Educação de Pernambuco, que atingiu 57% de matrículas em escolas de período integral no ensino médio
Educação de Pernambuco, que atingiu 57% de matrículas em escolas de período integral no ensino médioFoto: Hélia Scheppa/SEI

O editorial de ontem do jornal Folha de São Paulo destacou o sistema de Educação de Pernambuco, que atingiu 57% de matrículas em escolas de período integral no ensino médio. O desempenho é apontado como exemplar e deveria ser seguido pelo Governo de São Paulo para “evitar ilhas de excelência e privilégio”, ou seja, evitou que estudantes empregados da segunda e da terceira série precisassem buscar outra escola.

O governo paulista, do presidenciável João Doria (PSDB), é cobrado diretamente corrigir o rumo do período integral. A resistência não se afigura insuperável, e o benefício esperado justifica o esforço adicional para prosseguir na direção correta. Umas das queixas apresentadas é que o Plano Nacional de Educação prevê que pelo menos 25% dos estudantes tenham carga de sete horas diárias até 2024. E no estado mais desenvolvido da Federação, a proporção se encontra em 6%.

Acontece que, em São Paulo, os educadores vêm se mostrando ‘refratários à adoção do período integral’.

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