Política

STF nega habeas corpus ao ex-dirigente da Eletronuclear Luiz Messias

A defesa de Messias pedia que a prisão preventiva fosse revogada ou convertida em domiciliar em razão de sua idade

Segundo a deputada Fabíola Cabral, o projeto irá trazer melhorias na qualidade de vida dos pacientes e reduzir os gastos de internação. Segundo a deputada Fabíola Cabral, o projeto irá trazer melhorias na qualidade de vida dos pacientes e reduzir os gastos de internação.  - Foto: Pedro Batista

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de habeas corpus feito por Luiz Manuel Amaral Messias, ex-dirigente da empresa Eletrotronuclear, preso preventivamente desde julho de 2016 em operação ligada à Lava Jato.

A defesa de Messias pedia que a prisão preventiva fosse revogada ou convertida em domiciliar em razão de sua idade (70 anos) e de graves doenças de coração, diabetes e hipertensão, que demandariam tratamento intensivo e ininterrupto, além de alimentação adequada.

Messias foi preso em ação da Operação Pripyat, desdobramento da Lava Jato, que apura crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na construção da Usina de Angra 3 pela Eletronuclear. As suspeitas são de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro em contratos entre a Eletronuclear as empreiteiras Andrade Gutierrez e Engevix. O ex-diretor está custodiado no Presídio Petrolino de Oliveira (Bangu 8).

Segundo o STF, a defesa deve aguardar decisão do Superior Tribunal de Justiça sobre o habeas corpus, antes de buscar a suprema corte.

Veja também

PF conclui que Milton Ribeiro não cometeu crime em disparo de arma de fogo no aeroporto
Política

PF conclui que Milton Ribeiro não cometeu crime em disparo de arma

Colômbia está diante de guinada histórica para a esquerda
Mundo

Colômbia está diante de guinada histórica para a esquerda