Bruno Araújo atacou o governo Paulo Câmara durante evento das oposições
Bruno Araújo atacou o governo Paulo Câmara durante evento das oposiçõesFoto: divulgação

Após o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), admitir que pode abrir mão da cabeça de chapa e apoiar a reeleição de seu vice, Márcio França (PSB), o deputado federal Bruno Araújo (PSDB), que preside o partido no estado, descartou a possibilidade da aliança influenciar o jogo político em Pernambuco. No segundo grande evento da oposição em Petrolina, neste sábado (27), o tucano afirmou que não há “condicionamento” para formação das chapas, já que seu partido integra o bloco que pretende lançar uma candidatura contra o governo Paulo Câmara (PSB).

Segundo aliados próximos de Geraldo Alckmin, o apoio a Márcio França ajudará a garantir um bom leque de forças para a candidatura presidencial do tucano. Para o governador de São Paulo, é “natural” e “legítimo” que o socialista dispute o cargo, pois uma candidatura única favoreceria o grupo. Além disso, a aliança permitiria a busca por votos onde o PSB possui influência, como a região do Nordeste, onde o tucano é mais frágil eleitoralmente.

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Porém, na visão de Bruno, esta tese não pode ser aplicada em Pernambuco. “O PSDB de São Paulo é um partido orgânico. Maior do que as próprias lideranças. E obviamente que qualquer apoio nacional à nossa candidatura é muito bem vindo. Só não há nenhum condicionamento com relação à autonomia e força local do PSDB em Pernambuco. Quem quiser votar em Geraldo Alckmin é muito bem vindo. So que nao há condicionante com Pernambuco”, garantiu.

Durante o encontro em Petrolina, que contou com a participação de lideranças como os ministros das Minas e Energia, Fernando Filho (Sem partido), e da Educação, Mendonça Filho (DEM) e dos senadores Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (MDB), Bruno aproveitou para alfinetar a gestão Paulo Câmara. “Eu sabia desse governo como incompetente e despreparado, mas nós vemos agora que além de tudo é um governo desonesto com as informações”m colocou, na ocasião.

Segundo ele, o socialista tem anunciado investimentos sem citar que os recursos foram destinados pelo Governo Federal, durante sua passagem pelo Ministério das Cidades. A articulação para destinação de R$ 350 milhões para a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), para obras de saneamento na Região Metropolitana do Recife, Gravatá, Santa Cruz do Capibaribe e Petrolina, é um exemplo disso, segundo o tucano.

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