Prisão de ventre? Mude a dieta

Alimentação pobre em fibras favorece a dificuldade de evacuar normalmente

Causas, sintomas e efeitos do problemaCausas, sintomas e efeitos do problema - Foto: Da editoria de Arte

O termo menos constrangedor para falar de prisão de ventre é constipação intestinal, mas significam exatamente a mesma coisa: dificuldade de evacuar normalmente. O problema de saúde, aliás, ocorre mais em mulheres do que nos homens. A questão está geralmente associada a fezes endurecidas, provocando um movimento mais lento do que o normal dos resíduos alimentares através do trato digestório.

De acordo com o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, uma pessoa é diagnosticada com constipação intestinal quando ela produz menos evacuações por semana, ou tem movimentos intestinais duros, secos ou pequenos e são dolorosos de passar pela parte do gastrointestinal. Há quem passe uma vida inteira com dificuldades severas.

Segundo o nutrólogo J. Bussade, precursor da prática bioortomolecular no Brasil, a prisão de ventre é causada geralmente por uma combinação de três fatores: “O que leva à prisão de ventre é a junção de uma dieta inadequada e pobre em fibras e nutrientes, além de rica em alimentos industrializados e açúcares, sedentarismo e estresse.

Além disso, medicamentos como antidepressivos causam o problema. A falta de magnésio também é um causador, pois magnésio tem entre suas funções melhorar o estresse”, esclarece o especialista. A explicação parece muito simples, mas por que tanta gente sofre desse mal se a prevenção é razoavelmente fácil?

Mudar hábitos é o passo mais importante. Dr. J. Bussade alerta que quando uma pessoa não vai ao banheiro, pode-se acumular de dois a 10 quilos de fezes em seu intestino grosso, o que pode favorecer, inclusive, ao surgimento de um câncer.

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