Implantação dessa metodologia em todas as unidades da instituição, com o intuito de promover cultura de paz, é um dos objetivos
Implantação dessa metodologia em todas as unidades da instituição, com o intuito de promover cultura de paz, é um dos objetivosFoto: Divulgação

A Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) pretende intensificar práticas que contribuam para uma cultura de paz junto aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas. A expectativa é de que, até o fim do ano, todas as 24 unidades da instituição contem com equipes desenvolvendo ações ligadas a essa metodologia, que prevê a transição para uma lógica que privilegie a percepção sobre responsabilidades individuais e coletivas e a criação de novas bases para relacionamentos. As metas para 2020 começaram a ser construídas em uma reunião realizada na sede da Funase, no Recife, na quarta-feira (22).

As atividades nessa área são conduzidas pelo Núcleo de Justiça Restaurativa da instituição, criado no ano passado e composto por oito servidores. Na reunião, foram avaliados os avanços obtidos em 2019, como o I Seminário de Socialização de Práticas Restaurativas em Unidades Socioeducativas, evento que mobilizou representantes do sistema socioeducativo, do Judiciário, de universidades e de comunidades. Agora, o desafio é a conclusão de um plano quadrienal, que norteará as próximas iniciativas desenvolvidas pelo núcleo, em consonância com as diretrizes estabelecidas no Projeto Político-Pedagógico da Funase.

“Neste início de ano, estão sendo realizadas algumas reuniões com o Núcleo de Justiça Restaurativa para planejar ações e manter o processo de implantação dessas práticas nas unidades da Funase”, explicou a assessora técnica da Política de Atendimento da Funase, Nereida Pontes, que conduziu a reunião juntamente com a assessora técnica Dilma de Marilac, integrante do núcleo.

Estiveram presentes outras quatro componentes do Núcleo de Justiça Restaurativa: a assistente social Tatiana Pires, da Unidade de Atendimento Inicial (Uniai); a pedagoga Tânia Mara, do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Santa Luzia; a psicóloga Lilian Fonseca, da Casa de Semiliberdade (Casem) Areias; e a assistente social Marcela Mariz, da Casem Olinda. O grupo tem ainda os pedagogos Socorro Barros (Casem Casa Amarela), Maurinúbia Moura (Cenip Caruaru) e Amós Lemos (Cenip Petrolina).

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