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Grito dos excluídos nas ruas do RecifeFoto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco

“Este sistema não vale, lutamos por justiça, direitos e liberdade”. Esse é o tema da 25ª edição do Grito dos Excluídos, que mobiliza o país no feriado que oficialmente, é chamado Dia da Independência. Mais uma vez, milhares de pessoas vão às ruas do país, no sábado (7), para denunciar o desemprego, a estagnação econômica, os crimes ambientais, desmontes e retrocessos. No sábado, todos os estados brasileiros realizam a mobilização por justiça, direitos e liberdade.

No Recife, haverá o tradicional ato organizado pelas representações de Igrejas, CUT, MST, movimentos sociais, estudantes e feministas no Recife. A concentração terá início às 8h, na Praça da Democracia/Derby. A manifestação passará pelo cruzamento da Avenida Agamenon Magalhães, segue até o Parque Amorim, depois retorna pela Agamenon e finaliza na Praça do Derby.

“Não há dúvidas que o momento é oportuno para que os movimentos sociais e sindicais demonstrarem repúdio e indignação com a atual conjuntura política, diante de tantas reformas que precarizam as relações de trabalho, o desmonte das políticas sociais, com o corte de recursos na Educação, Moradia, Saúde e em todas as demais áreas sociais. Além dos processos em curso do sucateamento do Sistema Petrobrás, dos bancos públicos, dos Correios, Eletrobras, e de outras estatais que estão na ordem do dia, principalmente após o anúncio da lista de 17 empresas que o governo Bolsonaro pretende privatizar este ano”, destacou o presidente da CUT-PE, Paulo Rocha.

Realizada desde 1995, a manifestação, que surgiu dentro da Igreja Católica, conta também com a adesão de movimentos sociais e sindicais que se juntam ao Grito dos Excluídos para barrar o avanço da “reforma” da Previdência que tramita no Senado.

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