Jair Bolsonaro, presidente do Brasil
Jair Bolsonaro, presidente do BrasilFoto: Sergio Lima/AFP

Após mais de seis horas de silêncio, o presidente Jair Bolsonaro lamentou na tarde desta quarta-feira (13) a morte de oito pessoas em uma escola estadual em Suzano, na Grande São Paulo.

Em mensagem nas redes sociais, ele definiu a tragédia como "monstruosidade" e "covardia" e prestou condolências aos familiares das vítimas do ataque a tiros.
"Presto minhas condolências aos familiares das vítimas do desumano atendado ocorrido hoje na escola Professor Raul Brasil, em Suzano. Uma monstruosidade e covardia sem tamanho. Que Deus conforte o coração de todos", escreveu.

A manifestação do presidente ocorreu depois de integrantes de sua equipe ministerial já terem se pronunciado. Mais cedo, o ministro da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto, classificou o episódio como "tristíssimo". E o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, desejou sentimentos às famílias das vítimas.

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As mensagens de pesar também foram divulgadas pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. "É muito triste e temos de chegar à conclusão por que isso está acontecendo. Essas coisas não aconteciam no Brasil", disse Mourão.

Antes da mensagem do presidente nas redes sociais, o Palácio do Planalto divulgou nota oficial, não assinada por Bolsonaro, lamentando o ocorrido. O documento ressaltou que o país foi abalado por uma "grande tragédia" e ofereceu "sinceros sentimentos às famílias das vítimas de tão desumana ação".

A demora do presidente foi criticada, em caráter reservado, por integrantes de partidos que apoiam o governo no Congresso. Para eles, Bolsonaro deveria, pelo menos, ter manifestado solidariedade às vítimas em mensagem nas redes sociais.

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