Governador Paulo Câmara (PSB)
Governador Paulo Câmara (PSB)Foto: Hélia Sheppa/SEI

Após lançamento do programa Força Legal, no Palácio do Campo das Princesas, nesta terça-feira (01), o governador Paulo Câmara (PSB) comentou sobre reunião dos governadores do Norte, Nordeste e Centro Oeste, na residência do Senado, com os presidentes Davi Alcolumbre (DEM) e Rodrigo Maia (DEM), da Casa Alta e da Câmara Federal, respectivamente, na tarde desta terça (30). Segundo o governador, a reunião girou em torno do acordo de partilha do leilão do Pré-Sal para Estados e municípios, ratificando o acordo dos entes federativos com o Congresso.

“É um pleito de Estados e municípios em relação a esses recursos que vão entrar no leilão a ser realizado agora em novembro. São mais de R$ 100 bilhões que vão entrar nos cofres públicos, então há um acordo feito com o Senado e um projeto aprovado de que essa divisão vai ocorrer”, disse Paulo. “Ontem tivemos reuniões para ratificar esse acordo. Precisa a Câmara aprovar essa nova etapa. Estamos conversando com os líderes, com o presidente da Câmara e o presidente do Senado se prontificou a cumprir um acordo feito lá atrás. Então a gente espera ter condições no mês de outubro de desenvolver isso para que no final do ano esses recursos entrem”, relatou.

“Esperamos que esse leilão seja um sucesso e possa ajudar não apenas a União, a Petrobrás, mas todos os Estados e municípios que como todos os entes federativos passam por dificuldade diante dessa crise”, concluiu.

Setor sucroalcoleiro – Em relação as articulações em Brasília para mitigar o impacto do acordo do Governo Federal que ampliou a importação de etanol dos EUA, o governador disse aguardar uma proposta que atenda à categoria e à economia da região. “Espero que haja uma sinalização positiva do Governo Federal. Essa importação do etanol norte-americano vem num momento totalmente incorreto, iniciando uma safra, com um planejamento feito com tanta dificuldade pelo setor do açúcar e do álcool. Então, a gente espera uma resolução, pois isso vai agravar muito a situação dos produtores”, avaliou Paulo Câmara.

*Com informações de Luiza Alencar, da editoria de Política.

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