Isaltino Nascimento, deputado estadual
Isaltino Nascimento, deputado estadualFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Depois de o senador Armando Monteiro Neto (PTB) ocupar a tribuna do Senado para condenar os índices de violência no Estado, o líder do Governo Paulo Câmara na Assembleia Legislativa, Isaltino Nascimento (PTB), rebateu as críticas do petebista. Para o socialista, o senador “apenas denuncia” e “não propõe nada”.

“O senador deveria analisar que a contribuição que tem dado para o programa de desnacionalização do Brasil, para a quebradeira do modelo previdenciário, a privatização desenfreada e irresponsável. A retirada de direitos dos brasileiros pode, certamente, não contribuir para a melhoria dos índices da violência em Pernambuco”, destacou Isaltino.

De acordo com o líder governista, a oposição tem o papel de criticar e cobrar, mas também de propor alternativas para resolver os problemas denunciados.

“Mas o discurso do senador não surpreende, e chega até ser incoerente, uma vez que vem defendendo ultimamente tudo o que está sendo proposto pelo Governo Federal em matéria de corte de direitos”, complementa o líder.

Sobre os números apresentados pela Secretaria de Defesa Social, o socialista ressalta a “seriedade, o compromisso e a prioridade” empenhado pelo Governo de Pernambuco na gestão da segurança pública.

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“O governador Paulo Câmara tem se mostrado incansável na busca por mais proteção e firmeza ao conduzir os problemas nessa área”, defendeu Isaltino. O deputado afirma também que o tempo é de torcer pelo Estado, de contribuir com ideias e apresentar propostas para fortalecer Pernambuco em todos os setores.

Dados
Segundo os dados da SDS, em 2017 foram mais de 13 mil pessoas detidas, sendo 1.355 homicidas retirados de circulação. Operações integradas das polícias estão sendo realizadas em todas regiões do Estado, com foco na desarticulação de grupos de extermínio.

As investigações de CVLIs foram descentralizadas para todas as delegacias. O maior policiamento nos principais corredores tem baixado os crimes contra o patrimônio (a exemplo dos assaltos a transeuntes), roubos e furtos de veículos, estupros e violências contra as mulheres.

“No momento de crise, arrocho fiscal e econômico, muitos estados estão em piores condições que a nossa e não conseguem sequer honrar folha de pagamento”, analisa Isaltino.

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