Hely Ferreira, professor e cientista político
Hely Ferreira, professor e cientista políticoFoto: Kleyvson Santos / Folha de Pernambuco

Hely Ferreira, cientista político.

Os fatos ocorridos na esfera do Governo Federal tornou-se algo desafiador aos que tentam entender (se é que é possível) a turbulência permanente, onde grande parte é causada pelo próprio líder. Embora ele afirme que à responsabilidade é da imprensa. Certo está Kierkegaard, ao afirmar que a maior fraqueza do homem é atribuir sua responsabilidade ao outro.

Com efeito, não precisa fazer esforço para perceber que a estratégia do atual governo é polemizar com o intuito de esconder a falta do projeto para governar o país. Segundo os relatos da imprensa, o governo substituiu as vagas que eram compostas por um médico e um jurista no Conselho Nacional de Política sobre Drogas (CONAD). Liberou a utilização de 262 agrotóxicos, onde 32% deles são proibidos na União Europeia. Disse que o relatório da Comissão Nacional da Verdade é uma balela.

Também afirmou que no Brasil, ninguém passa fome. Na verdade, como tudo é criação da imprensa “marronzista”, como diria Odorico Paraguaçu, nenhuma das afirmações são verdadeiras, ou seja: ele nunca disse. Portanto, é tudo mentira.

Nos últimos vinte anos, nunca se teve uma agenda tão democrática como a atual. É visível o respeito e a prioridade aos Direitos Humanos, a valorização e o respeito à ciência. Possui verdadeira aversão ao nepotismo e não tem medido esforços para nomear exclusivamente pelo critério da meritocracia e jamais por questões de cunho ideológico.

Nunca se viu na história de Pindorama uma agenda governamental tão voltada em defender os direitos dos ameríndios e a preservação de suas terras como no atual governo. O leitor sabe claramente que é tudo verdade.

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