A-A+

[No Cafezinho] Raquel Lyra: 'O Pacto Federativo aqui não está sendo exercitado'

Segundo a prefeita, o Governo do Estado fica cobrando do Governo Federal que libere os recursos e ele mesmo não fazer isso com os municípios

Raquel Lyra participando do No CafezinhoRaquel Lyra participando do No Cafezinho - Foto: Arthur de Souza / Folha de Pernambuco

Convidada do No Cafezinho desta semana, a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), diz ter emenda sua, do período que era deputada estadual, que ainda não foi liberada pelo Governo Paulo Câmara. "O que a gente tem de emenda parlamentar não tem recebido, emenda que eu mesma destinei para Caruaru, emenda de R$ 200 mil", assinala ela e cobra transparência da gestão estadual. "O governo, quando a gente vai perguntar, ele diz que não está pagando a ninguém. Mas será que é verdade?", questiona ela. 

No momento em que a Assembleia Legislativa de Pernambuco instala uma frente parlamentar para acompanhar os orçamentos estadual e federal, coordenada pelo deputado Alberto Feitosa (SD), Raquel adverte: "Falar sobre o acompanhamento dessa execução orçamentária é fundamental. O que me estranha é o Governo do Estado ficar cobrando do Governo Federal que libere os recursos para o Estado e ele mesmo não fazer isso com os municípios".

Raquel define isso como "duas práticas e dois discursos". Então, emenda: "O discurso do pacto federativo, que é tão caro ao Governo do Estado e aos municípios, ele precisa ser exercitado em Pernambuco. O pacto federativo, aqui, não está sendo exercitado nem executado".

A prefeita indaga: "Se não repassa recurso da Saúde, do FEM, de emendas parlamentares, que pacto federativo estamos tratando?".

Raquel falou ainda de previdência, do governo Bolsonaro, de 2020, do PSDB, entre outros assuntos.


Veja também

Protesto antiimigrantes termina com incidentes violentos no Chile
VIOLÊNCIA

Protesto antiimigrantes termina com incidentes violentos no Chile

Islândia se torna o primeiro país europeu a ter uma maioria de mulheres no Parlamento
Representatividade

Islândia se torna o primeiro país europeu a ter uma maioria de mulheres no Parlamento