demissão que Vasquez alegar ter ocorrido sem o “diálogo”. A estratégia nas coxias do Governo é evitar o dimensionamento dos problemas internos do partido para não dar, com isso, munição para os adversários, que têm utilizado a crise interna no PSB para colocar em xeque a gestão.

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Assim como no caso envolvendo Vasquez, o Estado também preferiu adotar o silêncio quando Antonio Campos culpou o Governo pelo fracasso nas urnas e acusou setores do Campo das Princesas de operarem contra a sua postulação. Citada na nota de Vasquez, a deputada estadual eleita a prefeitura de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), foi procurada pela reportagem para comentar as declarações, mas não retornou as ligações até o fechamento desta edição.

 

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