Ministério Público defende retorno de Garotinho para presídio

Político é suspeito do uso de um programa social da prefeitura de Campos dos Goytacazes para a compra de votos

Artistas lamentaram em redes sociais, a tragédia no Museu Nacional do Rio de JaneiroArtistas lamentaram em redes sociais, a tragédia no Museu Nacional do Rio de Janeiro - Foto: STR / AFP

O vice-procurador-geral eleitoral do Rio de Janeiro, Nicolao Dino, pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a revogação da prisão domiciliar do ex-governador Anthony Garotinho e seu retorno para o sistema penitenciário. Garotinho, suspeito do uso de um programa social da prefeitura de Campos dos Goytacazes para a compra de votos, está preso em sua própria casa desde a última terça-feira, quando recebeu alta do Hospital Quinta D'Or.

Garotinho foi preso por decisão da 100ª Zona Eleitoral de Campos, no último dia 16, mas passou mal e, no mesmo dia, foi internado no Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro. No dia seguinte, ele foi encaminhado para o hospital penal do Complexo Penitenciário de Bangu.

No dia 19, a ministra do TSE Luciana Lóssio determinou sua transferência para um hospital privado, a pedido da defesa de Garotinho. Ao receber alta, na terça-feira (22), o ex-governador seguiu para prisão domiciliar.

Segundo o Ministério Público Eleitoral, no entanto, o TSE não poderia analisar um habeas corpus de Garotinho, uma vez que há um habeas corpus no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro que ainda não foi apreciado.

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