Dom Helder Câmara
Dom Helder CâmaraFoto: Edson Leal/Ministério da Cultura

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) promove o lançamento do livro “Dom Helder, patrono dos direitos humanos e dos pobres”, de autoria do advogado e jornalista Elias Roma Filho, às 18h da quinta-feira (29), no Salão Nobre, segundo andar do Palácio da Justiça, na Praça da República, bairro de Santo Antônio. Publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o livro tem o prefácio escrito por Dom Fernando Saburido. A publicação marca os 110 anos do nascimento e os 20 anos da morte de Dom Helder Câmara completados em 2019. O arcebispo nasceu em 7 de fevereiro de 1909, em Fortaleza, no Ceará, e morreu no Recife, no dia 27 de agosto de 1999.

Este é o décimo segundo livro escrito por Elias Roma Filho, sendo o terceiro sobre Dom Helder Câmara. O primeiro foi “Dom Helder e os jovens” e o segundo, “Amigos do Dom”. As duas primeiras publicações revelaram aspectos da vida e das palavras do arcebispo de Olinda e do Recife por meio de testemunhos dados por pessoas que conviveram com ele. Em 197 páginas, o terceiro livro aborda a trajetória do religioso na defesa dos Direitos Humanos, especificamente nas causas que envolviam a luta pelas causas de grupos menos favorecidos economicamente.

Sobre o autor – Nascido em 17 de setembro de 1945, no Recife, Elias Roma Filho é escritor, jornalista e advogado, atualmente atuando na área de Direito de Família. Em 50 anos, o jornalista atuou no Sistema Globo de Rádio, na Rádio Olinda, na Rádio Clube, no Diario de Pernambuco e no Jornal do Commercio. Foi cobrindo a chegada de Dom Helder Câmara, do Rio de Janeiro para o Recife, no aeroporto dos Guararapes, em 11 de abril de 1964, pelo JC, que Elias Roma teve o primeiro contato com o arcebispo. A partir dessa data, fez a cobertura de várias pautas sobre ações do arcebispo.

Dom Helder Câmara – Bispo católico e arcebispo emérito de Olinda e Recife, Dom Helder Câmara foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e defensor dos Direitos Humanos durante a ditadura militar no Brasil. Pregava uma igreja simples, voltada para os pobres, e a não-violência. Por sua atuação, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, sendo o brasileiro mais vezes indicado ao prêmio Nobel da Paz, com quatro indicações. A Lei 13.581, de 26 de dezembro de 2017, declarou Dom Helder Câmara como Patrono Brasileiro dos Direitos Humanos.

Ele foi o décimo primeiro filho de João Eduardo Torres Câmara Filho, jornalista, crítico teatral e funcionário de uma firma comercial, e da professora primária Adelaide Pessoa Câmara. Manifestando sua vocação para o sacerdócio desde cedo, ingressou no Seminário Diocesano de Fortaleza, em 1923, o Seminário da Prainha, então sob direção dos padres lazaristas. Nessa instituição, cursou o ginásio e concluiu os estudos de filosofia e teologia.

Serviço:

Lançamento do livro “Dom Helder, patrono dos direitos humanos e dos pobres”. de Elias Roma Filho

Dia: 29 de agosto
Horário: a partir das 18h
Local: Salão Nobre do Palácio da Justiça (2º andar)
Endereço: Rua do Imperador Dom Pedro II, s/n, bairro de Santo Antônio, Praça da República, no Recife

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