PEC 241: Investimento em saúde e educação continua dividindo parlamentares

Texto impede o governo de gastar mais do que a inflação do ano anterior por vinte anos

Paulo Câmara anunciou, nesta quinta-feira, um pacote de ações durante a abertura da II Feira da Avicultura do NordestePaulo Câmara anunciou, nesta quinta-feira, um pacote de ações durante a abertura da II Feira da Avicultura do Nordeste - Foto: Aluísio Moreira/SEI

Retomada a análise da PEC do Teto dos Gastos (PEC 241/16) nesta terça-feira (25) depois do protesto de estudantes, o investimento em saúde e educação na vigência da proposta continua gerando discussão no Plenário. O texto impede o governo de gastar mais do que a inflação do ano anterior.

A análise da proposta já entra na sexta hora consecutiva após intenso movimento de obstrução por parte de PT, PCdoB, PDT, Psol e Rede. Esses parlamentares afirmam que haverá queda no investimento em saúde e educação.

“Se essa norma já estivesse em vigor, o salário mínimo só poderia ser corrigido pelo IPCA e hoje seria de R$ 500. O mesmo raciocínio vale para a saúde e para a educação, que sempre cresceram acima do IPCA”, afirmou o deputado Henrique Fontana (PT-RS).

O líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), disse que os deputados contrários parecem não ver o tamanho da crise do País. “As medidas começam a ser tomadas para tirar o País do caos. Temos um deficit orçamentário de R$ 170 bilhões”, disse.

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