Um encontro intitulado “Março Mulher – Um Mês, Uma Cor, Uma Luta!”, reuniu autoridades femininas do Cabo de Santo Agostinho
Um encontro intitulado “Março Mulher – Um Mês, Uma Cor, Uma Luta!”, reuniu autoridades femininas do Cabo de Santo AgostinhoFoto: Pedro Batista / FC

Um encontro intitulado “Março Mulher – Um Mês, Uma Cor, Uma Luta!”, reuniu autoridades femininas do Cabo de Santo Agostinho para uma manhã de debate sobre luta pela igualdade de gênero, nesta quarta-feira (27), no Centro Administrativo Municipal. 

À convite da secretária da Mulher, Edna Gomes, a deputada Fabíola Cabral (PP) e a Secretária da Mulher do Estado de Pernambuco, Sílvia Cordeiro, além de outras autoridades femininas, se reuniram na plenária femina para discutir o tema e empoderar as mulheres cabenses. Com plateia lotada, todas foram recebidas pelo Bloco Lírico dos Idosos e pela dupla Mateus e Catirina.

“Esse mês é marcante porque temos a oportunidade de falarmos sobre a mulher, e assim, difundir esse tema para nos fortalecermos e aprendermos cada vez mais”, afirmou a deputada estadual Fabíola Cabral. Na ocasião, a anfitriã, Edna reforçou que a Plenária Feminina foi criada com objetivo de dividir experiências. “As mulheres agora estão presentes em todas as áreas e ocupando seu espaço. Queremos respeito, igualdade e reafirmar nossa luta”, disse a secretária, Edna Gomes.

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Na ocasião, Fabíola enfatizou ser um privilégio fazer parte da maior bancada feminina da Alepe. “É uma honra ser a primeira mulher do Cabo na Assembleia. Estarei sempre lutando por vocês. Meu gabinete está de portas abertas para todas”, disse a deputada.

Estiverem presentes também a secretária municipal de Educação, Sueli Nunes; delegada titular da mulher do Cabo de Santo Agostinho, Ângela Patrícia; a presidente do Conselho dos Direitos da Mulher do Cabo, Marcicleide da Cunha; coordenadora geral do Centro das Mulheres do Cabo, Nivete Azevedo; Presidente CDL-Cabo , Marli Cavalcanti e Fátima dos Quilombolas. Todas deram sua contribuição em discursos de empoderamento.

“Não podemos banalizar a violência e colocar a culpa na sociedade. Temos que buscar nossos direitos e desconstruir textos machistas”, frisou a delegada Ângela. Já a presidente do Conselho dos Direitos da Mulher do Cabo, Marcicleide da Cunha, fez reflexões sobre a participação das mulheres no controle social e analisou a história feminina em diversos segmentos.

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